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Todas Respostas sobre Cartas de Vendas e Copywriting com Paolo Garcia

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É impressionante a quantidade de empreendedores digitais que, apesar de elaborarem excelentes produtos e treinamentos, não sabem como escrever uma carta de vendas bem estruturada e, principalmente, genuíno.

Um recente caso de plágio de cartas de vendas, o qual foi alertado, debatido em grupos no Facebook, e teve grande repercussão, mostra exatamente isso.

Mais chocante ainda é que muitos, incluindo alguns já considerados renomados, não buscam analisar métricas e otimizar resultados…

Em cima de tudo isso, existe uma série de mitos na indústria de produtos digitais no Brasil que muitas pessoas se recusam a falar sobre…

Por todo esse alvoroço, encontrei o Paolo Garcia, ex-jogador de poker expert em copywriting, em Manila, nas Filipinas, para um novo bate-papo.

Seu Vídeo Com Respostas Sobre Cartas De Vendas E Copywriting Com Paolo Garcia:

No Bate-Papo #4, da nossa categoria de Bate-Papos & Entrevistas, não apenas debatemos sobre esses mitos, mas cobrimos uma série de perguntas feitas na área de comentários do Bate-Papo #1: Cartas de Vendas e Copywriting com Paolo Garcia.

Coloque essa entrevista no seu site (copie e cole o código HTML)

As perguntas foram das mais variadas: desde manchetes poderosas para suas cartas de vendas, impacto de imagens de fundo na conversão de páginas de captura, até tráfego gratuito de qualidade.

Pontos mais importantes abordados nesse bate-papo:

  • Como escrever melhores manchetes para suas cartas de vendas;
  • Dicas sobre como começar em negócios digitais visto sobrecarga de informações;
  • Uma palavra que fará uma grande diferença na sua cópia;
  • Uma dica importante para manchetes posts em blogs;
  • Utilizar ou não imagem de praia no plano de fundo da sua página de captura;
  • Três elementos principais em uma página de captura;
  • Utilização de grupos de confiança para geração de tráfego (gratuito);
  • Cartas de vendas em texto ou em vídeo? Qual utilizar?;
  • Existe algum roteiro de vendas perfeitos que pode ser utilizado em qualquer nicho?;
  • Como ser persuasivo mas não tão agressivo na sua cópia;
  • Um grande mito sobre a indústria e como simplificá-lo para atingir seus primeiros resultados;
  • E muito mais…

Referências mencionadas no bate-papo:

Realmente é muito motivador receber perguntas de pessoas inteligentes e interessadas nos principais tópicos que tangem o empreendedorismo digital e liberdade

Aquela dose de energia positiva e elevação de ânimo, vindo de todos os leitores que participam e ampliam as discussões através dos seus comentários.

Por isso, um grande muito obrigado! 🙂

Aprender copywriting é o seu primeiro passo para validar suas idéias, projetos e produtos, e é o passo crucial para você começar a obter seus clientes.

Conhece aquela frase clichê “95% das pessoas fracassam em marketing digital e na indústria de produtos digitais…”?

É muito provável que esses 95% não tenham aprendido como validar a aceitação dos seus produtos, o que requer copywriting.

Aprendendo isso, seu negócio e seu estilo de vida subirão de nível!

E agora tenho uma pergunta para você…

Quais as suas maiores perguntas sobre copywriting e estruturação de carta de vendas?

Deixe seu comentário…

Um forte abraço,

Marcus Lucas - Assinatura  

“O quanto mais eu estudo copywriting o mais minha vida se torna abundante em todas as áreas.” – Dane Maxwell

Sua Transcrição: Cartas De Vendas E Copywriting Com Paolo Garcia

Marcus Lucas: Olá, pessoal!

Eu estou aqui novamente com o Paolo Garcia. Nós fizemos o primeiro vídeo de conversa no blog, e nós tivemos muitos, muitos comentários.

Muito obrigado a todos os que ajudaram com as perguntas, e ele foi muito legal, na verdade, para dar todas as respostas, e eu traduzi algumas das respostas também.

Obrigado por me dar mais trabalho, cara! * Tom de brincadeira *

E nós também tivemos várias perguntas no Facebook.

Agradecemos especialmente à Rosângela. Ela fez várias perguntas e, na verdade, nos deixou mais empolgados e motivados para continuar dando conteúdo de graça para vocês, pessoal.

Então, por favor, fiquem à vontade para comentarem abaixo. Nós somos amistosos, não vamos morder. Então, é bem fácil. Obrigado, Paolo Garcia!

Paolo Garcia (Copywriter): Obrigado! Obrigado, pessoal.

Marcus Lucas: Exatamente. E nós estamos aqui em Manila, agora são…

É quase 1:00 da manhã. E nós estamos gravando este vídeo para vocês. Se vocês não comentarem abaixo, não terá mais vídeos! Então, vamos à primeira pergunta.

E a propósito, se você não viu o primeiro vídeo com o Paolo Garcia, está no blog, E está, em Português, como Bate-Papo #1. E ali, você pode ver que ele era um jogador de poker, escritor de cópias de vendas e trabalhou com cartas de vendas e copywriting.

Então, vamos para as perguntas. Nós temos um monte delas, e nós vamos tentar sanar todas elas. Mas eu não tenho certeza se nós vamos ter tempo de fazer isso.

Então, a primeira pergunta é do Josh Plotkin. A primeira pergunta é:

“Copywriting é muito importante para qualquer tipo de negócio, e eu gostaria de saber mais sobre algum produto que possa ensinar a escrever manchetes melhores.”

Então, você pode dar algumas dicas de manchete para o Josh, para ele poder melhorar os negócios dele?

Paolo Garcia (Copywriter): Então, se você prestar atenção a um monte de manchetes, você vai ver algumas que são super extensas, super longas. Não gira tão somente em torno do tamanho, ou de quão longa você faz uma chamada, mas gira tudo em torno da credibilidade.

Então, algumas das melhores manchetes são aquelas em que você coloca seu maior elemento de prova dentro da manchete.

Então, por enquanto, são estas duas… Já fizeram um teste dividido antes sobre estas manchetes.

É: “Dor de cabeça?”, e a outra era: “E quando os doutores têm dor de cabeça, o que eles fazem?”

Qual você pensa que vai ser lida? Que manchete você pensa que vai ter uma performance melhor que a da outra?

Marcus Lucas: A segunda.

Paolo Garcia (Copywriter): A segunda. O doutor, o elemento de… existe um monte de pessoas confiadas.

Tem também muitas coisas acontecendo, que têm tipo… Uma é a credibilidade. O que os doutores fazem, e a curiosidade: O que eles fazem?

E você também fica pensando: Eles sabem algo que eu não sei, e isto pode me beneficiar. Então, nesta manchete, tem 3 lições:

Tem a curiosidade, o benefício e um elemento de prova nela. Então, se você puder acrescentar estes 3 benefícios na sua manchete, será algo mais poderoso, se comparado a algo como: “Dor de cabeça?”

Marcus Lucas: Esta dica é realmente ótima. Obrigado por compartilhar!

E de novo, ele tem feito isto por 2 anos, e se ele consegue aumentar o número de conversão dos clientes dele, aí, ele é pago. Então, vai muito de testar e entender a psicologia que precisa ser usada para este tipo de trabalho.

Então, outra pergunta, que é de Alex Brito. Na verdade, não é bem uma pergunta.

“Obrigado pela primeira conversa em vídeo! O Paolo Garcia realmente surpreende com sua visão e a maneira que ele trabalha com as cartas de venda. Parabéns de novo, Marcus!”

Não foi uma pergunta, mas obrigado, caro Alex. Às vezes, nós conversamos pelo Facebook… bem, uma pergunta legal e que vem do nosso membro favorito até aqui, que fez um monte de perguntas, a Rosângela de Melo.

Muito obrigado. Essa pergunta é para o Paolo…

“A primeira conversa foi muito legal, Paolo! Eu vi muita coisa online e segui algum conteúdo exibido na internet, mas eu não tenho uma lista, e eu quero saber mais sobre como eu posso me tornar uma profissional melhor e uma afiliada melhor?

Minha pergunta é: Qual o primeiro passo que eu preciso dar? Copywriting parece ser um dos muitos tópicos desta profissão, mas como eu começo?”

Muito obrigado pela pergunta. Ele vai dar o primeiro passo que ele pensa, e depois, eu darei a minhas sugestões.

Paolo Garcia (Copywriter): OK, com certeza.

Em primeiro lugar, ótima pergunta.

Para mim, o primeiro passo é apenas fazer a primeira venda o mais rápido possível, com o mínimo tempo investido, o mínimo de dinheiro investido, o ideal seria zero, se possível.

E isto é realmente tudo o que você tem de fazer: Fazer a primeira venda. E aí, você poderia começar com algumas coisas.

Você poderia começar com o que você sabe, ou poderia ir com uma indústria sem saber absolutamente nada. Eu fiz os dois. Por exemplo, consultores de copywriting, uma coisa que eu fiz foi simplesmente… eu fui a um forum e disse:

“Me perguntem algo, me perguntem algo sobre copywriting.”

E então, eu disse:

“Eu vou apenas dar coisas a vocês gratuitamente, e se vocês quiserem me contratar, eu vou tirar seu dinheiro também, certo?”

Marcus Lucas: Uau!

Paolo Garcia (Copywriter): E foi aí que as pessoas começaram a me enviar mensagens como:

“Legal! Quanto é para trabalhar com você?”

E de repente, eu comecei a receber ofertas de pessoas que queriam que eu escrevesse a cópia de venda delas. Então, foi assim que eu comecei.

Se você não tem uma lista ou algo parecido, existem muitas listas virtuais online, fóruns… Uma coisa que eu fiz recentemente foi acompanhar os grupos do LinkedIn.

Se você vai no LinkedIn, você pode encontrar alguma indústria, digite isso na barra de pesquisa, clique em grupos ao lado, e terá literalmente pessoas construindo listas para você gratuitamente.

Você pode, por acaso, ir e enviar mensagens para as pessoas, se conectar com elas, compartilhar discussões, e então, você pode construir sua lista, e também validar ideias como estas.

Marcus Lucas: São dicas incríveis.

E também, não é tão difícil quando você sabe todos os passos, e na primeira conversa, o Paolo estava dizendo:

“Se você realmente sabe de cópias, como construir a carta de venda de uma maneira bem estruturada, com todos os gatilhos, e isso é algo que apenas poucas pessoas no mundo conseguem fazer realmente bem.”

E elas são muito bem pagas, porque isto é o que faz a venda.

Paolo Garcia (Copywriter): E a maioria delas, você nem conhece.

Como todas as manchetes e coisas do gênero, que você vê nas revistas, bem antes de você conferir e comprar nas lojas, aqueles caras são pagos com muito dinheiro.

Você nem os conhece.

Marcus Lucas: E até o meu mentor em Ko Samui. Ninguém o conhece, mas ele está ganhando… porém não posso falar quanto.

Então, um dos meus conselhos para qualquer tipo de pessoa que queira começar negócios, e as 2 visões são válidas. Existem diferentes estratégias, mas ambas são realmente válidas.

Uma é tentar construir o seu produto. Por várias razões, as pessoas tentam somente fazer vendas como afiliadas, mas às vezes, você promove alguém, e eles simplesmente tiram o produto do mercado.

Então, você não tem tanto controle, a menos que você tenha todos os horários, os horários anuais daquelas pessoas que estão criando o produto, para que você possa promover eficientemente.

Mas é muito difícil fazer isto. Você precisa estar em um certo nível em que… confiem em você para abrirem todos seus calendários de lançamentos e estratégias, para que você possa seguir apenas promovê-los.

Então, construir seu próprio produto, eu acredito que seja muito, muito importante.

Você pode se associar a alguém, você pode ter alguém construindo o produto para você, e você só faz o marketing. Esta é, na verdade, uma forma mais fácil de ver isto.

E ao mesmo tempo, quando você tiver os seus próprios clientes, o que vai acontecer é que, agora, outras pessoas que tiverem produtos vão confiar em você também, porque você precisa lidar com serviços de clientes às vezes, conversando com eles, fazendo com que se sintam felizes.

Então, este é o meu ponto de vista neste mercado.

Vamos para a próxima pergunta.

Paolo Garcia (Copywriter): Sim, ótimas perguntas!

Marcus Lucas: É a Rosângela de novo.

“Eu comprei o nome de uma marca. E eu estou me preparando para minha primeira postagem no meu blog, e então, eu poderei fazer a mudança nesta profissão, e eu estou tentando muito criar uma apresentação em vídeo, onde eu falo sobre mim mesma nesta primeira postagem.

Eu comprei um microfone, então, posso me comunicar pelo Skype, E agora, o próximo passo é passar meu blog para uma versão paga, provavelmente usando o WordPress.com.”

Então, eu vou postar novamente mais perguntas. Você tem algumas dicas para ela sobre blogging e copywriting?

Paolo Garcia (Copywriter): Sobre blogging, bom, geralmente, você fala sobre manchetes também. Existe um elemento de copywriting ali também.

Ninguém vai ler um artigo no qual não está interessado. E a primeira coisa que atrai o interesse e a atenção de alguém é a Manchete. Eu sei, Você sabe disto, porque você escreve um blog, e todas as suas manchetes são…

Você não apenas as escreve e deseja que alguma coisa aconteça. Na verdade, você pensa. Existe uma razão na forma que você escreve alguma coisa. É para atrair a atenção.

Então, eles podem clicar, abrir, e a partir daí, ou eles se inscrevem no seu blog, ou tomam a iniciativa que querem tomar.

Marcus Lucas: Uma das dicas que eu tenho aqui são listas. As pessoas adoram listas, como 3 passos para fazer algo.

A última do blog foi: “Meus 5 escritórios favoritos em Ko Samui.”

Então, tendo uma lista de elementos, as pessoas vão saber:

“Ah, eu vou ter ‘3 coisas’…”

Não vai ser um monte de texto sem nenhuma estrutura.

Uma pergunta do Duanne Rodrigues. Ele é um cara muito legal, já foi meu cliente e atualmente ele está com um produto na lista dos mais quentes (vendidos) no Hotmart – o Clickbank brasileiro.

Então, a pergunta dele é:

“Considerando cartas de vendas, o maior número de conversão que ele tem a partir de uma oferta irresistível, e quando ele vai estruturar as cartas de venda, o que converte mais, um vídeo descrevendo, ou seria uma descrição em texto da oferta?”

Paolo Garcia (Copywriter): OK, você vai ver uma tendência agora.

Se você vai no Hotmart, ou mesmo se você entra no Clickbank, na versão americana, todos aqueles vendedores top, você vai ver todos eles conduzindo cartas de vendas em vídeo.

Já não é mais aquele texto longo, ou algo de que as pessoas geralmente não se dão conta é isso, todas estas cartas de vendas em vídeo, elas eram, uma vez, uma carta de venda, mais provavelmente nas primeiras versões.

Para provar, mesmo que você apenas clique para sair, digamos que você clique para sair, tem um botão de sair, dizendo: “Por favor, fique!”, certo?

Se você clicar para sair dali, geralmente, eles vão dirigir você para a carta de venda na forma escrita. Você vai ver muito disso no Clickbank.

Eu não sei se é o caso no Hotmart, mas geralmente, todas estas cartas de venda, estas são cópias escritas primeiro, então, se elas convertem mais ou não, depende do seu mercado, mas geralmente, cartas de vendas em vídeo convertem mais mesmo.

Marcus Lucas: Mas novamente, você precisa de um copywriter para fazer o script para os vídeos.

Paolo Garcia (Copywriter): Você não pode apenas pegar um filmador, porque ele não sabe vender. Você tem que saber como escrever esta cópia primeiro.

Marcus Lucas: Exatamente. Então, uma pergunta é do Édipo Tolentino, muito obrigado pela pergunta.

“Eu tenho uma dúvida considerando páginas de captura. Eu vi estudos que dizem que imagens de praias de fundo convertem mais, não importa em que nicho de mercado.

E outras pessoas dizem eles precisam inspirar prospecto com uma imagem relacionada a seu nicho. O que você pensa sobre isto?”

Paolo Garcia (Copywriter): Meu ponto de vista é que, bem, pode ser verdade. Mas imagens não são o mais importante quando você busca optimizar suas conversões.

O mais importante é a qualidade de onde vem aquele prospecto. Qual é a qualidade da fonte de que este prospecto vem?

Por exemplo, Se você só está postando em grupos do Facebook, que são muito cheios de spam, talvez, sua conversão de optimização não vá ser tão alta, se comparada a quando você entra em grupos do LinkedIn, em que todo mundo está discutindo alta qualidade.

Na verdade, eu respondi lá, e eu tenho telas mostrando. Eles não mostram…

Por alguma razão, o MailChimp não captura números de conversão de assinaturas.

Quando nós estávamos capturando prospectos do Manta.com, que é como uma diretoria, e nós estávamos enviando e-mails frios para estes caras.

Marcus Lucas: Você pode explicar o que é enviar e-mails frios?

Paolo Garcia (Copywriter): OK. Enviar e-mails frios é tipo… você nunca teve uma discussão com aquela pessoa antes.

É a primeira vez que você está enviando um e-mail para ela. Então, você chama isto de “e-mail frio,” porque eu estou pedindo para optimizar algo, mas nós nunca nos encontramos antes.

Marcus Lucas: Eles tem as “Ligações Frias” na América, onde qualquer indústria de telemarketing, quando você recebe estas ligações, normalmente, elas são muito chatas.

Ou alguém ligando para você do banco, eles querem que você abra uma conta ou algo parecido. Eles não conhecem você. E eles mandam uma mensagem ou ligam para você.

E então, o que aconteceu?

Paolo Garcia (Copywriter): Então, “e-mails frios…”, quando e-mails frios vêm de diretorias, a conversão é muito baixa.

Nós usamos algo chamado de “toutapp” para ver qual era nosso número de conversões de opt-in, E elas foram tão baixas! Cara, nem vale mais a pena fazer isto.

Depois que nós vimos as estatísticas, nós simplesmente paramos por ali. Então, o que nós fizemos, em vez disto, foi entrar em grupos do LinkedIn, acompanhar os grupos, e aí, você pode ver todos aqueles membros ativos tendo todas aquelas discussões ativas, então, você pode se conectar com eles.

E a partir daí, nós enviamos mensagens para eles. Nosso número de conversões no LinkedIn foi de tipo 30 a 40%, Então, todas estas pessoas, 30 a 40% é um número muito mais alto, quando comparado a algo que você vá conseguir, talvez, online. Depende da fonte, como eu disse.

Não é tanto da imagem, porque o nosso opt-in para isto foi uma página branca com uma manchete, só isto. E uma barra de e-mail, e só.

Marcus Lucas: É, então, a fonte de tráfego é muito, muito importante. E algumas vezes, nem faz sentido.

Se você tem um curso de oratória em público, e você vai colocar uma praia de fundo, tipo, você vai fazer um discurso público na praia?

Realmente, não faz muito sentido.

Então, novamente, tente dar uma fonte de tráfego muito boa para a página de captura, esta é uma ótima, ótima dica do Paolo.

E no meu negócio também, os grupos, no LinkedIn e no Facebook, eles são incríveis, primeiro, porque eles são gratuitos, e segundo, existem pessoas discutindo. Já tem uma comunidade construída lá, onde as pessoas compartilham confiança.

Nós temos uma outra pergunta. E esta é uma pergunta muito boa, que é do Nick Gabriel. Ele foi o rapaz que entrevistou o Tim Ferriss, no canal London Real, do Youtube.

Muito obrigado, Nick!

Ele é um cara muito legal. E a pergunta dele é:

“Pergunte para o Paolo se o mercado está começando a ficar fatigado de cartas de vendas em formato longo. Paolo, o seu ponto de vista sobre isto?”

Paolo Garcia (Copywriter): Para as pessoas que não estão muito acostumadas com mercado direcionado, elas vão ser frescas. Isto é algo que nunca os deixará cansados.

Eles vão estar acostumados com muitos anúncios de marcas e nada pessoal, nada que conduza a oferta diretamente a eles.

Então, eu penso que estas pessoas vão ficar fatigadas?

Não.

De maneira geral, as pessoas que estão acostumadas com longas cartas de vendas em vídeo, ainda é uma cópia tecnicamente longa.

Os melhores vendedores estão lá usando cartas de venda em vídeo todo tempo. Você os vê inclusive ficar por horas no fim.

Tipo “O Fim da América”, que foi uma carta de venda em vídeo da Porter Stansberry, a companhia de investimentos, ela durou por mais ou menos uma hora.

Então, as pessoas estão se cansando de longas cópias de vendas?

Eu acho que não.

E elas vão se cansar alguma vez?

Acho que não.

É como quando alguém quer saber alguma coisa, eles vão querer saber tudo sobre aquilo.

As pessoas que não quiseram saber tudo a respeito em primeiro lugar, provavelmente não conseguiram seus melhores prospectos em primeiro lugar.

Marcus Lucas: Esta é uma pergunta muito boa, porque mesmo se for uma carta de vendas em vídeo ou escrita, a primeira coisa que você precisa fazer é escrevê-la.

Todo o script normalmente, para que… ou se você não escrever, você precisa saber que tipo de gatilhos emocionais você vai empregar ao longo do caminho. E esta resposta foi muito legal.

Muito obrigado, Paolo.

Paolo Garcia (Copywriter): Obrigado pela pergunta.

Foi uma pergunta muito boa, porque você vê esta discussão todo tempo, e para ser honesto, eu penso que nunca haja um argumento de que cópias longas sejam ineficazes.

Marcus Lucas: Hoje em dia, nós temos tantos mitos sobre esta indústria.

E provavelmente, nós vamos conversar mais sobre isto mais tarde, porque na verdade, o que nós precisamos fazer, se você está iniciando ou está em um nível intermediário, tipo, sabe o que funciona, tendo dados estatísticos verdadeiros, sabendo o que os produtos digitais mais vendidos no Clickbank ou no Hotmart estão fazendo, que estratégias eles estão usando?

E a maioria das pessoas, embora isto seja fácil algumas vezes, provavelmente eles sejam muito complicados para usar, e as pessoas estão gastando muito dinheiro para isto.

Então, apenas tome muito cuidado quando receber a informação de alguns gurus lá fora.

OK. Nós temos uma outra pergunta aqui, e esta é do Maicon Rissi, e ele é de Minas Gerais, Brasil. E ele está perguntando:

“Pergunte se tem algum tipo de script perfeito que você pode utilizar em qualquer tipo de cartas de vendas, e que tipo de palavras e frases são mais persuasivas.”

Paolo Garcia (Copywriter): OK. Para começo de história, existe algum script perfeito?

Eu não diria que exista um script perfeito, mas existe uma fórmula que está muito perto de ser perfeita, se você seguir esta determinada fórmula, você pode encaixá-la muito bem em qualquer indústria.

Então, para isto, existe uma fórmula. Nós poderíamos conversar sobre isto mais tarde ou algo do gênero.

E quanto a palavras, existe uma palavra que é muito boa para converter, mas muitas pessoas nem conhecem. E é tão simples! Na verdade, já teve até um estudo sobre esta palavra.

No todo… Será que eu digo esta palavra agora, ou todo mundo está…?

Marcus Lucas: Isso está me matando, cara.

Paolo Garcia (Copywriter): A palavra é “porque”. Porque.

É tão subserviente. Mas eles fizeram esta experiência, se você ler o livro… Eu não tenho certeza se é o Influência, eles falaram sobre…

Marcus Lucas: Do Robert?

Paolo Garcia (Copywriter): O Robert Cialdini! Sim.

Marcus Lucas: Sim.

Paolo Garcia (Copywriter): Eu não tenho certeza se foi neste livro, mas teve esta experiência que eles fizeram, certo?

Em que eles tiveram, por um instante, 5 pessoas em fila na frente de uma máquina de xerox para fazer cópias, e esta moça perguntava para eles:

“Com licença! Posso furar a fila, porque eu preciso fazer cópias e eu estou com pressa?”

E então, as pessoas diziam tipo:

“Sim, claro!”

90% ou mais estavam dizendo:

“Sim, claro! Pode ir.”

E os cientistas que estavam fazendo a experiência estavam pensando:

“Ah! Provavelmente foi porque ela tinha uma boa razão.”

E aí, eles decidiram: ‘Quer saber? Eu acho que não. Vamos tentar de outra forma.’ E então, desta vez, ela perguntou para as pessoas à frente dela:

“Eu posso fazer cópias, porque eu preciso fazer cópias?”

Todo mundo precisa fazer cópias naquela fila, certo?

Marcus Lucas: Sim.

Paolo Garcia (Copywriter): Então, as pessoas estavam tipo… “Sim, faça isto.”

Foi bem como esta simples palavra, certo?

Porque eles descobriram que só aquela simples palavra, Sabe, você vê isto. De fato, se você… eu não quero… Eu acredito no SovereignMan, o Simon estava usando isto.

Nas capturas dele, todos os pontos principais estavam dizendo: “Porque…”

Marcus Lucas: E até o meu mentor.

Paolo Garcia (Copywriter): Sim.

Marcus Lucas: Ele também me explicou sobre usar isto nos pontos de dor.

Paolo Garcia (Copywriter): Ah, é mesmo?

Marcus Lucas: É. OK. Vamos para a próxima pergunta. Esta foi uma ótima dica.

Paolo Garcia (Copywriter): Ah, claro! Porque veio de mim. É por isto.

Marcus Lucas: Eu vou cortar esta parte.

Paolo Garcia (Copywriter): Ah! Qual é!

Marcus Lucas: Então, a próxima pergunta é do Rafael Abellan, e ele diz que a maior dúvida dele é considerando quando você está escrevendo as cartas de venda, qual é o limite entre persuasão e agressividade.

“Como é que ele pode ser persuasivo na oferta, sem ser tão agressivo? Como ele pode falar sobre os pontos de dor dos prospectos de alguma maneira que não cause mais dor ou constrangimento, mas que ele ainda possa tomar uma iniciativa para comprarem o produto?”

Esta é uma pergunta muito boa!

Paolo Garcia (Copywriter): OK. Então são tipo 2 perguntas, uma é sobre agressividade/persuasão, e outra, sobre como não constrangê-los.

Sim, então, vou direcionar a primeira: Persuasão.

Em primeiro lugar, persuadir não é gritar. Você não está gritando ou forçando alguém a comprar.

Você só está tentando dar uma ideia clara para eles de qual é o problema e de como você pode ajudar para que isto seja resolvido para eles. É apenas isto.

Marcus Lucas: Se você tem um bom produto.

Paolo Garcia (Copywriter): Sim, bom, sim, exatamente.

Marcus Lucas: Por favor, não tente vender…

Você pode vender qualquer porcaria com toda esta informação, mas por favor, não faça isto.

Paolo Garcia (Copywriter): Geralmente, a diferença é que as pessoas que vendem produtos de baixa qualidade estão forçando alguém a comprar, porque ninguém quer.

Marcus Lucas: Sim.

Paolo Garcia (Copywriter): Mas se você tem algum produto que é muito bom, tudo o que você precisa fazer é apresentá-lo claramente, e as vendas se tornam mais fáceis.

Marcus Lucas: Sim.

Paolo Garcia (Copywriter): Então, o limite.

Quando eu escrevo cópias, eu não estou forçando ninguém a comprar nada. Eu apenas abordo, para as pessoas que têm o problema, o máximo que eu posso fazer para ajudá-las e então, descrevo claramente como eu posso ajudá-las.

E é só.

Marcus Lucas: Exatamente. Foi uma pergunta muito boa. E a segunda parte?

Paolo Garcia (Copywriter): Como não constrangê-los?

Marcus Lucas: Sim, ou quem sabe devemos constrangê-los um pouquinho?

Paolo Garcia (Copywriter): Tem uma coisa. E o seu mentor nos ensinou isto, quando você diz que não é culpa deles.

Marcus Lucas: OK, mas dê a sua opinião.

Eu não quero mencionar o meu mentor.

Paolo Garcia (Copywriter): OK, minha opinião.

Você não vai falar para alguém… existe uma coisa, porque as pessoas sempre tem mentiras que elas dizem a si mesmas, certo?

Por exemplo, se alguém está tentando perder peso, eles sempre vão dar alguma desculpa, não?

E é culpa deles? Não é?

Talvez seja culpa deles, talvez não seja, ou talvez eles nem tenham descoberto seu produto ainda.

Então, você não está realmente tentando constrangê-los, mas mais, tipo… dizendo:

“Eu entendo de onde você vem, e talvez todas estas coisas não tenham funcionado, por causa disso…” “porque”, veja a palavra “porque”, e aí, você apresenta o seu produto.

Então, você não vai estar tentando constrangê-los necessariamente.

Quando você agita a dor, você não está constrangendo ninguém, você está descrevendo claramente os problemas por que as pessoas passam.

Então, talvez, mesmo que eles tenham experimentado um monte de coisas, eles ainda não tenham encontrado solução para o problema, e talvez, você a tenha.

Marcus Lucas: Sim, e é bem verdade, porque normalmente… e eles têm este estudo, não é?

E eu não quero ofender ninguém.

Este estudo que falava sobre isto estava levando em conta as pessoas que eram muito obesas e, normalmente, passavam dizendo que era um problema genético, para se sentirem confortáveis com a situação.

E eles fizeram um estudo em que 95% eram completamente normais.

Nós, como seres humanos, colocamos desculpas na nossa cabeça para não fazermos algo.

Para aprender uma língua, aprender Inglês, aprender a nos melhorarmos em um relacionamento, para preenchermos mais a nossa vida, e às vezes, nós precisamos fazer com que eles descubram que esta crença nos limita.

Se eles acreditarem em algo que não vai haver mais crescimento na vida deles, e isto também funciona em relação a dinheiro.

Paolo Garcia (Copywriter): Crenças são tudo.

Marcus Lucas: Sim.

E agora, nós temos algumas perguntas internacionais. Uma é da Índia, Mumbai. Samal estava perguntando:

“Eu li a cópia dele, que ele me enviou.”

Eu não sei que cópia, eu acho que tem a ver com uma cópia de venda de café…

Paolo Garcia (Copywriter): Sim. Ele me pediu:

“Eu posso ver uma exemplar de uma cópia sua para um cliente?”

E eu disse:

“Claro!”

E mandei para ele uma que eu fiz para um cara que vendia café online.

Marcus Lucas: OK. Sim. Então, a pergunta dele é:

“Onde você pega todos os detalhes, como a cópia de café? Ele tem tantos detalhes específicos!

Como ele pega tantos detalhes específicos em cada minuto? Ele faz a pesquisa sozinho para fazer a cópia de venda? Ou o que acontece ali?”

Paolo Garcia (Copywriter): Sim.

Então, é que quando você está escrevendo cópias, as cópias mais fracas que você vê são aquelas que não apresentam especificidade.

As que não tem detalhes, aquelas que são mais simplesinhas.

A cópia boa mesmo que você vai ver é aquela de alguém que fez uma pesquisa. Os melhores copywriters são aqueles que fizeram toda a pesquisa primeiro.

Marcus Lucas: Sei.

Paolo Garcia (Copywriter): Eugene Schwartz, antes de escrever cópias para um produto, ele tomou todas as notas sobre aquele livro muitas vezes e as leu.

Então, quanto a fazer a pesquisa, você tem que conhecer o produto primeiro.

Você tem que conhecer o produto, você também tem que conversar com a pessoa que fez o produto. Se não foi você quem fez, você tem que conversar com a pessoa.

E se foi você, bom, aí, você tem que trabalhar nele de novo e ter certeza de que você sabe tudo a respeito. Você tem que conversar com o pessoal do mercado, saber o que eles querem e tudo.

Então, realmente, como eu consegui os detalhes específicos?

Eu conversei com as pessoas. Eu conversei com os fundadores e conversei com as pessoas que, muito provavelmente, vão comprar. E é isto.

É assim que funcionam as cópias. Você tem que conhecer o mercado, você tem que conhecer tudo.

Marcus Lucas: Fantástico o que ele disse, porque tem muita gente que me manda mensagem, dizendo:

“Eu posso ser um afiliado?”

E eles não compraram o produto, isto é, como eles podem se promover com eficiência?

E assim, eles não vão destruir a imagem e todo o esforço para colocar informação gratuita, pesquisa?

Eles podem destruir bem facilmente. Então, primeiro, compre o produto, conheça-o…

Alguma outra dica sobre isto?

Paolo Garcia (Copywriter): Este ponto é incrível.

Porque quando eu estava começando, eu comecei como afiliado. E quando você vê outros afiliados fazendo concorrência, você vai ver que não há páginas de valor, ou você pode dizer que eles não estudaram o produto.

Marcus Lucas: Incrível!

Bom, nós temos uma pergunta. Obrigado, Samal, de lá da Índia.

Paolo Garcia (Copywriter): Samal!

Marcus Lucas: Então, do Henry Yamamoto.

“Tem algum livro que você recomende para ele ler?”

Teria algum livro em específico ou alguns livros que seriam úteis para alguém que está assistindo?

Paolo Garcia (Copywriter): Certo. Se eu pudesse recomendar um livro sobre marketing ou copywriting, seria The Gary Halbert Letter. Eu acho que é TheGaryHalbertLetter.com.

Mas esse cara era lendário em marketing direto e copywriting. E eu comecei daí. Foi aí que eu descobri o marketing direcional.

Eu não sei como. Eu só me lembro de ter entrado na internet e lido uma carta de notícias e já me amarrei. E você pode encontrar uma compilação de todas elas juntas, quer dizer, eu começaria por aí. Leia um assunto por dia.

Seria isto.

Tem alguns livros recomendados ali, mas se você ficar só naquelas cartas de notícias, você estará bem.

Marcus Lucas: Fantástico!

Agora, eu percebi que nós temos mais perguntas. dentro do nosso grupo privado no Facebook, que eu ainda não publiquei. Então, por favor, não fiquem chateados comigo. Nós vamos publicá-las muito em breve.

O Felipe Trombini, ele deu uma contribuição, não é bem uma pergunta, mas nós podemos transformar isto em uma pergunta.

Dentro do grupo, nós estávamos discutindo sobre testes de A/B, testes divididos de imagens de fundo, e ele estava dizendo:

“Ah! Esta discussão foi muito legal.”

Fazendo mais testes, nós acabamos vendo qual converte mais. É provável que eu faça um monte de páginas para testar isto.

“Às vezes, não é o fundo, Algumas vezes, é a manchete, ou o botão, ou aquilo que você oferece gratuitamente.”

Então, o que você acha deste comentário?

Paolo Garcia (Copywriter): O que é importante? A manchete, o botão ou o produto gratuito?

Marcus Lucas: Sim, quais são os pontos principais na página de captura, que você pode testar?

Paolo Garcia (Copywriter): Os 3 maiores componentes formam a lista. Então, nós já falamos sobre isto antes.

A fonte de tráfego dos prospectos, depois é a oferta, e depois, a cópia.

Então, eu me focaria primeiro na fonte de tráfego.

Então, que tipo de informação gratuita eu vou dar? E será que ela se conecta com as pessoas daquela fonte de tráfego? Será que ela se conecta com o que elas querem?

E depois, finalmente, eu testaria a manchete. Então, a partir daí é que eu a testaria.

Marcus Lucas: E isto é incrível, porque eu recebi tantos comentários e tantas coisas sobre as quais eu não tenho nem ideia, mas alguém disse:

“Pô, cara! Eu mandei em torno de 50 pessoas para este site e não converteu.”

Primeiro, 50 não é um número tão grande de pessoas.

E em segundo lugar, vai muito de como você está mandando estas pessoas e de que fonte.

Teve um tempo em que um cara, do Frangonerd.com ou net, no Brasil, ele tinha este site de comédias. Ele postava coisas bem engraçadas.

Então, eu pude recrutá-lo como afiliado e pedir para ele colocar alguns banners no topo, e agora, tem um monte de tráfego neste site. E isso foi ao redor de 2 ou 3 anos atrás, quando eu estava começando, e eu disse:

“Sim, use meu banner e, talvez, você faça algumas vendas.”

E ele mandou milhares de pessoas e absolutamente não teve vendas.

Então, é por isto que a fonte de tráfego é muito, mas muito importante. E na próxima vez que você disser para qualquer pessoa, “Ah, mas eu enviei um monte de tráfego para você…”

Mas como é que você está enviando este tráfego para eles?

Eu acho que provavelmente, nós possamos envolver isto.

Você quer falar um pouco mais sobre os mitos da indústria?

Paolo Garcia (Copywriter): Sabe, eu realmente percebo que copywriting só é difícil, se você dificultar. Quero dizer, é realmente, e pode ser realmente simples.

Eu vejo perguntas como… Eu não sei como dizer o nome dela. É Rosângela?

Marcus Lucas: Rosângela.

Paolo Garcia (Copywriter): Ela faz perguntas muito boas, não é mesmo?

Marcus Lucas: Sim.

Paolo Garcia (Copywriter): Especialmente, quando você está recentemente começando. E quando você está começando, você pode começar de maneira simples, certo?

Apenas fazer uma carta de vendas e só jogar tráfego em cima e ver se as pessoas vão comprar. E eu vejo que o problema é que as pessoas tentam complicar muito.

Especialmente, se você está só iniciando e você é apenas um iniciante, eles tentam deixar cada detalhezinho perfeito, Eles tentam acrescentar muitos elementos para dificultar. Você vê isso todo tempo. Como lançamentos e coisas do gênero.

Você vê as pessoas fazerem Muitos vídeos, muitos e-mails só para uma carta de vendas, e uma coisa de que as pessoas não se dão conta é que em primeiro lugar, você não só está dificultando sua vida, acrescentando todas estas variantes que podem mudar suas vendas, e você não sabe qual destas coisas, e existem muitas coisas, somente em um passo, que podem mudar tudo.

Marcus Lucas: É, e tem o complicador, como agora. Tipo, e é claro, tem também a curiosidade vinda das novas estratégias quando se está no início também.

Porque quando você tem uma carta de vendas simples, pode ser de uma página ou um vídeo longo, você tem menos variantes para controlar o número de conversões.

Por exemplo: A manchete, a oferta, os pontos de dor…

Então, nós temos apenas estas variantes que você pode controlar e fazer um teste A/B. Você pode fazer um teste dividido com diferentes versões.

Agora, se você tem muitos vídeos, como 20 vídeos no funil de vendas ou até 3, cada vídeo vai ter as mesmas variantes. Então, vai ser mais complexo.

E aí, você vai ter pessoas se inscrevendo, e então, você vai precisar ficar enviando e-mails para elas, e então, elas vão querer comprar antes do carrinho abrir.

E às vezes, elas não recebem os e-mails, ou às vezes, elas já estão cansadas. E especialmente, porque existe um monte de coisas que você precisa levar em conta quando está fazendo um lançamento próprio.

Por exemplo, que voz você vai usar? Como você vai se apresentar?

Porque algumas vezes, as pessoas vão julgar você em questão de uns 3 segundos.

Elas vão dizer:

“Ah, eu não gostei dele.”

“Eu vou fechar isso.” ou “Está muito chato!”

“Ele não passa muita energia.”

Então, é mais complicado.

O que nós podemos aprender aqui é a ver os verdadeiros dados estatísticos no mundo. E os produtos mais vendidos no Hotmart agora, o CódigoDaAtração.com.br, o TopAfiliados.com.br, SegredosDoAdsense.com.br, QueimaDe24Horas, não, de 48Horas.com, EmagrecerDeVez… (um programa assim).com.

E todos eles são cartas de vendas de 1 vídeo, simplificando.

Até o TopAfiliados.com.br é só uma carta de vendas longa, deixando bem mais simples. Porque é mais fácil para medir e melhorar os resultados no futuro.

E tinha uma outra, que eu acho que você me mostrou antes. Era uma carta de venda em texto, que estava vendendo um mastermind por $25,,000 por ano.

Paolo Garcia (Copywriter): Tem um clube, não é? Alto Nível, geralmente de pessoas que se fizeram por si mesmas.

Marcus Lucas: Estas pessoas que se fizeram por si mesmas são pessoas milionárias que se fizeram por si mesmas, não?

Paolo Garcia (Copywriter): Sim, é a maior parte.

E para se associar a este clube, até onde eu sei, eu acho que foi em 2011, que uma carta foi escrita custando $25,000 dólares americanos por ano. E foi uma carta de venda simples, não simples, mas uma carta longa.

Parece injusto. É como uma carta de vendas em texto na internet mesmo. Uma carta em um site não parece cara. Não existe um gráfico caro, não tem vídeo e apenas mostra o poder de copywriting.

Você vai ler palavras, e as pessoas vão lhe dar $25,000 dólares?

E ainda nem foi o preço mais alto pelo qual eu vi as pessoas venderem por copywriting. Você me entende?

Realmente, se você sabe fazer copywriting, se você sabe como passar a mensagem e você sabe como trocar valor com outra pessoa, você pode conseguir o que você quiser.

Marcus Lucas: Sim, provavelmente, nós iremos mostrar esta cópia aqui.

Então, é por isto que apenas entendendo, às vezes, você conhece o mercado ou… algumas pessoas vão tentar empurrar coisas para cima de você. Elas vão dizer:

“Ah, as cartas de vendas, você pode apenas passar por cima.”

Mas você sabe que muita gente quer ler sobre o produto primeiro. Se você vai comprar um iPhone, você vai querer ver quanto de memória ele tem e vai precisar fazer comparações.

E isto remete a uma outra pergunta. E eu peço desculpas por não saber quem fez esta pergunta.

“Qual deve ser o tamanho de uma carta de vendas escrita ou em vídeo?”

Você vai primeiro nesta…

Paolo Garcia (Copywriter): Bom, eu comentei antes sobre cartas de vendas em vídeo, do mesmo cara que começou o Atlas 400, eu acho que o nome dele é Porter Stansberry, ele fez aquela campanha de “Fim da América”, que fez muito sucesso.

E era uma carta de vendas em vídeo, que tinha a duração de mais de uma hora. Então, tecnicamente, é como se alguém estivesse assistindo a um filme, certo?

E a diferença para as cópias de venda longas é que não tem limite para elas.

A única coisa com que as pessoas devem se preocupar, e aqui, eu sempre sigo este conselho:

“Não é a cópia longa que é ruim, é a cópia longa e sem conteúdo.”

E isto quer dizer, a cópia que é chata. A cópia que não se conecta com o que as pessoas estão precisando. Se você não sabe como fazer a sua pesquisa, se você não sabe como escrever sua cópia dentro da fórmula, bom, aí, não importa o quão curta ou longa você a escreve.

Se a pessoa não está interessada, não importa se é curta ou longa.

Marcus Lucas: Sim, é verdade.

E uma das dicas que alguém me deu foi:

“Uma boa carta de vendas deve ser tão longa quanto demora para uma pessoa comprar o produto.”

E algumas pessoas estão prontas para comprar. Elas são prospectos quentes, elas estão preparadas para comprar, e em alguns prospectos frios, você vai precisar engatilhar emoções, da maneira adequada de estruturar, para que você possa fazer a venda.

Vamos dar alguns exemplos nos produtos digitais mais vendidos na América, no ClickBank, que estejam usando uma carta longa escrita ou em vídeo. O TruThabouTabs.com

Paolo Garcia (Copywriter): Truthaboutabs, eu conheço, em vendas, aquele cara ganha mais que um milhão por mês. Um milhão de dólares americanos por mês.

Marcus Lucas: Nós vamos colocar aqui em baixo o link do blog do Tim Ferriss.

Paolo Garcia (Copywriter): Sim. O Tim Ferris o entrevistou, e ele falou sobre isto, não?

É apenas uma carta de vendas em vídeo. E se você sair dela, você vai ver a versão escrita. Se você sair, você vai ver a versão escrita.

Então, a carta em vídeo só mostra, novamente, a cópia escrita em que se baseia. Era um script primeiro. Geralmente é o que acontece. Eles contratam copywriters para fazer o script, e depois, convertem para um vídeo.

Outros produtos que estão usando cartas de vendas em vídeo? É fácil.

Se você apenas entrar no Clickbank, entrar no MarketPlace, pegue uma categoria. Os melhores em saúde sempre mudam.

Mas eu conheço o Diet Solution Program, que é uma carta de vendas em vídeo, Tem outras em saúde e fitness. E é até divertido, porque você vai ver uma, tem esta, que eu esqueci de que produto era. Eu acho que o nome é de um garoto chamado Randy, ou algo assim…

Mas a carta em vídeo está no topo, e abaixo dela, está a cópia escrita. Então, é como uma carta de vendas em um vídeo animado.

Marcus Lucas: É híbrida.

Paolo Garcia (Copywriter): Sim, é loucura.

Marcus Lucas: Sim, até o Eben Pagan, no lançamento do ano passado, foi um vídeo longo. Eben Pagan, se vocês o conhecem, ele era o David DeAngelo e ele deu cursos de treinamento em vários campos diferentes.

E ele é tipo o “cabeça” do negócio. Mas foi uma carta longa de vendas em vídeo, e ele vendeu um curso de treinamento por 2 ou 3 mil dólares.

Então, isto funciona mesmo. E eu vou dar uma última dica para todos.

Houve um estudo de pesquisa sobre como você pode melhorar o índice de credibilidade do que você está dizendo na sua cópia escrita. Em uma carta de vendas ou em qualquer mensagem, na qual você faz uma apresentação, ou qualquer coisa assim.

É um estudo de Erin J. Newman, da Universidade de Victória.

Se você faz qualquer tipo de chamada, escreve qualquer tipo de frase, se você colocar uma imagem ao lado, vai ser bem mais confiável. E você pode aplicar isto a qualquer coisa. Até nas cartas de vendas.

Você vai ver cartas de vendas escritas ou em vídeo, que usam imagens para aumentar a credibilidade, a confiança daquele produto, então, você vai poder usar isto nos seus vídeos, na sua cópia, ou em qualquer outra coisa. Então, Paolo Garcia, você tem uma última dica ou uma última mensagem para todo mundo?

Porque agora, são provavelmente…

Paolo Garcia (Copywriter): Sim, uma boa dica: Continuem nos seguindo!

Continuem seguindo o Marcus! Vocês vão aprender mais.

E eu tenho certeza de que no futuro, ele vai ter muitas pessoas ótimas, que poderão compartilhar dicas ainda mais valiosas.

Marcus Lucas: Sim, e de novo, pessoal, fiquem à vontade para comentar abaixo. É claro, para mim, é muito trabalho para conseguir que ele também responda.

Agora, nós estamos em Manila, nas Filipinas, onde eu vou tentar fazer o meu melhor para traduzir tudo, todas as respostas dele.

Mas se eu não fizer isto logo, eu vou fazer. Pode levar apenas algum tempo, porque eu estou um pouquinho ocupado.

Paolo, foi realmente incrível! Obrigado.

Paolo Garcia (Copywriter): Obrigado! Obrigado, pessoal, pelas perguntas!

Marcus Lucas: Obrigado, pessoal, e até breve! Comentem abaixo ou se inscrevam.

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OSAKA, JAPÃO

Marcus Lucas, além de Mestre em Sistemas de Informações Globais e Telecomunicações pela Waseda University, Japão, é empreendedor digital nômade e autor, apaixonado por automação de negócios e lifestyle business.

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