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Nômades Digitais: O Que são e Por Que se Tornar um Nômade Digital?

Por

O assunto nômades digitais vem ganhando um certo destaque nos meios de comunicação, não apenas em canais online mas também nos veículos “tradicionais” como jornais, revistas e até televisão.

Isso ocorre principalmente por causa das mudanças que estão ocorrendo nas formas de trabalho devido à presença cada vez maior da Internet na vida das pessoas.

O estilo de vida que levam os nômades digitais é apenas um modismo ou é algo que deve ser visto com mais atenção?

Particularmente, penso que a segunda opção é a mais coerente, por se tratar de algo que já é feito por várias pessoas e também é um dos assuntos deste blog.

Hoje é possível gerenciar um negócio de qualquer parte do mundo, bastando para isso ter um computador e uma conexão com a Internet.

A presença cada vez maior da rede mundial de computadores traz inúmeras possibilidades, como flexibilidade de horários, poder trabalhar não apenas de um único lugar e escalar os negócios.

Nesse estilo de vida, é possível aliar aventuras e negócios, sem que um exclua o outro e é nesse contexto que surgem os nômades digitais.

Porém, aparecem muitas dúvidas a respeito desse novo estilo de vida e, para respondê-las, o Cadu Cassaú, do canal Se Joga, Cara!, enviou-me 8 perguntas, respondidas em vídeo.

O assunto é interessante para você? Prepare-se, pois este vídeo lhe será muito útil!

Seu Vídeo: Respostas Sobre Nômades Digitais

Neste vídeo gravado em Vilnius, capital da Lituânia, você aprenderá um pouco mais sobre que são nômades digitais, sobre esse estilo de vida e os motivos para você se tornar um deles.

Além das dúvidas que serão respondidas, também terão dicas valiosa para quem quer ter uma vida nômade, fazendo do mundo o seu quintal.

Pegue papel e caneta para anotar as principais ideias do vídeo que segue abaixo, onde são respondidas as perguntas sobre nômades digitais!

Coloque esse vídeo no seu site (copie e cole o código HTML)

Se você pretende iniciar a carreira como um nômade digital e não sabe como e nem por onde começar, este vídeo certamente é o mais importante. Assista-o agora mesmo!

Nele estão várias respostas sobre o que são os nômades digitais, com que e como trabalham e dicas do que se fazer e o que se evitar para quem pretende seguir esse estilo de vida.

As principais respostas que você verá no vídeo são as que seguem:

  • Um breve histórico da minha formação profissional e da minha carreira como nômade digital.
  • Formas de ganhar dinheiro para manter as viagens pelo mundo.
  • Lugares seguros e com custo de vida barato para se viver e aprimorar a produtividade.
  • Aceitação deste estilo de vida por parte da família e pessoas ao redor.
  • Prós e contras da vida dos nômades digitais.
  • Dica de ouro para você se tornar um nômade digital.
  • Importância maior da execução em relação ao plano em si.

Dicas importantes para você:

Várias pessoas no mundo optaram por seguir um caminho alternativo, trabalhando com negócios digitais de qualquer lugar do mundo e são nômades digitais que servem de referência.

E não existem apenas estrangeiros!

Há também nômades digitais brasileiros, pessoas que decidiram trocar de vida, aceitar novos desafios e seguir um outro caminho, trabalhando em qualquer lugar do mundo.

Assim como toda forma de trabalho, para manter esse novo estilo de vida também irá exigir um pouco de esforço, de conhecimento e de planejamento, de forma que os riscos sejam calculados.

Como em qualquer atividade, existem prós e contras, mas como nômade digital eu penso que os motivos favoráveis superam muito os contrários.

O nomadismo digital também abre as portas para inúmeras possibilidades, dentre as quais entrar em contato com culturas diversas, conhecer lugares fascinantes e até mesmo crescer em tempos de crise.

É também o estilo de vida que envolve de forma mais aprofundada as 3 liberdades que proporcionam o enriquecimento: de tempo, geográfica e financeira.

Antes de pegar a estrada…

Agora que você já conhece um pouco sobre nômades digitais, sabe que existem motivos favoráveis e contrários.

Mesmo sendo algo enriquecedor, exigirá uma certa disciplina nos trabalhos.

Antes de se aventurar pelo mundo em busca de novas oportunidades e de conhecer pessoas e lugares incríveis, é preciso se preparar e calcular os riscos para minimizar os prejuízos que vierem.

Essa preparação se faz buscando conhecimentos sólidos a respeito da atividade que pretende fazer e também garantindo fontes de renda para se sustentar durante as viagens.

Por fim, se você está comprometido em ser um empreendedor digital, sem enrolações e ainda criar novas possibilidades, recomendo fortemente que faça parte do nosso clube de empreendedorismo digital (clique aqui), enquanto ainda há tempo.

O que você quer fazer agora?

Abaixo estão três simples coisas que você pode fazer agora mesmo:

  1. Se você gostou do artigo, compartilhe para ajudar outras pessoas que têm dúvidas sobre ser nômade digital (clique aqui) e terem mais liberdade;
  2. Cadastre-se no nosso canal do Youtube (clique aqui) para receber nossos vídeos de forma prioritária e gratuita;
  3. Comente abaixo a respeito do que achou mais interessante sobre o estilo de vida dos nômades digitais e se você pretende ser um deles.

Espero que este conteúdo tenha sido útil a você! 🙂

Em prol do seu sucesso,

Marcus Lucas - Assinatura  

“Não alcançamos a liberdade buscando a liberdade, mas sim a verdade. A liberdade não é um fim, mas uma consequência.” – Leon Tolstoi

Sua Transcrição: O Que São Nômades Digitais E Por Que Se Tornar Um

Marcus Lucas: Olá, pessoal! Eu sou o Marcus Lucas, fundador do Libertação Digital: O lugar para você alavancar o seu negócio e o seu estilo de vida ao máximo.

Eu estou, hoje, aqui, de novo, em Vilnius, na Lituânia.

Eu tento participar deste evento de empreendedorismo digital, empreendedorismo em geral, que acontece aqui, que é um evento fantástico, que é o Sovereign Academy.

E a pedido do Cadu Cassaú, do canal Se Joga, Cara, (Obrigado, Cadu!), que também é participante do nosso grupo do Libertação Digital, nosso treinamento digital, ele faz parte da nossa rede de contatos.

O Cadu me mandou uma mensagem, me pedindo para que eu falasse um pouco mais, respondesse a umas perguntas sobre o que são nômades digitais, uma série de perguntas.

Vou ler as perguntas, enquanto a gente vai caminhando aqui pelas ruas e aproveita este solzinho de queimar a careca.

Então, vamos lá. Vamos para a primeira pergunta:

Pergunta número 1: Quando você decidiu se tornar um nômade digital?

Bem, eu decidi me tornar um nômade, foi quando no Japão, em 2008, eu trabalhei em Tókio, eu fiz universidade na Waseda University, fiz mestrado lá, depois, trabalhei em Tókio como engenheiro de software até 2008.

Trabalhei um ano e meio nesta empresa, até que teve o colapso financeiro de 2008, que teve uma crise global e eu vi muitas pessoas sendo demitidas do trabalho.

Ali foi que eu me dei conta de que eu não queria mais ficar enfurnado em um escritório, eu queria ter mais liberdade para que eu pudesse trabalhar de qualquer lugar do mundo.

A decisão real foi quando antes de me demitir, eu encontrei um grande amigo meu: o Chris Kirklin, que ele tem um site chamado ArtWeb.com.

E eu conversei com ele qual seriam as outras opções que eu pudesse trabalhar online, e ele tem uma plataforma Web, que se chama ArtWeb.com…

Ele me passou algumas informações do negócio dele e falou que eu também poderia fazer.

E ali, ele me abriu a cabeça, e eu li o livro Trabalhe 4 Horas por Semana, depois desta conversa com ele. A decisão foi um pouco antes de eu me demitir, e quando eu finalmente me demiti, não tinha mais volta.

Eu queimei todas as pontes, apesar de terem chovido propostas para eu trabalhar no Japão.

Recebi um convite para trabalhar na Amazon Japan, um outro convite para trabalhar na universidade de Osaka, com pesquisa e desenvolvimento, na área de DNA, enzimas e mapeamento de DNA.

Foi lá que eu tomei esta decisão de realmente focar em criar um negócio digital. Eu voltei para o Brasil e comecei a montar meus negócios online.

Pergunta número 2: Qual a sua formação?

Eu me formei em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Santa Maria e, depois disto, eu fiz um intercâmbio nas Filipinas.

Foi pela organização AIESEC, que lida com intercambistas e faz intercâmbios.

E depois, fiz mestrado no Japão, pela Waseda University, em Telecomunicações e Sistemas Globais de Informação. Então, esta foi minha formação.

Tive mais de 4 anos de pesquisa e desenvolvimento, fazendo artigos científicos com pesquisa e inovação, e depois, eu voltei para o Brasil para começar meus negócios digitais.

Terceira pergunta: Como você ganha dinheiro para manter a sua viagem?

Eu acho interessantíssima esta pergunta, porque muitas pessoas, até no Estadão, na matéria, pedem isso eu passei esta informação…

Que muitas pessoas vendem tudo, não têm uma fonte de renda extra e começam a viajar o mundo e se acham nômades digitais.

Mas a gente tem que ter fontes de renda para conseguir manter…

Até fiquei impressionado aqui na Lituânia, que para comer, é praticamente mais barato que no Brasil, é extremamente seguro e a infraestrutura é fantástica. Então, como eu faço? Como eu gero renda online?

Eu monetizo através de produtos ou serviços digitais.

E estes produtos, eu tenho um guia de preparação para quem quer ir para o Japão, pegar a mesma bolsa de mestrado, pesquisa ou PHD que eu peguei, que era a Monbukagakusho Schollarship…

Em que a gente fez um survay, um questionário com 210 pessoas que passaram nesta bolsa para poder plotar o perfil mais querido pelo governo japonês para conseguir. É uma das melhores bolsas do mundo.

O primeiro negócio digital que eu fiz foi um livro que eu vendo para mais de 60 países diferentes.

E a maioria da minha fonte de renda vem através, também, de treinamentos em empreendedorismo digital e mentalidade.

A gente tem um portfólio de 4 ou 5 produtos nesta área para ajudar o pessoal a desbloquear e começar a saber exatamente como começar a projetar um negócio digital que seja lucrativo…

Ver as métricas, se vai ser rentável, antes mesmo de construir todo o treinamento, e assim, ficar mais preparado para saber a estimativa do retorno do investimento.

A maioria são produtos digitais, alguns de treinamento, de informação, e também a gente tem algumas ferramentas Web.

Pergunta número 4: Onde você vive agora e por quê?

Agora eu estou na Lituânia, vim para este evento de empreendedorismo digital, mas eu estava morando em Chiang Mai. Já morei em Koh Samui, em uma ilha na Tailândia, e agora, eu estou morando em Bangkok.

Vou ficar um tempo em Bangkok para conseguir focar mais e criar mais conteúdo mais rápido para o pessoal que está pedindo no Libertação Digital.

Por que isto? Por que eu estou na Tailândia, em Bangkok? Porque lá é extremamente seguro, comparado com o Brasil, e para quem me segue, conhece o que eu passo, eu dou muito valor para a liberdade…

E eu acredito que a violência no Brasil é uma das coisas mais assustadoras para o brasileiro em geral. Então, eu consigo aflorar mais a criatividade, ser mais produtivo.

E também,é um país muito barato, comparado com o Brasil, e antes, a gente estava em Chiang Mai, pagando em torno de 500 reais de aluguel de um estúdio…

E tinha uma piscina gigantesca no edifício, o que no Brasil, seria muito mais caro.

Agora, a gente está em Bangkok, dividindo o apartamento com 2 pessoas, e cada um paga em torno de uns…

Eu não estou bem lembrado, mas em torno de uns 600, 700 reais cada um, e tem piscina, uma piscina muito bonita, se eu não me engano tem sauna, tem uma sala de TV, tem cozinha e tem academia.

É muito completo e é fácil de trabalhar de lá também. Este é um dos motivos pelos quais, também, eu decidi buscar mais possibilidades para não ficar apenas bitolado em um país.

Se der uma crise – a gente já vê uma crise gigantesca no Brasil – como é que a gente pode fazer para ter mais liberdade, e foi o mesmo que aconteceu no Japão em 2008.

Eu já passei por isto, e por isto é que eu decidi tomar este caminho dos nômades digitais. E assim, a gente pode buscar por mais possibilidades em outros países também.

Pergunta 5: Como ficam as coisas com a família?

Que perguntinha, hein Cadu?

No início, quando eu decidi fazer esta transição de ser nômade digital, eu tive uma conversa com os meus pais, que eu estava vindo pela primeira vez para a Tailândia…

Na cabeça deles, eles têm muito esta coisa enraizada de a gente pegar um emprego tradicional, montar carreira e continuar em uma empresa e, para eles, obviamente, gostariam de que fosse no Brasil.

E até que eu tive uma conversa com meus pais, eu falei que eu iria viajar para a Tailândia para plantar árvores, enquanto eu iria tocar meu negócio.

Eu lembro que um deles falou que eu já tinha quase 30 anos na cara e que não é uma boa eu me aventurar perto dos 30. E foi um tanto… um choque para mim.

Obviamente, eles não falaram isto por mal, é bom deixar isto bem claro, mas foi um choque para mim, que eu pensei: “Por que a gente não pode ter aventuras e também viver de uma forma responsável?”

No início, foi meio constrangedora a situação, mas agora, já faz em torno de uns 4, 5 anos, e eles entendem. Acredito que eles entendam do porquê que eu faço estas coisas.

E agora, eu cheguei em um momento em que a gente tem que traçar nosso rumo.

Não precisa ficar dependendo de validação de outras pessoas, apesar de que se der algum problema, eu posso voltar para o Brasil a qualquer momento, se precisarem de mim, eu volto.

Isto está bem claro com os meus pais e meus familiares, então, não tem problema nenhum.

Pergunta número 6: Quais são os prós e contras da vida dos nômades digitais?

Eu acredito que tem mais prós do que contras, mas vamos começar, então, com os contras:

Quando a gente começa nesta transição de ser nômade, a gente vai ter uma série de coisas que vai começar a tirar uns parafusos da nossa cabeça.

Uma delas é que a gente fica muito responsável pelo nosso destino. Por exemplo: a gente tem de tomar decisões constantemente…

Essas decisões vão impactar muito o futuro da nossa vida, dos nossos negócios e dos nossos relacionamentos.

Por exemplo: se a gente trabalha em uma empresa normal, muitas vezes, as decisões são feitas pelos nossos chefes, e a gente executa.

Mas no nosso caso, muitas vezes, a gente tem que traçar todo o plano que a gente tem de anos, a nossa visão para o futuro, onde é que a gente vai morar, por que é que a gente vai morar no lugar, qual é a estratégia por trás, de negócios também…

Esta é uma parte que demora um pouco para se adaptar neste novo estilo de vida.

Uma dificuldade que eu tive, muito grande, um desafio que eu tive também em conseguir conciliar, ter uma rotina diária, que normalmente antes, eu não tinha rotina nenhuma.

Eu acordava a qualquer hora, tinha vezes em que eu acordava às 3:00 da manhã e ia trabalhar, e agora, eu estou vendo como é importante acordar mais cedo.

Eu busco acordar cedo, em torno de umas 7 horas, para começar a fazer as coisas: planejar, ou trabalhar, ou ir para a academia.

Estes são os 2 grandes desafios no início desta vida dos nômades digitais.

Para as pessoas que não têm uma renda e viajam, e querem construir a renda ao longo do caminho, é muito mais difícil.

Eu vi várias pessoas fazendo isto e já vi os altos e baixos, e muitas vezes, os baixos são super baixos.

Se está no Brasil, construa os negócios no Brasil primeiro, deixe estável, com fluxo de caixa entrando, para vocês saberem o quanto o negócio de vocês está crescendo, para depois, tomar uma decisão de ser nômade.

E os prós, existem vários. A gente pode estar em qualquer lugar do mundo, a gente pode ter mais estratégias de flexibilidade.

Para a Lituânia, eu venho, porque tem um evento de empreendedorismo digital aqui que eu adoro, então, eu posso me reconectar com o meu mentor, com os instrutores multimilionários, com pessoas de uma rede fantástica de networking, estudantes de Harvard, as pessoas visionárias.

Isso enche a gente de energia para a gente continuar também, sempre subindo um degrau acima.

Tem a parte de poder escolher lugar estratégico, que é morar em Bali, que é morar nas Filipinas, ou passar um tempo no Vietnam, ou até mesmo morar aqui na Europa é mais possível.

E também, poder ter o horário flexível, que no meu caso, com um dos meus treinamentos, eu sou extremamente transparente com os membros.

Agora, por exemplo, quando eu vim para cá para este evento de empreendedorismo, eu conversei com os membros, deixei um vídeo gravado, falei:

“Pessoal, dos dias 6 a 10, ou até 13, eu não sei como é que a Internet vai estar. Então, neste tempo, continuem estudando os materiais, que a gente não vai conseguir dar um apoio para vocês.”

E eles são extremamente fantásticos por entenderem isto: que eu estou aqui buscando conhecimentos para repassar para eles, e é um conhecimento do mais alto gabarito.

Se algum dos membros do nosso clube do Libertação Digital está assistindo isto, muito obrigado pela compreensão, porque realmente é fantástico.

E tem mais umas perguntas aqui. Outra dela: Antes…

(Conversa em inglês com dois participantes do evento Sovereign Academy)

Estes 2, eles estavam no evento, também, de empreendedorismo, e eu vou dar uma passada rapidinha. Daqui a pouco a gente conversa, pessoal.

Pergunta 7: Uma dica para quem quer se tornar um nômades digitais.

Normalmente, tem 2 áreas para se trabalhar como nômades digitais. Uma deles é fazer trabalho como freelancer, que é, normalmente, a gente trocar nosso tempo pelo dinheiro.

Ainda a gente vai estar naquela corrida dos ratos, que é muito bem explicada no livro Pai Rico, Pai Pobre.

Quem não leu ainda, é altamente recomendado este livro, porque vai mudar muito a sua mentalidade sobre como lidar com o seu tempo.

E a outra é ser um empreendedor, principalmente digital. Por que digital? A gente tem mais flexibilidade para estar em qualquer lugar e poder tocar o negócio da Internet.

A minha dica vai ser principalmente para quem quer ser empreendedor digital, isto porque eu não faço trabalho como freelancer, apesar de conhecer muitas pessoas que fazem.

Mas aqueles que querem começar a ser empreendedores digitais devem focar em criar um negócio sólido antes de ir viajar.

Eu já vi casos e mais casos de pessoas que foram viajar com reservas e, daí, não conseguiram lançar alguma coisa durante esta viagem.

E principalmente porque muitos não tiveram nenhum estudo relacionado com geração de ideias, entender o público, ver se tem interesse, ver se aquele negócio, aquela ideia é válida no mercado ou não…

Principalmente antes, busquem o conhecimento, independente se for de livro ou for de treinamentos digitais.

Busquem criar um negócio sólido antes, e principalmente, busquem mais de uma fonte de renda, que assim, por exemplo, aquelas pessoas que só têm um emprego normal acham que é a coisa mais segura, mas é uma fonte de renda, e se forem demitidos, vão perder completamente a fonte de renda.

Mas online, a gente pode ter uma série de fontes de renda, e se uma não der muito certo, a gente tem outras. É mais seguro tendo mais opções e mais possibilidades.

Esta é minha dica. Antes de viajar, busquem aprender a montar negócios digitais e analisar as métricas, ver se o negócio está crescendo

E não simplesmente já querer chutar o balde e sair por aí viajando, e depois, voltar para o Brasil quebrado, o que eu já vi acontecer com algumas pessoas.

E 8: A última pergunta: Quais são seus planos para o futuro?

Então Cadu, esta pergunta, eu não vou responder e o motivo é que eu prefiro executar primeiro os planos para depois mostrar resultados do que ficar falando, e depois, não dar certo, me frustrar.

É uma dica para vocês também. Não precisa sair compartilhando com todo mundo o que você vai fazer, porque é melhor a gente surpreender, quando a gente tiver os projetos concretizados…

Mas eu, provavelmente, vou continuar sendo nômade digital por muito tempo, apesar de eu ter alguns planos de talvez, no futuro, comprar imóveis em outros países…

Eles vão ser ativos para gerar renda, e eu vou ter mais lugares para ficar e não ter que pagar aluguel.

Mas vamos ver o que acontece então.

Eu sou o Marcus Lucas, fundador do Libertação Digital: o lugar para você alavancar o seu negócio e seu estilo de vida, aqui em Vilnus, na Lituânia, e amanhã, eu estou embarcando para a Rússia, ficar um pouquinho do dia lá, e depois, para Bangkok, está?

Eu quero inspirar vocês, que sim, é possível, mas é muito importante ter estratégias de negócios e estudar com afinco para você montar o seu negócio digital.

Não adianta querer vender carro e sair viajando pelo mundo sem ter fonte de renda.

É muito importante que vocês entendam estes conceitos, comecem lendo o livro Pai Rico, Pai Pobre, depois, o Trabalhe 4 Horas por Semana, e depois, acessem lá o Libertação Digital.

De vez em quando a gente coloca uns vídeos bem legais para você, para você pegar mais bagagem de conhecimento e para alavancar você e o seu estilo de vida.

Então, até a próxima!

Até mais! Obrigado, Cadu!

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OSAKA, JAPÃO

Marcus Lucas, além de Mestre em Sistemas de Informações Globais e Telecomunicações pela Waseda University, Japão, é empreendedor digital nômade e autor, apaixonado por automação de negócios e lifestyle business.

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