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Entrevistas Mentalidade

Você Sobreviveria a Isto? Seiyn Kipusi Revela Ritual Extremo da Tribo Masai

Por

É fascinante saber que vivemos em um planeta composto por 191 países, segundo a classificação da Organização das Nações Unidas (ONU), e que nele habita mais de 7 bilhões de pessoas, em diversidade ampla e rica de culturas.

Me trás ainda mais fascínio alguns rituais peculiares, os quais se fazem completamente fora da nossa realidade, muito além de costumes tradicionais do local onde nascemos e vivemos.

E alguns desses rituais são EXTREMOS, como o ritual de sobrevivência através do qual adolescentes da tribo masai, no Quênia, precisam passar.

Nesse ritual, jovens de apenas 16 anos precisam viver na selva e sobreviver sozinhos por meses. E não estamos falando de uma simples tarefa de sair da zona de conforto, mas uma de pura sobrevivência.

Em um ambiente como esse, repleto de leões, guepardos e hipopótamos, ou você sobrevive ou você morre.

Seu Bate-Papo Sobre O Ritual De Sobrevivência Da Tribo Masai com Seiyn Kipusi:

No Bate-Papo #9, da nossa categoria de Bate-Papos & Entrevistas você irá conhecer a empreendedora Seiyn Kipusi, nascida na tribo masai e que atualmente vive no Canadá.

A Seyin não apenas é uma empreendedora fantástica, fundadora de uma empresa de exportação de máquinas de café da China para o Quênia, mas uma pessoa que possui uma mentalidade ímpar.

Coloque essa entrevista no seu site (copie e cole o código HTML)

Nesta entrevista, ela não apenas compartilha informações valiosas sobre mentalidade de negócios mas também nos dá mais detalhes sobre o ritual de sobrevivência e autossuficiência pelo qual jovens da sua tribo precisam passar.

Principais tópicos abordados nesta entrevista:

  • Encontrando oportunidades de negócios através de análise de tendências;
  • Insights valiosos no ramo de importação e exportação;
  • Fraudes e furadas em países subdesenvolvidos e uma grande lição de como evitá-las;
  • Como o maior desapontamento no desenvolvimento de um negócio pode também ser a sua maior lição;
  • Opiniões de entes queridos e familiares no começo do desenvolvimento do seu negócio;
  • Por que ter muito cuidado ao pedir ajuda para um (potencial) parceiro de negócios;
  • Uma citação que pode fazer toda a diferença no design da sua rede de contatos;
  • Ritual de sobrevivência da tribo masai e um paralelo sobre a forma em que nossos jovens são desafiados (ou não) no mundo contemporâneo;
  • Dica número #1 para quem quer suceder no mundo atual;
  • E muito mais

O ritual de autossuficiência nos faz repensar o modelo de educação tradicional engessado, o qual é oferecido aos nossos jovens…

E como tópicos importantes como empreendedorismo, importância de sair da zona de conforto, adaptabilidade e busca por tendências e oportunidades não são devidamente explorados.

Os temas mencionados acima foram abordados na minha palestra no TEDx Talks de São Bernardo do Campo, que será disponibilizada gratuitamente para você.

E uma pergunta para você…

Você busca sair da zona de conforto diariamente ou semanalmente? Comente abaixo.

Um forte abraço,

Marcus Lucas - Assinatura  

“Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior.

Estas atitudes se refletirão em mudanças positivas no seu ambiente familiar.

Deste ponto em diante, as mudanças se expandirão em proporções cada vez maiores.” – Dalai Lama

Sua Transcrição: Você Sobreviveria Ao Ritual Da Tribo Masai?

Marcus Lucas: Ela tem um negócio de importação de máquinas de café da China para o Quênia, e isto provavelmente é um grande desafio para qualquer pessoa. Como você teve a ideia de iniciar este negócio?

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Eu vou para o Quênia com muita frequência, também já morei lá, e um dia, eu não tinha ido ao Quênia por 6 meses, e quando fui para lá, houve uma explosão de cafeterias.

Então, automaticamente, eu soube que seria uma tendência e olhei o preço do café, quando eu digo café, é me refiro a cappuccinos, lattes, mocha lattes, todas estas coisas, e as pessoas estavam pagando preços absurdos por eles então, simplesmente fui à loja no mesmo dia e olhei qual era o preço das máquinas de café, por quanto elas estavam sendo vendidas, e peguei o nome de todas as diversas empresas.

Entrei na internet para conferir os preços de importação e eu vi uma grande diferença entre o preço que as pessoas estavam pagando e o preço no atacado.

Então, foi uma oportunidade de entrar neste mercado muito rápido.

Marcus Lucas: Você simplesmente teve a ideia? Ninguém lhe falou sobre isto? Você simplesmente teve a ideia e foi assim.

Ou alguém estava mentorando você naquele tempo? Você teve um mentor antes ou não?

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Não, não, não, não. Eu acho que foi simplesmente, eu acho que dentro dos negócios, você deve manter seus olhos abertos e observar as tendências.

E negócios giram sempre em torno do comportamento das pessoas. Do que gostam ou não e também gira em torno da psicologia das pessoas basicamente.

Do movimento da maioria. Então, quando vi isto, simplesmente foi quase tranquilo e eu tive de verificar, é claro, mas não foi tão fácil, porque a primeira vez que o tive a ideia, é claro que eu estava bem empolgada: “Oh, meu Deus! Oh meu Deus!”

Marcus Lucas: Você se sentia tipo: “Eu encontrei o negócio ideal.”

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): “Eu encontrei o negócio ideal. Super, super empolgada!” E então encontrei um fornecedor de máquinas de café. Ele estava vendendo muito barato, então, eu estava muito empolgada, pois meu lucro seria maior, da Malásia, mas fui enganada, porque a empresa nunca havia existido.

Marcus Lucas: Uau!

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Sim, então, eu paguei por 10 máquinas de café a serem enviadas para o Quênia, e E eu fui ao Quênia, de Toronto, e estava esperando lá, no dia em que seria para a encomenda chegar, e nunca chegou.

Então, a empresa nunca existiu. Perdi meu dinheiro. Fiquei deprimida em torno de 3 ou 4 dias, pois me senti uma boba.

Marcus Lucas: Sim, e isto acontece com vários tipos de negócios diferentes. Porque você não consegue ter todas as informações de cara. Por isto é que construir um negócio, é construir um negócio com as decisões que nós tomamos, a partir de informações incompletas.

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Exatamente! E foi a primeira vez em que entrei no mercado de importação. Então, o que é ótimo em ser jovem é que você é realmente ambicioso e ao mesmo tempo, você pode ser muito inocente…

Marcus Lucas: Sim, exatamente!

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Mas contanto que você também tenha esta vontade: “Ah, deixe-me apenas tentar isto.”, mas se você falhar, não desista, pois este foi o maior desapontamento em termos de negócios em minha vida, mas também foi a maior lição que aprendi.

Marcus Lucas: Teve um rapaz, acho que foi o Paulo Coelho, um autor brasileiro, ele escreveu O Alquimista, é um livro incrível, mas antes de ele publicar, ele foi para várias editoras diferentes, e todas elas disseram não. Então, apenas prossiga, certo?

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Sim, você deve continuar, tipo, você deve continuar.

Marcus Lucas: Quais foram os outros erros que você cometeu em seu negócio? Ou os desafios que enfrentou em trazer estas máquinas de café para o Quênia?

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Eu percebi que o maior desafio é relacionado com minha personalidade. Eu posso confiar muito facilmente [em outras pessoas], e eu não havia notado isso. E, em negócios, não é que você nunca deva confiar nas pessoas, mas você deve conferir.

E não verificar uma vez, mas 5 vezes. Ver revisões ou testemunhos, conversar com clientes anteriores, e conversar com a pessoa como se você nem confiasse nela, você não tem nem ideia de quem elas são, então, isto foi o que eu tive de fazer.

Marcus Lucas: A maioria das pessoas pensa que construir um negócio é arriscado, certo? E você precisa ter uma mentalidade muito forte para fazê-lo, muito, muito forte. Você teve… não sei se você teve apoio das pessoas ao seu redor, se sua família era tranquila quanto a isto, tipo, como foi para você?

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Todos meus amigos julgavam-me lunática, louca! Mas minha mãe me apoiava, mas ela me apoiava até certo ponto. Pois quando eu disse a ela: “Oh, finalmente encontrei um fornecedor que eu confio!”, eles ficaram com muita dúvida, pois eu já havia sido enganada antes.

Então eu consegui que meu irmão também conversasse com o fornecedor, via Skype. Fiz com que meu padrasto conversasse com ele, minha mãe. Mesmo depois de tudo isto, eles ainda não acreditavam em mim, e então, de certa forma, convenci meu irmão a vir para Hong Kong, para conhecer o fornecedor comigo. Então ele veio comigo e conheceu o fornecedor.

Marcus Lucas: Então, a lição aqui, que você pode perceber disto: Confira em dobro os seus parceiros. Realmente, confira em triplo se precisar.

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Ah, você tem que conferir em quádruplo, você precisa.

Marcus Lucas: E provavelmente, isto se dê, de forma principal em países em desenvolvimento, porque no Brasil temos muitas destas fraudes também.

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Sim, quer dizer, existe muita gente que quer ficar rica rapidamente. Existe muita gente que vai dizer: “Ah, eu vou ajudar você, mas você terá de me ajudar.”, mas a maneira que eles querem que você os ajude pode ser algo que você não quer fazer. Então, deve tomar muito cuidado ao pedir ajuda.

Marcus Lucas: Eu penso que uma das coisas dentro dos negócios, para realmente crescer, ter sucesso e expandir-se, é encontrar pessoas que possuem a um mentalidade parecida.

Eles podem, na verdade, compartilhar histórias semelhantes com você e sentirem-se confortáveis ao compartilhá-las, até mesmo como números e estratégias. Estávamos em um seminário aqui, na Lituânia, e isto foi exatamente o que fizemos.

Então, quão importante foi isto para você, se você analisar antes do evento e agora, o que mudou em sua cabeça, e encontrar estas pessoas que podem ajudar mutuamente?

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Eu diria que maior coisa que percebi em termos emocionais foi… Tem essa citação, que muitas pessoas já ouviram, “Se você está em uma sala, e você é a pessoa mais inteligente da sala, você precisa sair dela rapidamente!”

E eu nunca havia entendido esta mensagem antes, até que vim a este seminário, pois você precisa rodear-se de pessoas, não que sejam inteligentes em, digamos, em coisas em que você está interessado, pois você pode ter um interesse por negócios.

Mas você precisa rodear-se de pessoas que tenham um interesse em tantas coisas diferentes, sobre as quais você não tem ideia, então, poderá aprender constantemente com as pessoas.

Porque se você está em uma sala e você é a pessoa que, sabe economia, você entende de negócios, sabe sobre Bancos Centrais, sobre o sistema monetário, você sabe sobre agricultura, sabe sobre muitas coisas e é a única pessoa naquela sala que tem diversas experiências, você precisa sair.

Encontre pessoas, que sejam muito melhores.

Sabe, você conversa com várias pessoas e pede seus conselhos em negócios, e todas estas coisas, e eu descobri que existem pouquíssimas pessoas, que… quando eu perguntei a elas: “O que ajudou você nos negócios?”

Pouquíssimas pessoas falaram sobre os aspectos espirituais disto, no sentido de ter um certo tipo de traços característicos. Então, senti que dentro dos negócios, você precisa ser uma pessoa íntegra.

Você precisa ser um homem de palavra. Isto é muito importante. Isto é o fundamental do seu negócio. Pois a reputação leva longo tempo para ser construída, uma vez que você perca a confiança de alguém, se você não é uma pessoa de palavra, você a destrói da noite para o dia.

Marcus Lucas: Uma das coisas que realmente me impressionaram em Seiyn, não é apenas que ela está construindo um negócio muito interessante, e é desafiador.

E ela me contou uma história. Ela nasceu em uma tribo no Quênia, e eles tinham um tipo de cerimônia para os garotos deixarem a tribo e tornarem-se homens, e isto é algo que normalmente não temos em nossa cultura.

Especialmente na América Latina, você pode permanecer na casa dos seus pais até que tenha 30 ou 40 anos de idade… e é assim.

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): A tribo de onde venho é a tribo Masai, no Quênia, e é uma das poucas tribos no mundo que são indígenas, indígenas no sentido que elas vivem do mesmo modo que costumavam viver pelos últimos 2 a 5000 anos.

Então, uma das tradições para os homens, é quando fazem 16 anos, você deve ir à selva e sobreviver por 3 meses.

Marcus Lucas: É tarefa extremamente difícil.

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Sim, sim. É tarefa extremamente difícil, pois você não é ensinado, Oh, isto é o que você deve comer para sobreviver. Eu tive muita sorte em ter conhecido alguém que voltou desta jornada de 3 meses, e este garoto, se você o visse… ele estava com um corpo malhado!

E quando eu digo malhado, é que parecia que ele havia ido à academia por 3 meses, todo santo dia, fazendo peitoral, e eu tinha em minha cabeça que… se você está vivendo na selva, você está morrendo de fome.

Você deveria voltar muito magro, mas ele… eu pensei: “Uau!”

Então, eu estava perguntando a ele: “Como você fez para estar com esta aparência? Uau!”

E ele disse: “Quando você está lá, e nos primeiros dias, você está aterrorizado, completamente aterrorizado.

Mas imagine, você corta todos os tipos de tecnologia a que estamos acostumados, como celular, internet, interações com outras pessoas, e você apenas está lá fora, com a natureza. Sua audição, sua visão, seu olfato, tornam-se tão fortes!

Marcus Lucas: E o que você fala sobre o Quênia, vocês têm leões… Vocês têm animais muito perigosos lá.

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Sim! Você está lá fora com leões, guepardos, hipopótamos, se você sair de sua zona de conforto, você será desafiado de formas nas quais você nunca experienciou em sua vida.

Marcus Lucas: E como ele sobreviveu?

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Ele disse que foi baseado em observações, porque em sua mente, você está pensando que estes animais vêm vivendo lá por milênios. Então se você vê uma girafa, girafas são herbívoras, elas comem apenas plantas, e a girafa evita certo tipo de plantas. Você não irá comer aquela planta.

Marcus Lucas: Isto é incrível.

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Sim, você quer viver para o dia seguinte. Então, você simplesmente observa o ciclo da natureza, como os animais reagem ao ambiente à sua volta e se adapta a ele para que também sobreviva.

Marcus Lucas: Isto é incrível! E atualmente, nós não temos mais esses tipos de rituais, como o de tornar-se, não um homem ou uma mulher, mas tornar-se autossuficiente no mundo, para poder lidar com ele.

Por isto é que penso que uma das coisas mais importantes é viajar. Eu vi este rapaz no Youtube, e ele adora viajar à Tailândia, Sudeste da Ásia e por toda parte, e ele faz esculturas incríveis!

E ele estava dizendo: “Quando você vai para outro lugar, especialmente sua criatividade, você começa a pensar mais claramente. Como se pensasse mais em possibilidades e crescer pelas experiências.”

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Sim, com certeza. Logo que você saia de sua zona de conforto, tudo aquilo que lhe ensinaram, tudo o que você sabe, tudo o que você acha que é certo e errado, tudo é desafiado, certo? Porque você está tentando sobreviver.

Então, quando aquele rapaz contou sua história para mim, foi tão inspirador, pois para muitos jovens, nós não somos desafiados desta forma, de forma extrema, e também o fato de que ele era muito jovem, tinha 16 anos.

Marcus Lucas: Uau.

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Você é muito jovem, e também existe aquela pressão, ond

Marcus Lucas: tipo, ou você vai e sobrevive, ou morrerá.

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Você sobrevive ou morre. E também tem aquela pressão de que você quer voltar para casa.

Você quer provar para todo mundo, “Eu consegui!” Então, penso que considerando apenas nossa geração, muitas pessoas são muito negativas, muitas pessoas dirão: “Você não pode fazer isto. Você é louco!”, e você deve usar isto como o seu combustível.

Para ser do tipo: “Você pensa que sou louco, você pensa que estou errado por fazer ABCD?” Bem, vou provar o contrário para você, certo?

Marcus Lucas: Uau, uau! Excelente.

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Eu vou provar o contrário para você.

Marcus Lucas: Achei isto incrível! Muito obrigado! E temos alguns projetos legais juntos.

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Oh, com certeza!

Marcus Lucas: Você verá muito esta menina. Provavelmente no Brasil também.

Seiyn Kipusi (Tribo Masai): Oh, definitivamente irei ao Brasil. Então, muito obrigada!

Marcus Lucas: Muito obrigado! E até logo, pessoal!

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OSAKA, JAPÃO

Marcus Lucas, além de Mestre em Sistemas de Informações Globais e Telecomunicações pela Waseda University, Japão, é empreendedor digital nômade e autor, apaixonado por automação de negócios e lifestyle business.

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  • Você já se imaginou criando algo pela internet que permita com que você possa trabalhar de casa ou de qualquer lugar do mundo?Há 10 anos atrás arrisquei criar algo próprio do zero, praticamente enquanto joguei no lixo dois diplomas (um de graduação e outro de mestrado). .E, naquele processo de arriscar, escutei muitos amigos e entes queridos me chamando de louco.Felizmente, apesar dos erros também vieram os acertos.E aqueles que me chamaram de louco agora estão enfurnados em um escritório trabalhando, muitos sendo mal pagos, enquanto posso viajar o mundo e trabalhar em projetos que eu tenho paixão.Portanto, seja louco, meu amigo.#nomadedigital #nomadesdigitais #ganhardinheiroonline #negociosdigitais #empreendedores #negocioonline #viajantes #templos #kiyoto #japao #culturajaponesa
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