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3 Nômades Digitais Brasileiros Contam sobre os Seus Desafios na Estrada

Por

A revolução de vida nômade já é uma realidade para alguns brasileiros, ela é real e está tomando proporções muito além do imaginado.

Atualmente, 7 nômades digitais brasileiros estão reunidos em Chiang Mai, na Tailândia, com base semi-permanente. E isso não é à toa, já que a Tailândia é um ótimo destino para Nômades Digitais que querem tocar seus negócios remotamente, de forma mais segura e barata do que no Brasil.

Mas o que acontece quando nômades digitais brasileiros finalmente se encontram para trocarem experiências e compartilharem seus desafios e conquistas na estrada?

Um dos resultados foi um bate-papo descontraído e recheado de informações para quem quer colocar o pé na estrada e entrar de cabeça nesse novo estilo de vida…

3 Nômades Digitas Brasileiros Em Um Bate-Papo Descontraído Sobre Seus Principais Desafios E Conquistas Na Estrada:

No Bate-Papo #13, da nossa categoria de Bate-Papos & Entrevistas, 3 nômades digitais brasileiros ser reúnem para compartilhar suas visões sobre o novo mundo dos nômades digitais, relatando sobre seus desafios na estrada e, também, suas principais dicas para quem quer largar tudo e viver o estilo de vida dos novos ricos.

Coloque esse vídeo no seu site (copie e cole o código HTML)

O Vinícius Teles é empreendedor, especialista em desenvolvimento ágil de software, e criador de negócios digitais no formato de plataformas web.

Já o Rafael Incao, além de ser professor de matemática, também é viajante profissional e expert em compras baratas de passagens aéreas.

Dentro dos principais tópicos abordados neste bate-papo, você aprenderá:

  • O movimento do nomadismo digital para brasileiros está começando, como não ficar para trás?;
  • Os principais desafios iniciais de se tornar um nômade digital;
  • Como se apoiar em outras referências nômades para ajudar nesta transição fantástica de estilo de vida;
  • As vantagens de utilizar a arbitragem geográfica para ampliar os recursos financeiros a serem investidos no seu negócio;
  • Estratégias matadoras para comprar passagens mais baratas e viajar muito mais (sem ter que ser rico!);
  • O melhor seguro viagem, e suas vantagens, para nômades digitais e viajantes internacionais (World Nomads Travel Insurance);
  • Uma ótima e recomendada plataforma para hospedagem internacional – sem a necessidade de contratos burocráticos e depósitos para locação (Airbnb – R$75 de Créditos para Amigos);
  • Como balancear o minimalismo e a produtividade pessoal ao escolher a sua hospedagem em outro país;
  • Procedimentos importantíssimos a serem feitos no Brasil antes de colocar o pé na estrada – e assim evitar as maiores dores de cabeça geradas pela burocracia do governo e de instituições bancárias!;
  • O mínimo de recursos financeiros que você precisa para de fato colocar o pé na estrada (e o porquê);
  • E muito mais

Projetos e referências do Rafael Incao (Viajante Profissional):

Projetos e referências do Vinícius Teles (Casal Partiu):

Estamos vivendo uma grande revolução, a qual tem sido impulsionada por avanços nas áreas de tecnologia, telecomunicações e meios de transporte.

E o momento ideal para começar a surfar esta onda, e aproveitar ao máximo as novas oportunidades que virão, é agora, no começo da formação da sua crista.

Por fim, uma pergunta para você…

Você tem alguma pergunta sobre nomadismo digital, empreendedorismo, viagens ou vistos para esses 3 nômades digitais brasileiros?

Deixe a sua pergunta ou participação nos comentários abaixo. 🙂

Um forte abraço,

Marcus Lucas - Assinatura  

“As coisas que você possui acabarão possuindo você.” – Clube da Luta

Sua Transcrição: 3 Nômades Digitais Brasileiros Contam Seus Desafios

Vinícius Teles: Bom, gente, bom dia!

Rafael Incao: Boa noite!

Vinícius Teles: Desculpa, é, boa noite pra vocês aí no Brasil, porque pra a gente, é bom dia, que são 7:00 da manhã aqui na Tailândia, e…

Eu e o Rafa estamos aqui, lado-a-lado, o Marcus, que não dormiu, está na casa dele, a final de contas, dá tempo de acordar mais cedo pra estar aqui com a gente.

O Marcus, a gente não sabia que ele ia estar hoje aqui, porque ele tinha ido pra Bangkok ontem, anteontem, não sei, mas felizmente, ele voltou, então, ele está participando também. Tudo bem aí, Marcus?

Marcus Lucas: Tudo bem, cara! Dormi 3 horas pra estar aqui com vocês, está vendo?

Vinícius Teles: Risos!

Marcus Lucas: E ainda sou xingado!

Vinícius Teles: Que cara legal, né? (Risos)!

Então, a gente, como eu tinha comentado aí na chamada pra o pessoal, a gente tem uma situação bastante especial, hoje em dia, que é o fato de estarmos varios nômades brasileiros aqui em Chiang Mai, e eu acho que esse conceito de nômade digital obviamente não é um conceito novo, mas o que talvez seja novo é o fato de ter cada vez mais brasileiros se lançando a isso.

Quando a gente começou, eu acho que a gente… ou não havia tantos nômades que a gente pudesse encontrar, ou a gente também não conhecia, ou não sabia quem estava a viajar. O que eu acredito é que provavelmente havia outros, como por exemplo, o próprio Marcus.

Eu e a Pati, a gente começou, acho que mais ou menos na mesma época do Marcus, por volta aí de… finalzinho de 2010, 2011 e tal, e a gente, por exemplo, não se conhecia, foi se conhecer… eu fui saber, por exemplo, do Marcus, no ano passado, então, aí, você vê que isso certamente acontece, ou seja, às vezes, tem um monte de gente que está por aí, já está fazendo isso.

E a gente não se conhece, acho que o Dan também já está há um tempão, e tem outras pessoas que foram vindo nos últimos anos, e o Rafa chegou, recentemente começou, há pouco mais de um mês nessa jornada também, e felizmente veio pra cá, e nessa questão de vir pra cá, veio ele e o Caio, e ao vir pra cá, é muito interessante, porque são desafios diferentes, de quem já está chegando e de quem já está na estrada há mais tempo.

E obviamente, por conta disso, a gente, no dia-a-dia, acaba batendo um monte de papos muito legais por aqui, até que a gente, ontem, na hora do almoço, falou: “Cara, vamos pegar esses papos e vamos colocar abertos pra outras pessoas acompanharem também, porque de fato, tem muita coisa legal que a gente troca nisso daí.”

Rafael Incao: Sem dúvida, Vini. E o interessante é isso: É que pra mim, que estou começando agora, e pra algumas pessoas que estão vindo pra a Tailândia agora, tem uma facilidade muito grande, porque eu imagino que vocês, quando começaram, era muito difícil ter em quem se apoiar, e eu comecei a querer ser nômade o ano passado, e as 2 pessoas que foram o meu gancho para querer fazer isso foram você e o Marcus, então, poder compartilhar a tela com vocês e poder compartilhar o dia-a-dia com vocês está sendo espetacular.

É uma referência muito grande do Brasil, eu posso dizer que eu estou… ontem, eu completei um mês fora de casa, e estou me sentindo muito em casa. Estou me sentindo em casa, porque essa conexão de viajante, às vezes seria difícil.

Mas é isso aí. É um grande prazer.

Vinícius Teles: Bom, o prazer é nosso! (Risos).

A gente estava aqui, cara, esperando ansiosamente vocês chegarem, chegaram na semana passada, já deu toda uma dinâmica nova aqui. Muito bacana! E você, Marcus? O que você tem pra dizer aí sobre isso?

Marcus Lucas: Eu estou meio perdido aqui, tem palta ou não, cara? (Risos!) Ou está parado tudo aqui?

Vinícius Teles: Não está entendendo. A gente teve a ideia de fazer isso logo na hora do almoço. Você acha que vai ter palta, cara? A gente está falando… (Risos!) Do teu nomadismo digital aqui.

Rafael Incao: Se tivesse palta, às 7:00 da manhã, a gente não ia seguir, então, melhor não fazer mesmo.

Vinícius Teles: Não adianta, assim, você pode deixar pra lá. Não está dando bucha ainda, não é verdade?

Marcus Lucas: Risos! Cara, eu estou feliz demais, cara! Porque até, como o Vinícius falou, a gente começou já faz 4 anos e pouco, 5 anos, e eu lembro, cara, eu só me dei conta do quanto eu me sentia sozinho agora, porque claro, a gente tem amigos internacionais, de todos os lugares do mundo, mas encontrar brasileiros que estão fazendo isso agora.

Eu acho isso fantástico! Aqui, o pessoal em Chiang Mai, a gente busca, sempre manda mensagem pra o pessoal: “Ah, vamos almoçar todo mundo junto!”

Pra continuar mantendo essa vibe boa, que até aumenta a produtividade no trabalho depois, né, cara? Eu, por exemplo, eu estou gravando um treinamento agora, então, acordar sempre falando Inglês e mudar para o Português dá aquela travada.

Então, à primeira vez que eu conversei ali com o Rafael, com o Caio, que a gente estava conversando na hora do almoço, eu voltei pra casa e consegui gravar muito mais rápido. Consegui gravar os vídeos que eu demorei um dia, eu gravei em 2 horas.

Essa energia, eu acho esse um movimento muito bom pra muitos brasileiros que querem buscar uma solução diferente de poder viver mais barato.

Até, eu estava escutando, agora, um podcast com o Dan Andrews, do Tropical MBA, e ele falando: “Cara, dinheiro é o oxigênio do negócio, pra a gente se manter, ainda mais quando está em startup.” Então, viver num lugar mais barato em que pode resultar em mais investimentos no próprio negócio ou no estilo de vida, cara, é fantástico!

E quem quiser, quem tiver pergunta, aí, sobre Chiang Mai, sobre nômade digital, a gente está aí pra ajudar.

Vinícius Teles: É, cara, até tem que comentar que as perguntas, a gente está, vamos dizer assim, basicamente, monitorando no próprio YouTube, como eu não tenho o hábito de fazer (risos) esses hangouts,

Rafael Incao: Eu estou de olho aqui.

Vinícius Teles: É, por pura burrice mesmo, porque a gente já devia estar fazendo isso há muito tempo, independente até se vocês trabalham aqui ou não, mas eu não tenho o hábito de fazer, então, não me dei conta, por exemplo, que seria melhor ter colocado esse vídeo dentro de alguma página que tivesse aqueles comentários do Facebook, que é muito mais fácil de comentar do que essas tranqueiras do YouTube, do Google e tudo mais.

Mas enfim, (Risos) se você conseguir colocar um comentário pelo YouTube, colocar alguma pergunta e tudo mais, a gente está monitorando daqui, e parece que o Rafael falou que no caso do YouTube, normalmente, quando se coloca uma pergunta, demora um pouquinho pra chegar.

Rafael Incao: É, as perguntas vêm, mas elas vêm naquele ritmo, no ritmo que a gente está agora às 6:00 da manhã aí, então, as perguntas aqui funcionam na mesma onda.

Vinícius Teles: É, porque você está a horas do Brasil, elas demoram pra chegar, então, é um problema. E bom, hoje, a gente realmente não tem uma palta, mas eu vou… tem algumas questões que eu acho que aparecem muito, de vez em quando, pra a gente, quando o pessoal entra em contato, se estiver interessado, por exemplo, em virar nômade digital e tudo mais, e sempre aquela coisa de: “Poxa, como é que faz?”

Porque a realidade é que muita gente tem, por exemplo, um trabalho, em que a pessoa tem que trabalhar naquela cidade, tem que ir pra um escritório específico todo dia, e como fazer pra mudar essa dinâmica, ou seja, pra você poder viajar, porque em partes, você tem um trabalho, um trabalho, por exemplo, que você possa fazer em qualquer lugar do mundo, ou porque você juntou dinheiro pra caramba e pode viajar e tal, mas acho que de modo geral, a ideia é essa: Você ter algum tipo de trabalho que você possa fazer de qualquer lugar.

E aí, tem 2 vertentes: Tem pessoas que de fato conseguem arrumar, por exemplo, um trabalho que ela possa fazer remotamente, aqui mesmo, vizinhos nossos, a gente tem um casal de amigos empreendendo, que…

No caso, o Rômulo, que é nosso amigo aqui, ele trabalha remotamente pra uma empresa lá dos Estados Unidos, ele é desenvolvedor de software, então, ele tem um emprego que permite a ele, eventualmente, ter uma vida mais, digamos assim, independente de localização, mas a grande maioria das pessoas que a gente vê nessa área de nômades digitais, eu acho que acabam sendo pessoas que desenvolvem seus próprios negócios, e aí, de alguma forma, conquistam essa possibilidade de viajar.

E o caso do Rafa, acho que é bem interessante, porque o Rafa, até o ano passado, aliás, até muito pouco tempo, você ainda estava trabalhando lá em São Paulo, né?

Rafael Incao: Eu dei baixa na minha carteira de trabalho em dezembro de 2014.

Vinícius Teles: Ou seja, bem pouco tempo.

Rafael Incao: Bem pouco (palavra não entendida) pulando. Eu posso dizer que minha busca aí de nomadismo digital se deu quando eu descobri que existia.

E como eu falei, eu conheci o Marcus, eu posso… acho que por abril, isso deve fazer mais ou menos 1 ano. E aí, depois, comecei. E nessa busca, procurando pessoas, que eu descobri a possibilidade e fiquei maluco. Falei: “Então, quer dizer que eu posso?”

Eu sempre gostei de viajar pra caramba, mas viajava nas minhas férias. Como eu era professor, eu tinha 2 meses, 2 meses e meio de férias por ano, e sempre que possível, eu pegava e fugia, pegava e fugia, pegava e fugia.

E aí, eu fui atrás e eu iniciei mesmo a ação, eu estava só buscando, mas eu iniciei a ação depois que eu estive na Austrália, em julho do ano passado, aí, eu voltei e já voltei a milhão. Então, eu posso dizer que julho, agosto, do ano passado, até março, que eu saí, foi esse tempo.

Então, uma coisa muito rápida, eu gosto muito de deixar claro que o fácil significa risco muito grande, que muitas vezes, se vê: “Construa seu negócio na Internet de maneira fácil, sem fazer nada, sem gastar um real e sem saber nada de programação.”

Então, acho que as coisas, como tudo na vida é difícil, eu costumo dizer que coisa fácil é o que os outros fazem… (Risos!)

O que é difícil é quando a gente faz. Tudo se torna difícil, mas acho que se você tem um propósito sério, um propósito pra valer, eu acho que nem eu, nem você, nem o Marcus ganhamos tudo pronto. Tudo foi construído com muito esforço e é construído a cada dia.

Nenhum de nós está com tudo construído (frase cortada). Por isso que a gente, o tempo todo, está fazendo reunião, está batendo papo, está pensando no próximo passo, construindo dia-a-dia, passo a passo, ideia a ideia, e hangout às 6:00 da manhã, e vamos que vamos!

Vinícius Teles: É, deixa eu só pegar um detalhe disso aí, porque quando a gente fala de nômade, e em inglês, até, quando a gente vê coisas na internet sobre nomadismo digital, tem sempre muito essa associação com viagem, então, sempre são imagens explendorosas de praias e lugares paradisíacos, não sei mais o quê, então, é muito fácil criar essa imagem de que o nomadismo significa essa vida tranquila e relaxada na praia…

Rafael Incao: Nomadismo digital.

Vinícius Teles: Nomadismo digital. (Risos)! Mas na verdade, o nosso dia-a-dia e o dia-a-dia de… eu acho que todos os nômades que eu conheço, é bem diferente disso, justamente porque todos meio que, ou quase todos, têm algum tipo de negócio, e quem tem negócios sabe que a gente pensa neles o dia inteiro e dorme pensando também neles.

Ser nômade digital, a grande verdade sobre nomadismo digital é que as pessoas trabalham pra burro, só que a grande diferença é que a gente trabalha de qualquer lugar onde esteja, isso, obviamente, é positivo, porque permite a você conhecer diferentes lugares, diferentes pessoas, ter diferentes experiências de vida, obviamente, isso é sensacional, mas a gente está a maior parte do tempo trabalhando.

Aqui em Chiang Mai, por exemplo, o Marcus está na casa dele o dia inteiro, quase todos os dias, trabalhando que nem um maluco, o Rafa e o Caio, mesma coisa, eu e a Pati, a gente costuma ir pra um café específico aqui, que a gentte também está sempre, o tempo todo, trabalhando, então, a rotina é essa.

E claro, no meio dessa rotina, você, por estar num lugar novo, você vai acabar tendo todas aquelas experiências novas do lugar, que te alimentam a alma, obviamente.

Mas então, assim, você não está na mesma cidade a vida inteira, você está mudando, e isso alimenta, mas assim: Nomadismo digital, pelo que eu vejo, na maior parte, é muito mais a ver com o trabalho e muitas das vezes, empreendedorismo, do que propriamente com o glamour de viagens, lugares bonitos, não sei o quê, que acontece também, mas não é o tempo todo só zoação, a não ser, talvez, os super bem sucedidos na Internet. (Risos!)

Rafael Incao: Não é muito comum. Uma outra sacada legal é a de dias da semana. O Marcus, normalmente, eu acho que ele não sabia que a gente estava em 2015.

Marcus Lucas & Vinícius Teles: Risos!

Rafael Incao: Que ele é mais perdido do que eu. E aí, tem essa questão de: “Pô, hoje é Segunda-feira, e eu não consigo fazer nada. É Segunda, e eu preciso fazer…”

Então, a gente tem aquele… Mas a gente precisa trabalhar por tarefa. Eu trabalho muito por tarefa. Fazer o que precisa ser feito, independente do dia, horário, ainda mais aqui na Tailândia, a gente tem que se adequar ao horário do Brasil, nosso público está no Brasil.

Eu adoraria estar fazendo esse hangout aqui 4:00 da tarde, só que aí, ia estar todo mundo dormindo aí no Brasil, não ia adiantar nada.

Vinícius Teles: Marcus, como é que começou a tua história, Marcus?

Marcus Lucas: Opa, cara! Eu quero fazer uns ganchos aí, que tu falou que a gente está sempre pensando em negócios, toda hora, todos os dias. Eu acho que o Rafael, ele fica pensando no Caio 24H por dia.

Rafael Incao & Vinícius Teles: Risos!

Marcus Lucas: Risos!

Rafael Incao: Olha, já não bastasse essas piadinhas no dia-a-dia, agora, tem que ter essas piadinhas pra o mundo ouvir.

Vinícius Teles & Marcus Lucas: Risos!

Marcus Lucas: Para o mundo inteiro! (Risos!)

Rafael Incao: (Frase cortada).

Marcus Lucas: Cara, deixa eu voltar aqui. Deixa eu voltar aqui. Cara, está dando umas travadas aqui, não sei se é a minha Internet ou a de vocês. Eu vou falar um pouco aqui, qualquer coisa, vocês me travem, ou mandem mensagem pelo YouTube, tá? Mas me escutam direitinho?

Vinícius Teles & Rafael Incao: Sim, perfeito.

Rafael Incao: Deixa eu ver se ele está mandando mensagem aqui…

Marcus Lucas: Então, cara, eu notei, que eu acho que tem 2 padrões de pessoas que são nômades: O pessoal que realmente já é nômade há um tempão e vive assim, no caso eu e o Vinícius, a gente é, e que a gente tem muito isso de viajar, escolher o país de acordo com a infraestrutura pra poder trabalhar também.

E obviamente, a gente pensa no trabalho como sendo o primeiro… a maior prioridade, porque esse trabalho que a gente faz é o que nos permite ter o estilo de vida, e não ao contrário.

Como o Vinícius já estava falando antes, muitas pessoas já pensam na viagem em si, pra depois, trabalhar.

E eu vejo, também, um segundo padrão de pessoas, em que elas, normalmente, elas selecionam o tempo que elas querem ficar em certos países, elas já fazem um itinerário antes e já sabe que vai voltar pra o Brasil.

Então, essas pessoas, elas procuram aproveitar mais a viagem em si. Um exemplo é o Raphael Seabra, o educador financeiro do Quero Ficar Rico.com, que eu encontrei com ele em Bangkok ontem, em que eles já vieram também com uma data específica pra voltar, então, eles aproveitam bastante a viagem, porque sabem que provavelmente não vão voltar pra a Ásia daqui a alguns anos.

Mas tem perfis diferentes, e obviamente, quando a gente realmente se torna nômade digital e decide ter esse estilo de vida permanentemente, aí, obviamente, a gente tem que focar bastante no trabalho, porque a gente depende dele pra ter esse estilo de vida.

E como é que eu comecei?

Cara, eu comecei também em 2008, teve o colapso financeiro no Japão, eu voltei pra o Brasil e comecei a bolar o meu negócio em 2009, foi o primeiro negócio, que é o GraduateInJapan.com, se alguém quiser o link, a gente põe lá, depois, no grupo, mas foi um livro sobre como conseguir uma bolsa pra estudar no Japão, uma bolsa de mestrado, PHD ou pesquisa, e esse livro, eu vendo pra 60 países diferentes.

Até 4 dias atrás, eu estava ali na casa do Teles, e eu não mexo nesse livro há um bom tempo, acho que já fazem 5 anos, mais de 4 anos, e nesse mês, começou a entrar um monte de vendas. Então, foi legal ter criado esse primeiro negócio digital já internacional.

E a minha decisão principal pra ser nômade digital foi porque eu já viajava bastante antes, eu tinha ido pra os Estados Unidos apresentar um trabalho quando eu tinha uns vinte e poucos anos, depois, fiz intercâmbio pela AIESEC pra as Filipinas, depois, fui pra o Japão fazer mestrado, então, eu sou apaixonado, assim, por viajar.

E a decisão de querer montar negócios pra poder ir pra a Tailândia e morar barato e poder ter mais dinheiro pra investir no próprio negócio foi… é, em 2010. Fim de 2010, porque cara, quando eu voltei pra o Brasil, até a pressão dos pais: “Ah, vai trabalhar, pega um emprego normal em São Paulo.”

Ficavam me apurrinhando, e eu lá no quartinho, né, cara?

Trabalhando, quando as coisas deram… quando começou a dar merda assim, eu voltei algum tempo pra morar com os meus pais. E cara, foi uma pressão tão chata, que obviamente, eles não sabiam o que eu estava fazendo. Eles olhavam, acho, pra mim acordando de manhã, indo pra o computador, que era a 1M da cama, então, eles pensavam: “Pô, esse cara se perdeu na vida!” Tá ligado? “Ele está com depressão.”

Então, foi uma situação bem estranha assim pra mim. E eles começaram a me forçar a enviar meu CV, meu currículo, pra várias empresas. Então, eu mandei, em São Paulo, pra umas 10, 20 empresas, o meu currículo, só porque eles queriam que eu mandasse, entendeu?

Então, eu fui pra São Paulo, e o máximo que eles iam me pagar, cara, eu com mestrado no Japão, em Telecomunicações, o máximo que iam me pagar era 2000 reais por mês.

Rafael Incao: É, loucura, né, bicho?

Marcus Lucas: Então, foi ali que validou a minha ideia de que eu não deveria pegar um emprego tradicional de novo. Que eu deveria focar um pouco mais pra eu conseguir, persistir um pouco mais, pra montar… acabar o livro digital, depois, acabar o Búfalos, conseguir uma renda boa pra poder viajar. Então, foi mais ou menos assim, cara, o meu início.

E os negócios começaram a dar certo, daí, eu vim pra a Tailândia já faz… sei lá, cara, quanto tempo. Faz um tempinho já.

Vinícius Teles: Agora, tem um ponto muito bom, Marcus, que você levantou aí, que é essa questão da família, eu vou inclusive ampliar aqui e colocar também amigos e pessoas, de modo geral, que convivem com a gente, e cara, é um ponto que é geral na conversa com todo mundo que praticamente está nessa vida, viajando há mais tempo, ou que tem algum tipo de negócios, e eu acho que é um ponto importante de alertar.

De modo geral, a minha percepção é que quando você resolve entrar nessa vida de virar nômade, acontece até mesmo num nível um pouco menor, quando você resolve ter um empreendimento próprio, o mais normal é que as pessoas que estão à sua volta não vão entender isso, sabe? Não vão entender num nível muito mais drástico do que a gente possa imaginar.

Então, as pessoas, elas não conseguem entender o que é essa coisa de você viver viajando pelo mundo, porque a maioria absoluta das pessoas possivelmente não teve a oportunidade ou não correr atrás de ter uma vida dessa forma, então, o que é muito difícil de entender e de alcançar alguns conceitos mais.

Às vezes, a gente até discute, que a gente… que você está fazendo algo que você gosta muito, que você está muito a fim e está super empolgado e tudo mais, e você descobre que as pessoas que estão à sua volta, que você esperaria ter apoio delas, elas tipicamente não vão te apoiar. Pelo contrário!

Elas vão tentar fazer de tudo pra evitar que você faça isso, porque elas acham que é uma coisa completamente absurda, porque foge da realidade delas. E eu só estou levantando essa bola aqui, porque se você resolver entrar nesse caminho, a coisa mais importante de você saber é isso: Que você provavelmente não vai ter o apoio da maioria das pessoas que estão à sua volta. Se você já sair sabendo disso, é melhor. (Risos)!

Rafael Incao: É, e o que é interessante é que muitas pessoas perguntam mesmo: “E aí, quando você vai voltar a trabalhar? Quando você volta pra o Brasil pra trabalhar?” E fica difícil mesmo pra as pessoas entenderem que a gente está trabalhando o tempo todo.

Vinícius Teles: Exato.

Rafael Incao: E um livro que eu acho sensacional, que é o Trabalhe 4 Horas por Semana, do Tim Ferriss, o título dele pode parecer, ali, até um pouco mentiroso, porque eu acho que eu nunca trabalhei tanto na minha vida como eu estou trabalhando agora.

É muita coisa pra fazer, e quando você tem automatizar, você… ou você toca ou ninguém toca. Então, essa questão do Trabalhe 4 Horas por Semana é um livro muito bom, é um livro que eu recomendo, mas não caia nessa. Não caia nessa.

Você pode até chegar a um ponto de trabalhar 4 horas por semana, trabalhar 2 horas por semana, mas você vai precisar galgar bastante aí, pra que você consiga automatizar todo o processo.

Isso é possível sim, o Marcus pode falar até um pouco sobre isso, ele já fez esse processo de automatização aí como eu já vi em entrevistas dele, mas pra você construir esse processo de automatização, você vai precisar dormir 4 horas por semana por muitas semanas, até você conseguir chegar aí. Estou errado, Marcus?

Marcus Lucas: Não, está certo. Está certo. É, tem que chegar até um momento que a gente automatiza tudo, né, cara? Até o SAC.

Então, é como montar um castelo, cara. Se a gente quer ser um rei e morar num castelo, a gente vai ter que colocar todos os tijolinhos para montar esse castelo, depois, poder ter um estilo de vida melhor.

Mas qualquer empreendimento, qualquer coisa, a gente tem que trabalhar, mas o bom é que a gente está trabalhando na nossa vida, cara. A gente está trabalhando em alguma coisa que a gente gosta, e não está trabalhando numa empresa pra outra pessoa, sendo mal remunerado e mal valorizado também.

Então, foi legal, ali, que tu falou sobre família e apoiar ou não apoiar, cara, sempre quando eu volto pra o Brasil, agora, meus pais sempre falam assim: “Pô, tu só tá viajando, só tá curtindo a vida!” E eu…

Se tivessem noção de que eu estou trabalhando em 7 projetos diferentes aqui, óh, me virando nos 30, eles não iam falar nem metade do que eles falam. Mas o que eu estou achando mais interessante aqui que eu estou vendo no nosso hangout, cara, apareceu: Casal Partiu e vocês, um sentadinho do lado do outro. Eu acho que a Pati vai… (Risos)!

Vai ficar brabinha.

vinícius Teles: Óh, só pra informar pra quem está aí, casal partiu sou eu e a Pati. A Pati está dormindo, tadinha!

Rafael Incao: E eu não sou a Pati.

Vinícius Teles: Ele está dizendo aqui: Ele não é a Pati, né, Marcus? (Risos)!Só pra deixar bem claro, quem não conhece a gente, tá? Que não tem nada a ver.

Rafael Incao: É só piada mesmo. O gaúcho daqui é o Marcus. (Risos!).

Marcus Lucas: Rapaz, olha a lady boy que está seduzindo o Vinícius, pessoal.

Vinícius Teles: Risos! Ai, cara, vamos parar com isso, que a Pati vai ficar com ciúme, né? (Risos!)

Rafael Incao: Frase não entendida.

Vinícius Teles: Então, é um papo de bar mesmo, porque a gente se sacaneia, acho que 100 vezes mais do que isso quando a gente está de papo almoçando ou fazendo alguma coisa, então, está fluindo bem.

Rafael Incao: Mas vamos pegar… eu queria começar a pegar as perguntas aqui, bicho.

Vinícius Teles: Manda bala.

Rafael Incao: Vamos lá. Vocês pagam as… isso aqui é do Jean Medeiros. Vocês pagam as contas nos países que passam em dólar, ou sempre na moeda local? Se é na moeda local, como fazem? Envolve muita burocracia?

Vinícius Teles: Eu acho que tem 2 tipos de contas que a gente tem que considerar, porque tem coisas no dia-a-dia que você precisa pagar de forma eletrônica, por exemplo:

Quando a gente faz uma reserva de um apartamento temporário, ou hotel, seja o que for, que você faz uma reserva antes de chegar no lugar, quase 100% do tempo, você vai fazer a sua reserva pagando com cartão de crédito, ou tá…

Dando uma garantia com um cartão de crédito. Então, nesse caso, a forma como você vai pagar a conta é através do cartão de crédito, ou no caso, se você tem a sua conta no Brasil, como eu acho que é o caso de todos nós aqui, a gente tem um cartão de crédito internacional, que a gente vai pagar aquela conta.

Uma vez que você está no país, com a finalidade de se divertir, você vai pagar em moeda local, simplesmente porque faz mais sentido. Por exemplo, aqui na Tailândia, quando a gente sai pra almoçar, qualquer coisa, no dia-a-dia, fatalmente a gente vai pagar em moeda local, porque a maioria dos estabelecimentos nem aceita cartão de crédito e tudo mais.

Então, é um misto das 2 coisas, eu diria: Quando você paga em dinheiro no país que você está, sempre é em moeda local, quando você paga alguma coisa online, aí, praticamente tem que ser convertido pra dólar.

Rafael Incao: Beleza: O Oséias, aqui, está perguntando: Pessoal, digam-nos sobre custo de passagem, hospedagem e alimentação. Isso aqui dá pra fazer um hangout só sobre isso, né? Mas só pra dar uma geral aqui, ele está falando: “Eu sei que o Marcus já abordou em diversos dos seus vídeos. Mas como estão fresquinhos aí, conta como está.”

Oh, Marcus, dá uma geral aqui, você, que é um cara que está há mais tempo aqui em Chiang Mai, que está nessa vida que a gente leva hoje, qual será, mais ou menos, o gasto? Você leva uma vida um pouco mais gourmét, porque você está em outro patamar, mas qual que é o nível?

Qual que é o nível? E depois, eu vou falar aqui de quanto eu estou gastando.

Marcus Lucas: Qual é o nome de quem fez a pergunta?

Rafael Incao: Desculpa, foi o Oséias Santana. O Oséias é que vem aparecendo bastante. Vem acompanhando o meu trabalho bastante, pelo que eu vi, também, o seu, grande cara aí. Te agradeço, Oséias! Obrigado por estar aqui mais uma vez.

Marcus Lucas: Cara, perfeito! O Oséias, ele tem, ali, uma percepção muito boa, né, cara? Até porque ele falou ali, se a gente ler direitinho, olha lá, óh: “Mas sei como vocês estão fresquinhos aí.” Então, é isso aí! (Risos)! Finalmente, esses 2 estão fresquinhos demais…

Vinícius Teles: Frase não entendida. (risos!) Vou te fazer um chamego.

Rafael Incao: Quer fazer um chamego, Marcus, ou está tudo bem aí pra o seu lado e tal, pra poder chamegar? (Risos!)

Marcus Lucas: Eu, por enquanto, é… não estou chamegando ainda. Mas então, Oséias, muito boa pergunta e eu acho que depende muito do estilo de vida que cada um leva.

O bom é que aqui na Tailândia, principalmente em Chiang Mai, a gente pode ver o quão barato a gente quer e o quão mais, a gente está falando em gourmé aqui, é a nossa palavra do grupo, mas o quão mais… um pouco chiquezinho você quer ficar.

Normalmente, a gente vai almoçar, pra tu ter ideia, quando a gente almoçou juntos no último restaurante, a gente pagou em torno de 100 bat. 100 bat dá uns 10 reais por pessoa, com uns 2 pratos de comida. Então, normalmente, a gente pede galinha, ou vegetais ou um prato tailandês. Então, por 10 reais, dá pra comer tranquilamente aqui na Tailândia.

É possível comer por ainda mais barato, mas depende muito do lugar aonde você vai. E dá pra ir também pra um shopping aqui, que tem um shopping chamado Maia, que ele já é mais de alto padrão, e ele é um shopping, eu não sei, em São Paulo, comparado com qual, assim.

Ele é um shopping de altíssimo padrão e, obviamente, dá pra chegar até 100 reais ou mais. Mas a gente evita gastar o menos possível, pra a gente poder acumular riqueza ao longo do tempo.

Em relação a estadia, é a mesma coisa. Tem lugares que são baratos. Tem lugares que eu acredito que é até uns 300 reais, ou menos, de aluguel, mas daí, vai ficar um pouco mais isolado da cidade e mais perto das montanhas aqui.

E agora, por exemplo, eu acredito que o Rafael Incao, ele está num prédio onde eu morava antes, em que é em torno de uns 400 reais por mês de aluguel. E lá, tem uma piscina gigantesca, dá pra se exercitar bastante na piscina, mas é 400 reais, que é praticamente um condomínio no Brasil, né, cara?

Então, o pessoal que quer comprar apartamento e vai ficar gastando em condomínio pode vir pra cá e já vai ser um aluguelzinho ali, mais barato.

Mas depende muito dos objetivos. Eu tenho uma amiga minha de Singapura, que é uma grande amiga minha, que é uma pessoa que eu admiro muito, que ela sempre…

Ela é nômade digital, ela fez o primeiro milhão dela com 22 anos e ela lida com Day Trading, que é a Moon. Essa menina, ela é fantástica. E eu sempre busco conversar com ela por Skype, porque ela me passa, assim, uma… ela me clareia as ideias de vez em quando.

E eu notei que quando ela viaja, ela sempre fica em hotéis de 4 ou 5 estrelas, e eu não entendia o porquê antes. Eu sempre preferia ficar em lugares mais baratos. Mas eu comecei a me dar conta, depois que eu fiquei num hotel 5 estrelas, é a forma como você é tratado e também que as pessoas cuidam mais de você.

No caso dela, que ela precisa, não sei, algum tipo de serviço especial, o pessoal do hotel já ajuda ela, a Internet, normalmente, é mais rápida também, e alguns lugares que são de custos mais baixos, o pessoal pode não atender muito bem, a Internet pode ser ruim, então, então, a gente tem que balançar o quanto que a gente quer um lugar que seja razoável, em termos de preço, mas que também a sua produtividade vai ser boa.

Porque a produtividade, pra cada pessoa, é independente… é especial, por exemplo, pode ser atrelada à autoestima, pode ser atrelada ao espaço de trabalho, algumas pessoas gostam de trabalhar num lugar mais amplo, outras, num lugar menor, então, depende muito do seu perfil.

Então, agora, eu estou meio que balanceando, particularmente, estou balanceando um pouco, tentar não minimalizar ao extremo, porque pode afetar na minha autoestima e também afetar na minha produtividade, se a Internet não for boa. Então…

Mas dá pra alugar mais barato, que eu sei, é uns 300 reais mensal, comida deve dar em torno de uns 10 reais por refeição, e o que mais que ele falou? E alugar moto. Cara, aqui, é muito barato. Eu lembro quando eu fui pra o Brasil, eu estava em Maceió. Eu inventei de alugar um apartamentozinho em cima de uma montanha lá em Maceió.

E eu: “Não, vai ser fácil de me virar.”

E eu fui alugar moto, e o pessoal falou que pra alugar uma moto lá, era 100 reais por dia. Num mês, daria 3000 reais, só pra alugar uma moto. E aqui, o pessoal paga 250 reais, se conseguir um desconto, 250 reais por mês pra alugar uma moto. A diferença é absurda de preço.

Então, é um dos motivos que a gente está aqui, e a gente não… deu pra notar que o pessoal não é muito burro, é claro, a gente brinca bastante, mas o pessoal não é muito burro não. Então, por isso que a gente está aqui, e é um lugar estratégico pra tocar os negócios e ter um estilo de vida melhor. Eu me alastrei, não é?

Desculpa eu falar bastante.

Vinícius Teles: Sobre acomodação, aqui em Chiang Mai, tem uma grande diferença hoje em dia, em termos de preços, que é o seguinte: Aqui na Tailândia, a comida é muito barata na rua. Então, na real, não faz sentido econômico você cozinhar em casa, porque realmente, cozinhar em casa acaba saindo bem mais caro do que você comer na rua.

E por exemplo, a gente, que está habituado ao estilo de vida mais ocidental, acaba comendo mais do que o pessoal que é daqui. Mas só pra vocês terem uma ideia, quem…

Marcus Lucas: A gente ou o Vinícius acaba comendo mais?

Vinícius Teles: Oi?

Marcus Lucas: Risos.

Vinícius Teles: É, a gente. A gente.

Marcus Lucas: Risos!

Vinícius Teles: Você vê que cada resposta tem os gênios aqui pra fazerem algumas brincadeiras. (Risos!)

Mas eu não sou o único. É comum que… (Risos!)

Nós, ocidentais, acabemos comendo 2 pratos, porque o prato, aqui, também, a porção é bem pequenininha, pra falar a verdade. E aí, o que que acontece?

Na cultura aqui deles, dos tailandeses, eles tipicamente comem um prato só, e a facha de preço desse prato é em torno de 35 a 50 bat. Então, assim: Dependendo de como você comprou dólar, e fez a conversão, e tal, o que isso significa exatamente?

Alguma coisa entre 3 reais e 5 reais, mais ou menos, pra um prato de comida. Então, assim, é super barato. Se você for fazer em casa, dificilmente vai dar o mesmo valor. E por que eu estou falando isso?

Porque dado que a maioria das pessoas acaba comendo na rua, é muito comum que os apartamentos aqui não tenham cozinhas. E quando você fica num apartamento que não tem cozinha, o valor dele é tipicamente bem mais baixo.

Mas acontece, por exemplo, lá no (palavra não entendida), onde o Rafa está, é o que acontece um monte no bairro aqui também. Se você não tem a cozinha, é mais barato.

E nos mais caros, assim como é o caso do apartamento do Marcus, a gente tem cozinha, e como tem cozinha, já é um valor mais alto, aí, o pessoal, o Rafa e o Caio, sacaneiam a gente dizendo que é apartamento gourmé, porque a final de contas, tem cozinha e tudo mais, lindo pra caramba. Mas daí, assim: Tem as diferenças de preço sobretudo.

Mas o ponto que o Marcus falou é verdade. Aqui, você pode ter um aluguel de 300 reais, mais ou menos, vamos dizer, 1500 pra 2000, até, às vezes, 2000 reais, e tal, mas tem muita coisa no meio desse caminho aí, então, é uma coisa bastante acessível, e no dia-a-dia, também é muito barato pra comer.

E só pra dar uma noção, também, saindo um pouco de Chiang Mai e da Tailândia, a gente tipicamente, eu e a Pati, a gente acaba sempre buscando apartamentos de temporada ao redor do mundo, e a maioria, normalmente, que faz isso, é quase 100% das vezes usando o (palavra não entendida.)

Então, assim, se alguém, por acaso, ainda não conhece o (palavra não entendida), é um sistema fantástico pra você alugar apartamento em qualquer lugar do mundo com muita facilidade e com muita segurança, se vai ver bem, tem até um pouco de desconto, então, eu vou até aproveitar, vou botar um link aqui, que é o link do (palavra não entendida), que se você não tiver inscrito, você pode se inscrever através dele.

E aí, você ganha, acho que vinte e poucos dólares, ou alguma coisa assim, então, eu vou colocar aqui nos comentários pra quem quiser, e um outro ponto, que é um ponto bem relevante que o Marcus colocou a respeito dessa diferença entre, às vezes, você estar em um lugar, que é um lugar que você consegue trabalhar bem à vontade.

E lugares que às vezes não, isso é um ponto bem forte e tem a ver, não só, às vezes, com o ambiente em si, mas com a infraestrutura, do ponto de vista de, por exemplo, ter uma mesa, onde você possa colocar o seu notebook, ou uma cadeira relativamente confortável, que você possa sentar, trabalhar o dia inteiro e assim por diante.

No meu caso e o da Pati, aqui em Chiang Mai, a gente está fazendo algo diferente. A gente tipicamente só trabalha em casa, mas aqui, a gente está indo trabalhar fora, e a razão disso é que Chiang Mai é muito bem servida de cafés e coworkings.

Então, assim, tem um monte de coworking por aqui que custa muito pouco pra você, enfim, usar e tudo mais, e além disso, a gente tem vários cafés, onde a premissa do café é a seguinte: Você pode chegar lá, passar o dia inteiro trabalhando, sem problema nenhum, desde que você compre um cafézinho, que é…

Digamos, o ticket é pra você passar o dia inteiro lá. Então, é muito legal, porque esses cafés, eles já estão todos preparados. Você vai na mesa, ela já tem um monte de tomada lá pra você conectar, tem wifi conectada, e assim por diante, e tem um monte desses por aqui.

Alguns são muito legais, vale a pena você estar lá, porque você está com várias outras pessoas que estão na mesma vibe que você, que também estão trabalhando, também estão nos seus negócios digitais, então, primeiro, só de ver aquele monte de gente trabalhando, você também já se sente num ambiente de trabalhar, e fora isso, você acaba conhecendo e interagindo com outras pessoas, que às vezes, têm muito pra agregar pra você também.

Rafael Incao: Olha só: Aproveitando, o Marcus foi fazer cocô, gente.

Vinícius Teles: Risos!

Rafael Incao: Eu vi que a cadeira dele está vazia. Ele nos falou que aqui, ele mandou uma mensagem, que ele comeu uma comida tailandesa meio esquisita, mas daqui a pouco, ele volta.

Vinícius Teles: Risos!

Rafael Incao: Aproveitando aqui, eu quero dar um oi, que o… é sacanagem! Puts, ele voltou, galera!

Vinícius Teles: Risos!

Rafael Incao: Mancou, mancou!

Vinícius Teles: Pois é, demorou…

Rafael Incao: Aproveitando, eu quero dar um oi pra o Jair, aí, o Jair Rebello, que também está na estrada, também está com a esposa e está rodando o Brasil. Dá um oizinho aí pra a gente, Jair! Te apresenta pra quem não te conhece! Vamos ver se você consegue uma…

Marcus Lucas: Jairrrrrrrrrrrrr Rebeeeeelo! (Risos!)

Jair Rebello: E aí, Marcus? Beleza, guri? E aí, Rafa? Tudo bem? Tudo bem, Vini, vinícius?

Vinícius Teles: E aí, Jair?

Jair Rebello: Cara, eu vou entrar só com o áudio, porque minha Internet está uma bosta aqui em Geri, então, peço perdão, aí, por não estar com a imagem, porque a Internet realmente não está muito boa.

Rafael Incao: Ninguém sente falta da sua cara não, meu amigo! Fica tranquilo!

Vinícius Teles: Risos!

Jair Rebello: Risos! É, ninguém vai sentir falta da minha cara. Beleza! Bem, eu sou o Jair Rebello, como a galera já me apresentou, eu também sou um nômade digital, estou aí na estrada há 1 mês só e estou aprendendo um pouco ainda.

Enfim, com essa rotina nova, assim, o Rafa, que me acompanhou mais de perto, percebeu que, enfim, eu venho relatando pra ele alguns problemas que eu tenho tido com essa nova vida, mas eu acho que é uma fase de transição, como qualquer uma outra. Acho que daqui a pouco, as coisas vão começar a entrar no eixo de novo, enfim.

A gente, quando está acostumado a trabalhar no ritmo, assim, com uma Internet sempre boa, com a melhor cadeira, com a melhor mesa, e quando a gente cai na estrada, nem sempre a gente tem uma boa Internet, como hoje, por exemplo, eu não tenho uma boa Internet pra falar com vocês, e enfim, tem que trabalhar em condições que você não está acostumado.

Então, essa é uma grande dificuldade que eu venho sentindo, eu não sei se vocês já comentaram sobre isso, mas eu venho sentindo essa dificuldade de me manter produtivo, enfim, estando num lugar bem bonito, e às vezes, a gente quer mais passear do que de fato trabalhar.

Vinícius Teles: é, pouca gente…

Marcus Lucas: Viu, tu tá só viajando demais, Jair! Pára com essas coisas aí, cara! Vai trabalhar! (Risos!)

Jair Rebello: (Risos!) Não, assim: Na primeira semana, foi bem complicado. O Rafa me acompanhou meio de perto aí, foi bem complicado, mas já estou entrando no eixo de novo e me mantendo produtivo novamente.

Mas a grande questão mesmo que eu venho enfrentando de problema é a Internet. Eu estava acostumado com uma Internet super boa em casa, e nos lugares que eu venho passando, a Internet é um desastre, e isso vem sendo um problema pra mim.

Rafael Incao: Vem pra a Tailândia, bicho! Vem pra a Tailândia! Vai gastar muito menos, vai ter uma Internet boa, e ainda vai ter essa companhia agradabilíssima que somos nós.

Marcus Lucas & Vinícius Teles: Risos!

Marcus Lucas: É, cara!

Jair Rebello: Risos!

Marcus Lucas: Tá feio aí, né, cara?

Jair Rebello: É, o Rafa vem tentando me convencer a ir pra a Tailândia, e eu venho tentando desbravar o Brasil e está bem… isso é bem complicado, porque o Rafa vem me relatando o quanto que ele gasta, que eu comparo com o quanto que eu gasto aqui.

É uma disparidade enorme. Mas eu ainda vou tentar visitar alguns lugares que eu ainda quero visitar aqui no Brasil, e depois, a Tailândia é um rumo que com certeza, eu vou tomar, aí, nos próximos meses ou também no próximo ano.

Vinícius Teles: O jeito, eu acho que é… é bacana pegar esse gancho, que eu queria comentar o seguinte: O Brasil é um lugar que… viajar pelo Brasil, eu acho que é uma das coisas mais espetaculares que se pode fazer!

Se eu entendi bem, você está em Geri, que é um dos lugares favoritos pra mim no Brasil, então, é sensacional pra caramba, só que infelizmente, esse problema de infraestrutura, e sobretudo, de Internet, parece ser, lamentavelmente, bastante sério no Brasil, não em todos os lugares, obviamente, porque tem vários pontos em que já melhorou bastante.

Mas ele é bem crítico comparado, às vezes, à nossa experiência fora do Brasil. Eu e a Pati, dos setenta e poucos países que a gente viajou ao longo desses anos aí, a gente identificou alguns poucos que têm, digamos assim, dificuldades com a questão da Internet, mas a maioria é suficiente pra que a gente possa… funciona suficientemente bem pra que a gente possa trabalhar.

Em alguns lugares, são surpreendentes, de tão rápido que é a Internet, e que você nunca ouve falar em dificuldade. Então, por exemplo, no leste europeu é onde a gente encontra algumas das conexões mais rápidas do mundo pra o dia-a-dia, porque qualquer casa vai ter uma conexão daquele nível, então, se você for pra lugares como Bulgária e Romênia, curiosamente, lá é onde você encontra algumas das melhores conexões.

Por outro lado, às vezes, até, países desenvolvidos, onde você esperaria ter uma boa Internet, é um desastre. (Risos!)

Rafael Incao: A Paula Quintão está na Inglaterra, ela deve estar chocada. Ela está besta de como )palavras não entendidas) na Inglaterra, a Internet é um lixo.

Vinícius Teles: A austrália, cara, quando a gente foi na Austrália, Nova Zelândia, era um inferno de lá também, porque lá, ainda tinha uma coisa ridícula, que é limite de dados, que é uma coisa que não existe, quase, em lugar nenhum do mundo.

Então, você não compra a Internet, você não tem Internet em casa com velocidade, como a gente tem em quase todo o mundo. Você compra, se você for comprar a sua Internet de 10Mb. Na Austrália, você contrata a Internet, por exemplo, de 20Gb. 20Gb, o que que é isso? É 20 gigabites de dados que você pode transferir por mês.

E eu pensei: “Caraca, como assim? Quer dizer que se eu usar demais, o trosso acaba? Aí, gasta!”

Rafael Incao: Acaba mesmo.

Vinícius Teles: Acaba mesmo. Aí, ficava um trosso completamente absurdo.

Jair Rebello: Risos!

Vinícius Teles: É um pouco parecido com o que acontece com o 3G no mundo inteiro, só que no caso da Austrália, vale pra tudo quanto é tipo de conexão. Agora, vem mudando isso, está melhorando, mas aí, você fala assim, a Pati, na época, tinha que transferir fotos enormes do trabalho dela e tal, e é besteira. Não pode…

Mas não é só a velocidade que é ruim, é que você tem limites, mas felizmente, isso é raro. Na maior parte do mundo, trabalha-se muito bem.

Então, só pra clarificar, aqui na Tailândia, sendo bem realista, aqui em Chiang Mai, na maioria das vezes, a conexão, ela é ok. Ela não é uma conexão incrível não, sendo bem realista. Poucos lugares aqui, eu acho que têm uma conexão incrível.

Ela é… ela atende, dá pra trabalhar, mas sinceramente, não é a mais incrível do mundo. Talvez, pelo menos, seja mais tranquilo de achar uma conexão boa do que em várias partes do Brasil que eu conheço. De modo geral, também, não é a Internet mais incrível do mundo não.

Rafael Incao: É, uma coisa que é muito vantajosa aqui na Tailândia é que, por exemplo: Outro dia, a Internet estava instável no apartamento. Aí, eu peguei, fui no Subway, comprei um lanche lá e me dei bem. Lá tem Internet.

Você vai num botequinho aqui, tem Internet. Na padaria, tem wifi, na farmácia, tem wifi. Todo lugar tem wifi, então, se a sua Internet está dando problema, não está muito bem naquele dia, você tem lugares de uma quadra, umas 10 opções pra você acessar a Internet grátis. Isso aí é muito positivo, e eu, particularmente, nunca vi um lugar que tenha tanto wifi open quanto aqui. Então, isso é muito a se considerar também.

Marcus Lucas: Cara, é fantástico! É bom isso, que teve uma vez que eu fui num bar com uma amiga minha, e no bar, eu fui perguntar: “Tem wifi?” “Tem.” E cara, de graça!

Rafael Incao: Aqui?

Marcus Lucas: Num bar aqui em Chiang Mai. Eu queria mostrar pra vocês, pessoal, porque aqui, normalmente, a gente tem 2 formas de utilizar a Internet: Uma é através do wifi, que o wifi pode vir do cabo da 3G, e a 3G tem um limite de dados.

Eu vou abrir pra vocês aqui o speed test. Se cada um puder entrar agora no site Speed Test, deixa eu ver o site pra vocês, pra vocês verem a conexão da Internet que vocês estão agora. Internet Speed Test. Deixa eu passar o link pra vocês.

E isso é muito importante. Em vários lugares que a gente viaja, eu estou sempre utilizando esse aplicativo pra ver a velocidade da Internet, que algumas vezes, a gente tem que mandar vídeo e ver se vai ser adequado pra trabalhar. Como é que eu passo pra o pessoal aqui o link, heim?

Vinícius Teles: É, tem que ser lá, diretamente, acho que no… deixa eu te passar aqui, Marcus.

Marcus Luccas: Então, eu passei pra vocês 2 aí através do chat, depois, cola lá.

Vinícius Teles: Tá bom.

Marcus Lucas: Então, eu tenho esse aplicativo e se vocês puderem acessar, aí, quem está assistindo, e faz um teste pra ver a conexão com a Internet de vocês. E até eu mostrei pra o Vinícius, ali, Vinícius, a Internet 3G aqui é muito rápida, cara.

Jair Rebello: Deve ser mais que o wifi.

Marcus Lucas: A daqui é mais rápida que wifi. E quando eu falo isso, o pessoal fala assim: “Não, não é não! Alguma coisa está errada, que não é verdade.” Eu vou fazer o teste pra vocês, aqui, na hora, ao vivo da Tailândia.

Rafael Incao: Quem sabe faz ao vivo!

Marcus Lucas: Quem sabe faz o teste do Speed Test ao vivo. (Risos!)

Jair Rebello: Risos!

Marcus Lucas: Vamos ver: Vê se alguém aí já faz o teste, alguém que não está na Tailândia. Jair, se tu puder fazer esse teste aí, se tu conseguir.

Rafael Incao: Se puder fazer esse teste aí, Jair,

Jair Rebello: 150K.

Marcus Lucas: 150K?

Jair Rebello: Risos! Aqui, é horrível.

Marcus Lucas: Eu vou começar, eu vou rodar aqui, óh: Mas quem tiver aí… 150K, o teu, de download?

Jair Rebello: Isso.

Marcus Lucas: É, pessoal, quem está assistindo aí também posta o resultado do teste. Eu vou começar o meu agora. Só espero que dê certo, né? Fazer ao vivo é uma pressão…

Preparando, vamos ver, olha só, conectou…

Rafael Incao: E vai, e vai, e vai, e vai!

Marcus Lucas: Olha lá! Olha lá! Olha que flor! Olha que beleza! Meu Deus, gente! Pra quem trabalha com computador, isso aqui é praticamente o orgasmo. Que sabe que vai poder trabalhar direitinho.

É, eu fui o de download, agora, de upload. Aqui, óh: Download, 17Mbps, e upload, 13Mbps.

Jair Rebello: Nossa senhora!

Vinícius Teles: Nada mal, né?

Jair Rebello: Nada mal, heim!

Marcus Lucas: O Jair tá legal, ou como é que está essa bosta de Internet dele?

Vinícius Teles: Tu sabe, na verdade, lá na Romênia, como é que é, cara? 40 por 40.

Marcus Lucas: Como é que é? Fala de novo aí, que eu não escutei, cara.

Vinícius Teles: Lá na Romênia, cara, você faz esse teste e dá 40 por 40. 40Mb de download por 40Mb de upload. Tem noção?

Jair Rebello: Muito maneiro!

Rafael Incao: Ele fala da Romênia, cara.

Vinícius Teles: É muito absurdo, cara! Ou então, outro apartamento que a gente ficou na Bulgária, que era 38 de download e 18 de upload. Chato pra caramba.

Mas você tem razão, eu me surpreendi quase no outro dia que você mostrou. O 3G daqui é muito bom de fato. O que mata no 3G é o fato de ter o limite de dados, mas de fato, como você já tinha comentado, e é verdade, o limite de dados aqui dá pra você comprar até um limite bem razoável com um valor bastante ok.

Então, isso também consegue atender bem aqui na Tailândia.

Rafael Incao: A Caroline compartilhou aqui a velocidade dela, 29,5Mb.

Marcus Lucas: Oh, tá bem, heim, Caroline? Onde é que tu tá?

vinícius Teles: Ah, mas tem vários lugares no Brasil em que a coisa está boa agora, cara. É que eu acho que tem…

Jair Rebello: Ah, tipo, em Manaus, eu tive uma ótima Internet, e o pessoal tem um preconceito com Manaus., mas Manaus era ótimo. O Rafa lembra que ele tinha problemas em Sampa, e eu não tinha em Manaus.

Vinícius Teles: Exato.

Rafael Incao: Passa os pontos entre (palavra não entendida) e Maitá…

Vinícius Teles: Com certeza. E isso tem lugar…

Marcus Lucas: E quanto é que o pessoal paga lá, heim, normalmente, mensal?

Vinícius Teles: (Frase não entendida) é uma tragédia.

Jair Rebello: Eu pagava 120 reais, eu acho, normal.

Marcus Lucas: 120? É, nessa aqui, de 12Gb, que a gente compra no 3G, a gente paga em torno de uns 80 reais.

Jair Rebello: Pô, mas é muito, né, cara? 12Gb é muito pra 3G, pelo menos.

Vinícius Teles: Risos!

Marcus Lucas: O bom é que nas ilhas, (Óh, alguém caiu aí.)

Vinícius Teles: Acaba dependendo do que você faz. Arquivos muito grandes de fotografia aí, quem estava trabalhando com elas no Brasil.

E aí, esse tipo de limite ia embora rapidinho. Pra o meu caso, por exemplo, não tinha muito problema, mas pra o dela, era fatal. Não dava pra trabalhar com isso aí, de forma alguma.

Mas vamos mudar agora, um pouquinho, aqui, de assunto, pegar outro ponto que também incomoda a galera.

Rafael Incao: Vamos falar de dinheiroooooooooo!

Marcus Lucas: Risos!

Vinícius Teles: É, estamos falando de dinheiro, então, vamos falar de uma outra questão também,

Rafael Incao: Risos!

Vinícius Teles: Que é o seguinte: Quais são os custos principais que você acaba tendo na sua vida de nômade. De certa maneira, especialmente quando você está viajando pelo mundo, um dos principais gastos que você vai ter, primeiro, é a passagem, as passagens aéreas de um ponto ao outro, principalmente os mais distantes.

O outro custo é a acomodação, que a gente já comentou aqui, e esse custo, a gente pode resolver sobretudo com estratégias como usar o RBNB e tudo mais, mas um outro ponto forte é a questão da passagem propriamente dita.

E é interessante que esse é um ponto que eu acabei aprendendo muito com o próprio Rafa, e eu tenho que confessar que nos últimos 4 anos e pouco, de certa maneira, eu conseguia resolver razoavelmente bem o resto das coisas, ou seja, eu consegui aprender a pegar acomodação, e negociar, e conseguir um preço bom, assim, com viagem, identificar bons lugares na cidade, ter um bom custo benefício, a questão da alimentação também, mas sinceramente, cara, eu era um 0 à esquerda no que se falava… quando o assunto era passagem.

Eu não conseguia fazer muita coisa não, até porque uma coisa que acontece no nosso caso é que a gente, às vezes, não tinha muita flexibilidade de data, porque às vezes, a passagem, rola aquela coisa de promoção, e aí, e aí, você, tipo, legal, a promoção é ótima, tem um preço incrível, só que tem uma data em locais que não têm nada a ver com o que você precisa de fato.

E no ano passado, quando eu conheci o Rafa, ele tinha, cara, umas dicas muito maneiras, eu vou deixar o Rafa falar, mas ele meio que até, depois, vendo que tinha um monte de amigo com o mesmo problema com passagem, que ele foi aprendendo com o tempo, com as viagens caras dele, ele até começou a ensinar isso daí, e pô, cara!

Me ajudou pra caramba, porque essa… quando eu usei, foi em dezembro do ano passado, que a gente… (frase cortada) E depois da Europa, pra vir pra cá pra a Ásia, aí, eu fiz uma conta realmente boa demais, então, assim, cara, fala aí, porque realmente, você tem umas manhas que eu nunca tinha visto não.

Rafael Incao: Só pra situar, o que eu aprendi, e eu aprendi na raça, foi que comprar passagem de avião é muito diferente de de você comprar outras coisas, por exemplo: Você compra uma passagem de ônibus, não importa quando você compra, todo mundo paga a mesma coisa numa passagem de ônibus.

No avião, é diferente. Às vezes, o cara que está viajando do seu lado pagou muito menos, ou pagou muito mais do que você, e eu aprendi que isso daí existia técnica, e eu peguei e falei: “Pô, já que existe técnica, eu vou procurar saber, porque eu gosto de viajar pra caramba e vou aprender isso daí e vou aplicar.”

E comecei a aplicar. Já viajei, aí, do Brasil pra a Austrália, pagando menos de 1000 dólares, agora, eu vou fazer uma coisa curiosa, que eu…

E tem vezes que você não reduz. Tem vezes que por mais que você brigue, você chega num preço de passagem que ele fica travado ali. Aí, eu gosto de brincar de outra maneira, por exemplo: Eu vou voltar pra o Brasil agora, no final de maio, e eu não consegui um valor menor do que 1400 dólares.

Esse valor era fixo, e eu briguei, eu usei todas as técnicas que eu conhecia e consegui chegar nesse piso aí de 1400 dólarres. Aí, eu não me dei por satisfeito e peguei por 500 reais. Já que é assim, eu não me dei por satisfeito.

E assim, então, eu vou fazer… ao invés de fazer Tailândia São Paulo, eu vou passar uma semana na China, eu vou passar uma semana em Moscow, depois, eu vou pra a Europa e vou ficar 5 dias lá, daí sim, eu vou para o Brasil, depois, quando eu estiver voltando pra a Tailândia, eu vou pra Amsterdã, vou pra a Croácia, vou pra a Alemanha, vou pra Portugal, vou pra a Inglaterra, e eu acho que é isso.

E depois, eu volto pra a Tailândia, e eu vou gastar exatamente o mesmo valor que eu gastaria. Então, às vezes, vocês… acontece de mexer no valor, mas você consegue, você começa a colocar uns destinos extras aí, tem muita sacada, tem muita coisa, e eu aprendi que isso daí é útil pra mim e comecei a ensinar, e o Vinícius saber isso.

Pra mim, foi muito legal, porque eu falei: “Pô, se eu estou podendo ensinar alguém que está há 5 anos na estrada, eu posso estender esse conhecimento aí e ensinar mais pessoas.”

Inclusive eu montei um curso sobre isso, e o Vinícius fez esse favor aí, digamos assim, de estender esse bate-papo, a gente está tendo um bate-papo bem perfeito, se você está aqui, é porque você foi convidado pelo Vinícius, eu não convidei ninguém, eu nem abri, não mandei e-mail pra a minha lista, mas eu convidei um pessoal que está assistindo, que é aluno desse curso, e que o pessoal possa falar aí,

Se eles puderem comentar no bate-papo o que que eles estão vendo, o que que eles estão aprendendo, que é muito real. Essa economia é muito real, eu mesmo, até hoje, eu estudo diariamente coisas do Brasil, materiais do exterior, e eu aprendo, tem vezes que eu descubro uma técnica nova e eu pulo da cadeira e falo: “Pô, como eu nunca me toquei disso?”

Vinícius Teles: Risos!

Rafael Incao: Mas eu acho que o grande barato de você estar sempre estudando é você aprender constantemente. Mas é isso, Vini.

Existe, existem maneiras sim, de não só viajar barato, eu tomo muito cuidado com a expressão de “viajar barato”, porque às vezes, viajar, se comprar a passagem mais barata, às vezes, não é um bom negócio, você fica 20H num aeroporto, perde tempo, às vezes, você… seu tempo é mais caro do que a economia que você faz em passagem.

Então, muito além de viajar barato, eu prego viajar de maneira inteligente. Eu acho que a gente entendendo esse sistema, o sistema é tão maluco, que muitas vezes, você compra uma passagem de ida e volta, e ela é mais barata do que você comprar uma passagem só de ida pra um determinado lugar.

Então, você precisa entender mesmo como funciona, existem técnicas, e é por isso que eu montei esse curso aí, que é o Fórmulas de Passagem.

Vinícius Teles: É, eu vou até pegar e botar aqui qual é o… se não, a gente está falando aqui, e as pessoas não sabem nem o que que é. Só botei aqui, também, um link pra quem quiser olhar.

Mas cara, o lance sobre isso, um ponto importante que você falou, que você falou que é bom ter uma noção técnica. A gente fala pelo que está acontecendo também. Às vezes, as pessoas falam assim: “Cara, me dá a dica pra comprar a passagem barata.”

E infelizmente, como muita coisa que acontece nessa área que a gente está de nomadismo, não existe uma dica. O que existe é…

Rafael Incao: Não existe um site mágico.

Vinícius Teles: Não existe. Vamos dizer assim, você precisa dominar uma série de, vamos dizer assim, de técnicas de abordagem e tudo mais, porque dependendo do que você vai fazer e pra onde você está indo, algumas abordagens vão fazer sentido, e outras vão ser completamente irrelevantes. E se você vai pra um outro destino, é ao contrário.

Então, por exemplo, na Europa, você tem muito a questão das companhias aéreas de baixo custo, voar fácil. E essas companhias, elas, de repente, não são presentes na mesma quantidade, ou de uma forma tão contagiosa, numa determinada outra área do mundo.

Então, assim, se você for usar técnicas relacionadas a isso nessa outra área do mundo, não vai ser tão útil assim, mas também, naquela outra área do mundo, é outro esquema. Ao mesmo tempo, (palavra não entendida), de nada vão te adiantar, por exemplo, numa viagem transatlântica, do tipo Rio pra a Europa, por exemplo.

Então, assim, depende do que você está tentando fazer. E é por isso que no final das contas, não é uma coisa que você possa chegar e dar uma simples dica: “Ah, faz isso.”.

Não, não faz isso. Cara, tu tem que ter noção do conjunto de técnicas, que eu acho que inclusive é bem parecido com o que acontece, por exemplo, com o resultado financeiro. A galera fala sobre investimento, ações e não sei o quê.

“Qual a técnica pra você ganhar dinheiro com ações?” Cara, não tem uma técnica.

Rafael Incao: Não é uma técnica só.

Vinícius Teles: É, o cara tem que dominar o conjunto de técnicas, e é por isso que a gente acaba tendo que, digamos assim, se educar, dentro desse processo aí. E um gancho também interessante, que eu acho que o Rafa, ele meio que matou os coelhos de uma vez só no ano passado, nesse processo de tentar virar nômade, que é muito legal.

O primeiro foi que ele criou esse material, que é muito útil pra ele próprio, pra começo de conversa,

Rafael Incao: Sem dúvida! Sem dúvida! Como eu falei, eu acabei de entrar. Pra mim, foi espetacular.

Vinícius Teles: É, é. Mas você já sabia um monte de coisas, e uma coisa, só que (frase não entendida), você vai acabar pegando antes, né?

Rafael Incao: É, foi espetacular.

Vinícius Teles: Tem que ir mais a fundo.

Rafael Incao: Porque primeiro, eu era um usuário curioso. Eu sou muito chato nisso. Eu acho que a partir do momento que eu me proponho a ensinar alguma coisa, eu pesquiso o tempo todo. É como eu falei. Continuo pesquisando o tempo todo.

Porque eu acho que pra você ensinar alguma coisa, acho que tem que existir uma relação de compromisso. Não basta você saber um pouco mais do que a média, você tem que saber muito mais do que a média pra você estudar, e quanto mais eu estudo, hoje, por exemplo, eu vejo que 1 ano atrás, eu cometi alguns erros e que eu não quero que as pessoas cometam.

Então, a questão é essa: É estudar constantemente, ninguém sabe tudo, ainda mais quando a gente está falando de um processo que é principalmente feito na Internet. Tudo se atualiza o tempo todo.

Vinícius Teles: Sim.

Rafael Incao: Então, que nem agora, a primeira turma do Fórmulas de Passagens, eu fiz em dezembro de 2014. Eu estou refilmando todos os módulos, aí, a gente tem 12 módulos, então, eu estou refilmando tudo, porque tem coisa que muda, tem…

A minha forma de falar, tem coisas que eu aprendi novas, então, não dá pra ser preguiçoso, por exemplo, e pegar e falar: “Olha, já está tudo filmado, fiquem aí com o que está filmado.”

Vinícius Teles: Sim.

Rafael Incao: Eu vou aprendendo e vou filmando, e vou fazer isso pra sempre.

Vinícius Teles: Sim, sim. Jair, e como é que está aí no Brasil pra você fazer umas viagens que você está fazendo aí dentro?

Jair Rebello: Com passagens aéreas?

Vinícius Teles: É.

Jair Rebello: Cara, eu peguei uma… quando eu vim aqui pra Fortaleza, eu peguei uma boa passagem pra Fortaleza, pegando umas dicas com o Rafa e tudo, peguei uma boa passagem, e daqui, eu vou pra o Rio, então, eu fiz meio que um stop over em Salvador, pegando uma passagem… foi uma espécie de stop over, então, eu vi que de Salvador pra o Rio, estava muito mais barato, então, eu peguei uma passagem de Salvador pra o Rio e peguei uma passagem de Fortaleza pra Salvador.

Acho que eu vou pagar 100 reais a passagem, e aproveitei e vou passar 3 dias em Salvador. Então, é mais um estado que eu queria conhecer, e enfim, não vai dar pra conhecer muita coisa na Bahia, mas eu vou conhecer algumas coisas já, nessa parada que eu vou fazer lá, e depois, eu vou pra o Rio. Então, é… E peguei passagens baratas.

As passagens estão muito mais baratas aqui no Brasil agora. Não sei, ainda não está no nível daquelas passagens que o Rafa mostra de companhias low cost na Europa, mas já está ficando bem mais barato viajar aqui no Brasil, em comparação a 2, 3 anos atrás.

Mas é como tu mesmo já falou: Tem que ter o conhecimento correto pra fazer isso. Não adianta, por exemplo, eu conheço muita gente em Manaus, os amazonenses, eles costumam vir muito pra Fortaleza. Pra Geri, concordo também, mas principalmente pra fortaleza. E eu conheço amigos que, enfim, pagam 800 reais, 900 reais, numa passagem de Fortaleza, enquanto eu paguei 300. Enfim, dava pra ter pago até menos, se fosse outra data.

Dava pra pagar até 250 ou 200, mas tem que ter o conhecimento correto pra fazer isso, não é? Por isso que muita gente, quando a gente fala que trabalha viajando e viaja pra muitos lugares, a galera pensa que a gente é rico, porque o conhecimento que se tem é que passagens aéreas são muito caras.

Mas são muito caras, se você não souber comprar. Então, se você tiver o conhecimento correto, você consegue comprar as coisas bem mais baratas.

Rafael Incao: É, Jair. Inclusive eu fiz um vídeo aí, você sabe bem, mostrando, aí, como você conhece 10 países na Europa gastando menos de 1000 dólares. Se não me engano, deu 976 dólares, saindo de São Paulo, no Brasil, e aí, eu mostrei todos os trâmites, eu mostrei passo a passo num vídeo, e tem gente que acha inconcebível conhecer um país só da Europa com menos de 1000 dólares, mas as técnicas existem.

As técnicas existem e elas podem ser aprendidas. E uma coisa que eu quero falar é que as inscrições desse curso, curiosamente, elas estão abertas, só que elas estão abertas… hoje, no Brasil, é Quarta-feira, hoje é Terça…

Hoje é Terça no Brasil?

Jair Rebello: Hoje é Terça.

Rafael Incao: É, hoje é Terça. eu estou parecendo o Marcus Lucas.

Vinícius Teles: Risos!

Jair Rebello: Risos.

Rafael Incao: As inscrições estão abertas, eu abri algumas vagas remanescentes, mas só até Quarta-feira à meia noite.

Vinícius Teles: Só pra contextualizar, está feito esse curso tem um tempo já, né?

Rafael Incao: É, na verdade,

Vinícius Teles: Já tem uma turma adiantada, né?

Rafael Incao: Isso. A turma já está em andamento, eu abri algumas vagas remanescentes, porque teve gente que teve problema com o cartão, perdeu o vencimento do boleto, a gente já está em mais uma centena de alunos, e muita gente tem me mandado e-mail pedindo pra abrir, pedindo pra abrir, e como eu não sei quando eu vou abrir uma turma nova.

Na verdade, com o tanto de projeto que a gente tem feito aqui na Tailândia, eu não sei mesmo. Não é graça, eu não estou falando por falar. Eu não sei quando eu vou abrir uma turma nova, então, eu peguei e falei: “Não, vou abrir pra essas pessoas que não conseguiram preencher as vagas, tiveram esses problemas, eu vou abrir, mas uma quantidadezinha limitada de vagas, e só vou abrir até amanhã.”

Porque a coisa está correndo. Apesar de as aulas estarem todas gravadas e elas poderem ser assistidas, é preciso pegar um ritmo. A gente tem aula ao vivo, que depende dessa pessoa, e além de passagem aérea, nesse curso, eu inclusive moldo os bônus.

Então, eu quero deixar aberto aí pra quem quiser acessar o link que o Vinícius deixou, hoje, até meia noite e só, eu vou incluir, além dessa parte de passagem aérea, pra o pessoal que está aqui, somos em 43, eu acredito que tenhamos alguns que já são alunos, além de passagem aérea, eu incluí 2 módulos, que é alimentação e que é a hospedagem, então, não vou abordar só a parte de passagem.

Vou ensinar pra essas pessoas que estão realmente aqui, de como se hospedar, como se alimentar e como também economizar nisso. De novo: Não só de gastar menos, mas de gastar com consciência, com inteligência.

Vinícius Teles: Maneiríssimo!

Rafael Incao: O link está aí, acho que o Vinícius vai passar de novo pra quem perdeu, é o link que o casal partiu aí vai colocar.

Vinícius Teles: E Marcus, no teu caso, cara, como é que você tem lidado com essa questão das passagens?

Marcus Lucas: O casal partiu é esses 2 que vocês estão vendo aí, nesse momento agora. (Risos). Cara,

Rafael Incao: Tu tá com ciúme demais, cara!

Vinícius Teles: Eu acho!

Rafael Incao & Vinícius Teles: Risos.

Marcus Lucas: Risos! Cara, em relação à passagem, eu sempre tento comprar o mais barato possível. Então… E depende, no Brasil, cara, normalmente, eu não tenho, eu não compro de antemão, então, acabo pagando mais barato.

E no Brasil, eu sou meio revoltado, cara. O pessoal que me conhece e que segue o meu trabalho no Libertação Digital sabe que eu adoro meus familiares, amigos, mas o Brasil é uma bosta em relação aos serviços.

Então, eu lembro que quando eu fui de Maceió a São Paulo pra palestrar no TED, eu tive que comprar uma passagem de última hora. Então, eu paguei 1400 reais naquela passagem de ida e volta. Era a única que tinha e estava em alta temporada, então, pô…

Já aqui na Tailândia e nos lugares perto, a minha companhia aérea preferida, de cara, é a Bangkok Airways. Essa companhia, ela é fantástica, os preços dela não têm essa mudança enorme de preço, de acordo com temporadas, normalmente, daqui a Bangkok, dá 50 dólares, ou 100 dólares no máximo, então, é sempre um preço estável.

E eu tenho um hackzinho que eu faço, na Bangkok Airways, pra eu conseguir a comida mais rápido que todo mundo, cara. E é o que eu faço (risos!)

Jair Rebello: Risos!

Marcus Lucas: Entendeu? Se não, tem que esperar passar todas as e demora um tempão. A gente vê ela servindo, a moça na fila da frente, porque é comida.

O que eu faço pra pegar comida mais rápido, normalmente, eu peço uma special meal: Uma comida especial.

Normalmente, eu peço vegetariana, ou asiática, então, o pessoal, quando tu entra no avião, dá um tempinho, vem a aeromoça, fala assim: “Ah, qual é teu nome?”

Tu fala teu nome, confirma a comida, e ela entrega na frente, tá ligado? Na frente de todo mundo.

Mas o chato é que normalmente, agora, quando eu estava vindo, eu sempre faço isso, e quando tem gente do teu lado, não sabe que é comida especial. Então, a moça vai e traz pra ti primeiro, e a galera já abre a bandejinha, assim, e fica esperando uns 10, 20 minutos, pra receber o delas, cara!

Vinícius Teles: Não é pra você não, seu bundão!

Rafael Incao: É só pra mim.

Todos: Eisos.

Marcus Lucas: Não, não, eu sou VIP, eu sou VIP. Mas é uma forma de hackear ali e conseguir comer mais rápido. E o que eu faço, cara, pra viajar do Brasil pra cá, normalmente, eu busco lá os descontos no Melhores Destinos. E

ntão, a última passagem que eu comprei de ida e volta, eu comprei, deu em torno de dois mil e poucos reais a 3000, e então, eu comprei ida e volta pra 3 meses, só que daí, no fim, eu decidi não voltar pra o Brasil pra ficar mais tempo.

Eu perdi a passagem de volta, mas mesmo assim, foi mais barato ter comprado só uma de ida, de acordo, naquele tempo, com os cálculos que eu fiz do ida e volta e só de ida. Mas eu não sou super hackeador de passagens não, cara. Obviamente, tem que aprender mais, até porque eu gosto, também, de trabalhar bastante pra a gente não ter que ficar sempre se preocupando muito com o preço. Mas…

Vinícius Teles: Sim.

Marcus Lucas: Mas eu tenho que estudar mais, cara. Eu tenho que estudar mais, com certeza. Então, óh, o Rafael Incao aí pode passar umas ideias de como é que ele viaja em casal com o Vinícius por mais barato, viu?

Vinícius Teles: Então, tem um lado gourmé agora, pegando um outro assunto, vou pegar aqui uma pergunta, que é a pergunta da Ana Marques. E aí, ela tinha comentado já. Ela comentou aqui o seguinte: Ela começou a trabalhar como redatora pra poder virar nômade digital, mas já faz um ano que ela está nessa, e ainda não rolou.

E aí, ela pergunta como é que foi no nosso caso, se a gente teve algum planejamento, ou se a gente fez alguma coisa antes, como é que foi. E é um ponto interessante, que ela falou assim: “Ah, poxa, eu já estou há um ano nessa!”

E bom, se servir de consolo, deixa eu contar um pouco o meu caso, em particular, que eu acho que, digamos assim, a minha trajetória até conseguir virar nômade ou… não vou dizer conseguir virar nômade, porque eu nunca tinha me planejado na vida pra isso, mas a minha trajetória e a da Pati pra viabilizar a vida que a gente tem hoje, é uma trajetória que levou, aí, uns bons 8 anos, ou seja, no meu oitavo ano de empresa, foi quando eu tive as condições necessárias pra poder sair e começar a viajar. Hoje, a empresa tem…

Vai fazer 14 anos esse ano. Então, assim: Já tem uma história muito longa. Às vezes, 1 ano parece ser muito tempo, e no fundo, às vezes, pode ser muito pior. Ou até pra uma pessoa, aí, de repente, fraca como eu, que leva esse tempo todo. Mas. Mas só pra contextualizar que essa questão de tempo, às vezes, varia muito.

O Rafa, por outro lado, foi muito mais rápido, e acho que a gente pode até falar, daqui a pouco, o que que o Rafa fez pra poder viabilizar também essa vida dele, mas enfim, no meu caso, por exemplo, o que aconteceu foi que a gente, lá na nossa empresa, a gente criou um software, que é um software onde as pessoas pagam uma mensalidade pra usar.

Um software chamado Espião da Net e tem um monte de gente no Brasil inteiro que basicamente usa esse sistema, e aí, que por conta de usar esse sistema, paga pra poder usar esse sistema, e individualmente, essas mensalidades não são significativas, mas quando você junta um monte de gente, aquilo dali dá a grana suficiente pra pagar as nossas contas.

E aí, tem um ponto interessante, que voltando até ao livro que você tinha comentado: O 4 Horas Semanais de Trabalho, do Tim Ferriss, pra você ter uma ideia, que eu acho que é, digamos assim…

Ele foi um dos primeiros que popularizou uma ideia que eu acho que é fundamental, que é essa ideia de que no fundo, você não precisa ser realmente rico pra viajar, você não precisa ser milionário, você não precisa, por exemplo, já ter chegado naquele ponto de se aposentar, e assim por diante, o que você precisa é ter algum tipo de…

Eles falam de receita mensal, ou de receita anual suficiente pra, digamos assim, cobrir os seus gastos de maneira confortável. E isso foi o que a gente tentou fazer com esse produto, por exemplo. A gente tem uma… o que é chamado de receita recorrente, então, todo mês, tem aquele grupo de pessoas que vai lá, paga e tal, não sei o quê, e aquilo dali cobre as suas despesas.

Então, não é que você precisa realmente ser milionário, você só precisa repor todo mês aquilo que você gastou, e de preferência, sem ter que ficar parado numa universidade e sem ter que gastar todo o seu tempo só trabalhando.

Hoje, eu diria pra você que… digamos assim, específicamente lidando com esse produto, eu, talvez, poderia trabalhar realmente, ou de fato trabalho mais próximo do que o livro fala, tipo as 4H de trabalho semanal.

Eu não tenho que dedicar tantas horas assim pra poder manter a operação desse produto. É bem pouco, na verdade, o que demanda de mim. Mas é claro que um ponto que as pessoas, às vezes, acham, quando têm essa ideia do 4 horas de trabalho, é que das 40 horas que você teria de trabalho por semana, você vai trabalhar 4, o resto, você só vai vagabundear.

E essa não é a ideia do livro inclusive. A ideia é que você tenha esse resto do tempo pra fazer seja lá o que você queira, e na maioria das vezes, o que um empreendedor vai fazer nesse tempo é criar outros projetos.

Tem aquela preocupação de se criar coisa nova e é o que a gente está fazendo. E é o que o Rafa vai fazer, é o que o Marcus vai fazer, é o que todo mundo sempre vai fazer, quando a gente tem um projeto em que tenha muita (palavra cortada). E aí, você vai começar a criar outros, à medida que tiver. Então, essa é a prática pra você ter algum nível de receita que basicamente banque você.

Então, no nosso caso, foi o produto, e eu acho que é legal contar o caso seu, que é um caso muito recente, e que é um caso bastante (temático), tanto pelo ponto de vista de você conseguir rapidamente o necessário pra começar a botar o pé na estrada…

Ah, e vou dizer uma coisa também: Como no meu caso, foi uma história mais longa, uma outra coisa que a gente fez, eu e a Pati, foi juntar uma reserva financeira que também nos deixasse realmente confortável pra viajar sabendo que se alguma coisa desse errado, a gente tinha dinheiro suficiente pra voltar ao Brasil, pra fazer, pra fazer o que quer que fizesse pra digamos assim, reconstruir a nossa vida.

E essa visão de receita financeira, desculpa, de reserva financeira, eu sempre achei que é fundamental, porque enfim, problemas acontecem ao longo da vida e tudo mais, mas o quanto de reserva financeira cada pessoa tem que ter pra entrar numa vida como essa depende da pessoa. Porque tem pessoas que ficam mais confortáveis com um pouquinho só de reserva, tem pessoas mais conservadoras, que precisam de uma reserva financeira maior, então, depende de cada um, não tem um número exato.

Cada um vai ter o seu próprio número.

Mas a história do Rafa é legal, porque o Rafa começou há pouco tempo, e eu acho que é bom falar um pouquinho de como é que você fez.

Rafael Incao: Beleza! É, e eu vou recomendar uma coisa aqui que eu recomendo sempre, não só pra vocês que são nômades digitais, mas, mas pra se fazer qualquer coisa na sua vida, que é o conceito de modelagem.

Modelagem é, basicamente, você pegar modelos que já funcionam. Então, como eu falei, quando eu quis me tornar nômade digital, eu poderia ter reinventado a roda, mas a atitude que eu tomei foi a seguinte.

Eu falei: “Pô, deixa eu me aproximar de pessoas que fazem isso, pra que eu possa ver como faz.”

E não é à toa que eu estou aqui na mesma cidade que está o Marcus, que está o Vinícius, que estão os brasileiros aí que eu primeiro tive contato nessa vida de nômade digital.

E eu quero dizer que viajar, hoje, pra mim, pra o Vinícius, não é luxo. A gente gasta menos fazendo isso, conhecendo todos esses lugares, do que gastaria morando em São Paulo, morando no Rio de Janeiro. Hoje, eu estou aqui na Tailândia com um custo de vida…

Comendo fora todos os dias, tendo uma casa com ar condicionado, piscina, Internet, e gastando, ainda, entre 1500 e 2000 reais. Os primeiros dias aqui não fechou, mas pelas regras de 3, fica fácil.

O que eu fiz foi procurar pessoas e descobri que a primeira coisa que eu precisaria, obviamente, seria ter uma renda. Uma renda que fosse feita de maneira remota. E aí, eu até pensei. Pensei e falei: “Pô, legal! É só fazer uma renda online, mas que raios que eu vou ensinar pela Internet?”

E foi um belo dia, isso em Julho, por volta do dia 15 de julho de 2014, que eu já tinha a ideia de que eu ia empreender online, mas eu não tinha a menor ideia do que que eu ia falar online. E aí, eu estava numa praia na Austrália, e aí, começou a me vir na cabeça que: Pô, estar aqui é muito legal, é muito bonito.

Mas eu queria que mais pessoas pudessem ter essa oportunidade de estar nesse lugar bonito, de estar nesse lugar seguro, de poder ver esse visual, e aí, eu peguei e foi o click que eu tive. Eu falei: “Pô, isso, eu posso ensinar. Isso, eu sei fazer. Isso, eu sei fazer barato.”

Na Austrália, nessa época, eu estava no meu trigésimo quinto país, então, eu já viajei bastante, não fazia isso profissionalmente, mas daí, eu peguei e falei: “Pô, eu acho que esse conhecimento que eu tenho pode ser básico pra outras pessoas”, pra você ter uma ideia, você que está assistindo, até esses 35 países aí, eu cheguei dando aula de matemática.

E acho que vocês devem saber bem quanto ganha um professor no Brasil. E aí, eu peguei e me toquei. Falei: “Pô, isso daí que eu sei pode ajudar pessoas.”

Eu já… obviamente, já ajudava meus amigos, ensinava a comprar passagem, ensinava como ficar mais barato, como poder se deslocar de uma maneira melhor, como você vai pra um lugar, paga pra ir pra outros, e aí, eu comecei a ensinar isso e trabalhei pra caramba, porque eu, quando escolhi fazer isso, obviamente, eu joguei tudo pra o alto e falei: “Uhuuuuuu! Vou ensinar sobre passagem.”

Mas em 6 meses, aí, eu consegui correr conquistando (frase não entendida), e em dezembro do ano passado, eu dei baixa na minha carteira, numa profissão, aí, que eu dou aula há… dava aula há 13, 14 anos, e tinha diploma, fui formado pela USP e estava fazendo uma segunda graduação na USP, estava fazendo mestrado numa instituição federal do Brasil, e não fui um aventureiro, ou seja, mesmo que possa parecer, eu não fui um aventureiro.

Eu fiz um planejamento estratégico, mas eu posso dizer que em primeiro lugar, que qualquer coisa que você queira conquistar na sua vida, modere. Procure pessoas que já fazem isso, ou fazem pelo menos coisas parecidas. Eu tenho certeza que se não fosse o Vinícius, se não fosse o Marcus, eu poderia chegar sozinho, porque eu acho que todo mundo é capaz de conseguir sozinho as coisas, mas eu não teria feito nesse tempo, de jeito nenhum.

E era muito provável que tivesse escolhido um destino nada a ver. Eu ia pra os lugares que eu gosto, eu ia pra Amsterdã, eu ia pra Londres, daí, eu ia me tocar que a Internet em Londres é horrível, que em Amsterdã, as coisas são caras, e eu ia bater um monte de cabeça pelo mundo até aprender a fazer do jeito certo.

Então, eu acho que a grande dica que eu posso dar aí é a questão de modelagem. Aprenda com quem já faz isso, e mais uma vez, eu quero estender o agradecimento aí ao Vinícius e ao Marcus, por terem possibilitado isso daí.

Marcus Lucas: Imagina, cara!

Vinícius, Teles: O agradecimento é você mesmo poder estar aí. Pô, a maioria das pessoas, acaba que assim, ela quer alguma coisa, mas ela, no fundo, não quer, porque ela não faz nada a respeito. Quando você quer, você vai lá e você faz, e aí, você realmente quer. Então, é isso aí. O parabéns é completamente a você, e o agradecimento tem que ser a você mesmo, cara, porque isso é sensacional.

Agora, o Rafa usou algo que eu acho que é bastante novo, talvez, pra alguns de nós, não é novo, por exemplo, pra o Marcus, eu já vou passar a bola pra ele, e é novo, muito novo pra mim, que eu fui ter…

Digamos assim, começar a conhecer a respeito no ano passado, que é toda essa área que hoje está se popularizando no Brasil, que é a área de fazer produtos digitais, Internet marketing e tudo mais, que é a área de…

É uma área que eu vejo que tem muita oportunidade, ou seja, de você, quando você tem alguma coisa que você sabe, que é útil pra outras pessoas e que você pode passar a diante, que você pode passar de uma maneira muito boa e muito fácil, porque hoje, com a Internet, é muito fácil conectar você às pessoas, a gente mesmo está aqui agora de graça, digo de graça, com toda a infraestrutura de graça, conversando aqui, quarenta e poucas pessoas, isso é algo relativamente novo, eu acho, na história da humanidade.

Isso, há muito pouco tempo atrás, talvez há menos de uma década atrás, uma década, historicamente, é nada, então, assim, a gente, há muito pouco tempo, tem o potencial de ter todas as ferramentas à nossa mão pra viabilizar.

Por exemplo, de você pegar e montar um curso rapidamente, com todo o material, às vezes, simples assim. Se parar pra pensar, vídeo, hoje, cara, todo celular tem uma câmera de vídeo. Só que…

Rafael Incao: E tem uma muito melhor do que uma (palavra não entendida).

Vinícius Teles: Exato, isso é novo! Isso é muito novo. E isso possibilita coisas que até muito pouco tempo atrás, era completamente inviável. Não é que as coisas não deem trabalho, tudo dá trabalho, mas hoje, é muito mais acessível, eu acho que pra todo mundo, fazer essas coisas. Mas isso, enfim, é um assunto que eu acho que muita gente, quase todo mundo, quando pergunta pra a gente assim: “Poxa, como é que faz pra ser nômade digital? Por quê? Como é que faz pra eu ganhar dinheiro enquanto eu estou trabalhando?”

Eu acho uma das formas mais… talvez mais interessantes, hoje em dia, é começar nessa área. E o Marcus, por outro lado, ele está nessa há muito mais tempo do que a gente.

Ele está nessa, sei lá… desde que a Terra começou, basicamente (Risos)!

Então, assim, eu vou passar a bola pra ele, até pedir pra ele, de repente, dar uma palhinha sobre o que que é, a final de contas, esse negócio de marketing digital, como você pode ter um trabalho como ele tem, como você tem, de estar viajando, e ao mesmo tempo, ganhar por produtos digitais que vocês criaram.

Rafael Incao: É, Marcus. Inclusive eu acho interessante você citar, também, que a gente fala muito de ensinar o que você sabe, só que às vezes, você não precisa nem ter um conhecimento pronto.

Existe até a possibilidade de você procurar uma pessoa que faz um produto, procurar uma pessoa que procura uma solução, e você vender produto de outra pessoa. Acho que isso daí, você pode explicar isso daí muito melhor que a gente.

Marcus Lucas: Eu anotei aqui, se eu esquecer alguma coisa, vocês me falem aqui. Então, primeiramente ali, o interessante que o Rafael Incao estava falando sobre modelagem.

E um dos motivos que ele veio pra a Tailândia, ele falou que foi não só pra modelar eu e o Vinícius, mas também, ele quer modelar os lady boys aqui, porque ele tem uma afinidade muito grande com eles.

Rafael Incao: Risos!

Marcus Lucas: Mas vamos lá então. Primeiro, eu quero falar sobre os desafios…

Vinícius Teles: Frase não entendida.

Marcus Lucas: Risos!

Rafael Incao: ele não consegue tirar o foco, cara! É impressionante!

Vinícios Teles: Marcus, aqui não é (nome não entendido), é Chiang Mai.

Rafael Incao: A gente está só entre meninas aqui, mas… calma, Marcus. Calma! Não se empolga. A gente sabe das suas preferências, mas a gente já prometeu não falar nada sobre elas online, porque fica meio…

Marcus Lucas: Risos!

Vinícius Teles: Quietinho!

Marcus Lucas: Tá, vamos continuar, vamos continuar.

Rafael Incao: Não vamos contar anedota, porque isso é um ambiente sério, um ambiente familiar…

Marcus Lucas: Tira aí.

Rafael Incao: Pra fazer negócio, negócio!

Marcus Lucas: Tem gente menor de idade aí, tira, por favor! Então tá, pessoal! 2 coisas aí que vocês falaram sobre como começaram, eu quero passar umas dicas pra quem quer começar e botar o pé na estrada também, depois, eu falo sobre o marketing digital.

Uma das coisas que normalmente falam, agora, principalmente, que está tendo esse movimento de se tornar nômade digital, e existem várias formas de se tornar nômade digital, não é só quem cria empresa, podem…

Eu conheço freelancers que fazem isso também, como a Fernanda Neute, do Fêliz com A Vida, eu entrevistei ela em Bangkok, então, existe uma forma de tipos. O que eu escolhi, foi através de produtos digitais e serviços digitais ou plataformas web.

Mas antes de entrar nesses detalhes, é bom a gente parar um pouco pra pensar o que que é necessário. O interessante que o Rafael Incao e o Vinícius, eles já falaram que é necessário ter pelo menos um pocket money: Ter uns fundos guardados pra, se acontecer algum problema, algum imprevisto na viagem, a gente poder voltar pra o Brasil.

Então, tem que ter uma reserva sim, quanto, depende de cada pessoa e depende de que país que vocês vão ir, então, o que colocar no pocked money? Colocar pelo menos o preço de uma passagem de ida, só, pra o Brasil, caso dê alguma urgência e tiver que voltar, então, inclui esse dinheiro da passagem, que deve dar em torno de uns 2 ou 3000 reais, dependendo do lugar que você está, é bom, também, ter uma reserva pra acidentes, se você não tem um seguro saúde.

O seguro saúde que é um dos mais renomados é o WorldNomads.com, se o Rafael puder passar esse link pra o pessoal, o WorldNomads.com é um dos seguros que é muito fácil de pegar online, e existem 2 pacotes: Ele tem o básico e o explorador, se eu não me engano, que o explorador, ele consegue abranger tudo, até esportes radicais.

Se você, sei lá, quebrar a perna esquiando, ou pular de paraquedas e der algum problema e, obviamente, não morrer, eles ajudam nos custos e é um dos melhores seguros de vida possíveis.

O que mais colocar? E eu colocaria pelo menos uns 5000 reais a mais ali nesse pocket money antes de viajar.

E na minha experiência, eu acredito que tem que ter pelo menos uma renda recorrente entrando, em torno de 2 a 3000 reais no mínimo, pra ficar realmente seguro e não ter que bater aquele aperto, aquele desespero no meio da viagem. Outra coisa que eu recomendo fortemente, pessoal, que o pessoal que quer se tornar nômade digital fala assim: “O que que é necessário?”

Quem for criar uma empresa, é muito importante pegar um contador num lugar estratégico, um contador que responde as mensagens em, no máximo, 48H, por que isso?

Porque eu tinha a minha primeira empresa que eu criei foi no interior do Rio Grande do Sul, essa empresa, a gente criou por recomendação de um familiar, eu tinha aquele sentimento de que aquele contador não era pra a minha empresa, porque ele não estava preparado pra negócios digitais e não respondia no momento sensível…

Porque quando a gente lida com nomadismo digital, a gente pode estar em qualquer lugar do mundo, a gente precisa nos contatar de uma forma rápida, e essas pessoas que prestam serviços pra a gente, eles têm que ter essa consciência e é inadmissível que eles não respondam em 48H.

É isso que a gente tem que colocar na cabeça. Quando a gente tem alguém que está fazendo serviço pra a gente, eles têm… inclui o quê? Contador, principalmente, e gerente de banco. Então, antes de sair do país, encontrar um contador, principalmente em lugar estratégico. Eu recomendo fortemente São Paulo, mesmo o pessoal que não tem… que mora no interior de algum estado do Brasil.

É possível, sim, criar uma empresa em São Paulo, mesmo morando em outro estado, pessoal. Então, foi isso que eu fiz, eu abri uma empresa em São Paulo só pra lidar com negócios digitais, eu fiz uma reunião com esse contador e falei assim: “Preciso que você responda em 48H, se der algum problema pra o imposto de renda, pra a declaração, qualquer dúvida que eu tiver, vocês vão ter que estar dispostos.”

E eles fazem isso. Então, é bom encontrar alguém que vai ser confiável pra vocês, pra não dar dor de cabeça, porque esse meu outro, eu enviava mensagem, e ele não respondia. E deu tanto pepino, que eu tinha vindo… eu tive que voltar 2 vezes pra o Brasil pra me encontrar com esse contador anterior, o antigo, e isso acarreta o quê?

No mínimo, 4000 reais pra voltar pra o Brasil, só pra falar com ele e arrumar os pepinos da empresa. E deu tanto pepino naquela empresa, porque ele não resolvia, não respondia, que eu demiti ele. E eu falei claramente pra ele pra ele fechar aquela empresa velha, 3 vezes, e o mais interessante, agora, eu fui declarar o imposto de renda, e meu contador viu que a empresa ainda está aberta. Então, é outro pepino que vai ter que ser resolvido.

Então, quando for escolher um contador estratégico, principalmente São Paulo, por quê? Porque São Paulo, qualquer mudança que acontece no Brasil, seja em relação a notas fiscais eletrônicas, seja qualquer inovação tecnológica, vai ser em São Paulo primeiro, e a prefeitura de São Paulo está bem preparada pra a emissão de notas fiscais, e também, a gente pode emitir notas fiscais de qualquer lugar do mundo.

Então, ter uma empresa e ter um contador, o gerente do banco, ele tem que responder e-mails, e não é… que no Brasil, tem muito essa cultura de: “Ah, liga pra lá.”

Então, tipo, é o cliente que tem que estar perseguindo o prestador de serviços, e não é assim. Tem que ser ao contrário. Quem está prestando serviços que tem que realmente fazer um serviço bom.

Então, agora, no meu banco, também, mudou a gerente, e a desgraçada lá não responde…

Vinícius Teles: Risos!

Marcus Lucas: Agora, eu acho que eu vou mudar de banco, no futuro, voltar pra o Brasil, só pra falar com ela e migrar os fundos pra outro banco.

O que mais que é necessário? Se possível, ter alguém que vai ser confiável pra vocês fazerem… como é que fala, Vinícius, aquele documento que o pessoal… esqueci o nome.

Vinícius Teles: Uma procuração.

Marcus Lucas: Uma procuração pra o pessoal poder fazer alguns tipos de operações que você não pode fazer, como abertura de banco, ou tiver algum imprevisto no Brasil também, tem que ter alguém pra fazer isso pra você, pra poder, de repente, assinar pela empresa.

No caso, eu não tenho uma procuração, porque eu sou meio hard core, porque eu tenho uma comunicação muito boa com o meu contador, que ele lida com bastante coisas. Se eventualmente eu precisar, eu faço uma na embaixada e depois, eu envio pra o Brasil.

Obviamente, vai demorar mais tempo, mas eu preferi fazer assim, porque eu quero ficar completamente independente até de familiares.

Então, agora que vocês já sabem que pra virar um nômade digital, não é de uma hora pra outra, principalmente quem for lidar com serviços digitais, e é importantíssimo isso, ter uma comunicação forte de novo, eu friso novamente, com o contador e com o gerente do banco. Até teve uma pergunta sobre qual banco abrir contas.

Uma informação que o Raphael Seabra, ele vai passar daqui a uns dias, é um cartão de crédito em que a cotação do dólar está muito mais baixa, então, vai dar pra guardar bastante dinheiro, mas vamos esperar essa informação.

Então, como é que se torna um nômade digital em Internet marketing? Acho que é bom, assim, deixar claro que o que a gente faz, no caso de eu e o Rafael Incao, que a gente tem produtos de informação, que a gente tem treinamentos em áreas correlacionadas, é que o principal desse produto digital de informação, existem vários tipos de produtos digitais, por exemplo:

No caso do Vinícius Teles, ele tem o Be On The Net, que é um serviço digital recorrente, em que ele oferece hospedagem e ele também oferece uma certa de funções específicas pra o pessoal que está nesse nicho de casamento e quer ter um site profissional. Então, no caso dele, também é um serviço digital. E no caso meu e do Rafael Incao, nós temos produtos digitais de informação, no qual a gente passa conhecimento.

E o marketing digital, que normalmente tem esse conceito, ultimamente, de falar assim: “Ah, ele trabalha com marketing digital.”

O marketing digital é uma parte pequena do negócio, porque o negócio em si é o conteúdo, é a informação e é essa dedicação que a gente oferece. Então, o marketing digital é uma parte, pra saber onde é que estão os clientes, como é que a gente faz ofertas, como é que a gente faz promoções, pra ampliar a renda do negócio. Então, é bom a gente deixar isso claro, porque o negócio em si vai ser os produtos digitais de informação.

Você pode monetizar através de ebooks, através de sites de membros, através de plugins, através de plataformas web, como o Vinícius Teles faz, você pode vender relatórios online, você pode vender templates, você pode fazer um market place: Um mercado virtual de templates, ou de freelancers, então, a gama é muito grande.

No caso da moça que ela é redatora, ela tem uma série de opções. Ela pode, por exemplo, em vez de pegar trabalhos freelancers, que a gente está trocando nosso tempo por dinheiro, no caso do freelancer, ela pode, talvez, criar um portal de conteúdos sobre um nicho específico e monetizar em cima. Ou ela pode criar, de repente, uma agência de redatores pra oferecer conteúdos pra blogs, que está muito comum, agora, o marketing de conteúdo.

Então, é bom expandir a cabeça e tentar transformar num negócio em que gere renda passiva ao longo do tempo, e obviamente, tem que ter estratégia antes, cara. E talvez seja um dos motivos, não sei, em que ela ainda não tenha encontrado, que ainda não tenha rolado. Mas basicamente, é buscar realmente uma estratégia que seja escalável e que ela possa aumentar, por exemplo, pegar 1000 clientes, e ela dar conta do recado.

Provavelmente pra criação de conteúdo, ela vai ter que ter uma equipe que faça isso por ela. Então, ela pode só gerenciar essa equipe de produção de conteúdo, por exemplo.

Então, deixar bem claro, novamente, que o marketing digital é só uma parte do negócio, mas o negócio em si, no caso do Rafael Incao, é o conhecimento adquirido, é a consultoria que ele dá com os clientes dele, é o treinamento que ele vai melhorando e colocando pra as pessoas, que obviamente, ela está com um problema específico, e que ajuda o pessoal a não gastar tanto dinheiro e poder viajar.

E no caso do Vinícius, ele tem esse serviço digital, que é a plataforma Be On The Net, que ajuda as pessoas a ter um site proficional de forma mais rápida. Então, isso, eu espero que tenha ficado claro. Qualquer pergunta, é só colocar abaixo.

Vinícius Teles: Agora, você mesmo, Marcus, se não me engano, um dos trabalhos que você faz é justamente no sentido de apoiar, por exemplo, quem quer trabalhar com essa questão de produtos digitais e tudo mais. Se eu não me engano, você já teve um produto que foi bastante forte e um dos pioneiros no Brasil, nessa área, não é? Seria interessante você, talvez, comentar rapidamente, e eu acho que você também está trabalhando em algo novo em relação a isso, não é?

Marcus Lucas: Então, nessa jornada toda de 5 anos, eu já lancei uma série de produtos. Lancei primeiro o Graduate In Japan, que é um guia digital que eu vendo pra 60 países diferentes, e ele está em Inglês, vendido pelo ClickBank, o Búfalos, que foi um dos pioneiros no Brasil em empreendedorismo digital, que tinha dentro….

As ferramentas pra criação de páginas de captura, criação de banners, templates e uma série de outros recursos, nosso evento ao vivo: Transformação Digital, um plugin que é o Propulsor de Audiência, que a gente vai, agora, pegar um programador pra remodelar esse plugin pra a gente, que ajuda o pessoal a gerar audiência, e uma série de outros produtos que já foram lançados.

Então, baseado nessas experiências, é que eu ensino as estratégias que eu utilizo, algumas… e o pessoal fala: “Ah, qual é a referência?” E são várias referências que eu já utilizei.

Por exemplo, uma parte de validação é inspirada no Trabalhe 4 Horas por Semana. E ao longo dessa experiência de 5 anos, a gente foi adaptando essa forma de validar negócios e como é que a gente também aplica diferentes estratégias de marketing pra alavancar o rendimento: O ROI, o retorno sobre o investimento dos negócios.

Então, tem um nicho que eu ensino também é sobre negócios digitais, mas ele não é exclusivo. Tem outros nichos que eu também atuo.

Vinícius Teles: Legal, mas eu vou vou até aproveitar aqui pra… porque como a gente está aqui convivendo mais de perto, e eu tenho mais, digamos, acesso ao que você está fazendo nos últimos tempos, não sei se é um problema falar, mas eu vou comentar aqui, e você me fala se for um problema…

Mas eu acho que você está criando um material novo, que eu acredito que é particularmente útil pra quem, por exemplo, tem interesse em criar um negócio que possa ser conduzido de qualquer lugar do mundo, se eu não me engano, você andou oferecendo umas bolsas de estudo em relação a isso, ou sorteando.

Se você puder comentar um pouco, eu acho que é legal, porque tem outras pessoas aqui que podem ter a… pode ser interessante esse tipo de coisa.

Marcus Lucas: Pô, legal! Então, pessoal, eu estou oferecendo 3 bolsas de estudo em negócios digitais, que é… oferecidas pelo Libertação Digital.com, pra quem já me conhece, então, essas bolsas de estudo, é só se cadastrar lá, depois, a gente vai fazer um sorteio daqui a uns 15 dias, pra a gente pegar os ganhadores dessas bolsas 100% integrais online.

E nesse treinamento, que é o meu treinamento, que eu, agora, estou reformulando, eu desconstruí os meus negócios e peguei o melhor deles pra poder montar esse treinamento e ensinar o pessoal.

E eu já tenho uma série de casos de sucesso, que eu comecei a anotar ontem, num papel, quem que já teve resultado e qual esse tipo de resultado, porque cada pessoa tem resultados diferentes, não é a mesma.

E normalmente, quando a gente foca, eu, principalmente, eu não foco no resultado final, financeiro, do aluno. Obviamente, se ele aplicar as técnicas e mensurar os resultados e melhorar e adaptar, muito provavelmente ele vai ter resultados.

Mas a gente teve um caso da Ismê Lucas, por exemplo, em que… no primeiro exercício, é sobre… é uma apresentação em vídeo que tinha que fazer. E a Ismê Lucas, depois, ela foi no meu evento ao vivo. E ela tem… ela é uma das mais… eu não sei se eu posso falar isso, cara, mas ela é uma das mais… experientes em termos de idade do grupo.

Rafael Incao: Risos!

Marcus Lucas: E ela tem… se não me engano, ela tem 2 negócios. Um deles é uma semente de Aguaí energética, que obviamente, eu não sei muito, mas ela falou assim: “Marcus, depois que eu fiz aquele vídeo de apresentação no grupo, eu comecei a criar vídeo pra o meu negócio e colocar no YouTube.”

E eu não tinha a mínima ideia, porque eu não falei pra o pessoal fazer isso. E ela acabou dobrando o faturamento da empresa dela, só por causa que ela desbloqueou e viu que… ah, tem vezes que a gente pensa: “Ah, a minha voz é ruim, a minha linguagem corporal não é boa, ou eu travo, ou eu gaguejo.”

Sabe, ela viu que ela passava credibilidade. Que ela tem a voz um pouco mais rouca, mas aquela voz passava uma credibilidade enorme nos negócios dela, e ela não se dava conta disso.

Então, ela duplicou o faturamento só por ela ter feito isso, e ela falou: “Marcus, eu vou no teu evento ao vivo, porque eu dupliquei meu faturamento.”

Acho que isso foi no primeiro ou segundo mês depois do treinamento, que a gente começou, e eu, caramba, cara! Eu nem estava esperando isso. Eu não foco, que no meu treinamento, eu não focava em: “Vamos criar vídeos e colocar no YouTube.” Não era o objetivo.

E a gente teve o Raphael Dias, que ele lançou o Produção de Jogos Academy, sobre criação de jogos, também ficou num dos mais quentes do HotMart.

E tem uma série de casos. Teve um garoto de 16 anos, o Everson Cruz, que eu acho que ele é prodígio, né, cara? Porque ele já lançou uma série de produtos, ele lançou o Macho em Série, que é um blog sobre relacionamento, ele lançou o Curso Tec Info, que foi o primeiro treinamento sobre manutenção de computador online.

E depois, ele foi pra a Irlanda passar um tempo lá com o Arlindo Armando, e agora, voltou pra o Brasil.

Rafael Incao: Hmmmmm! Risos!

Marcus Lucas: É, eles tão que tão. Mas é, então, a gente já tem uma série de alunos que estão tendo resultado e não só financeiro.

Obviamente, financeiro é legal, mas tem vezes que alunos, cada aluno tem que aprender habilidades diferentes, então, por exemplo, se alguém que vai utilizar vídeo e não fala na frente da câmera, tem que desenvolver aquela habilidade antes pra montar o negócio.

Se é alguém que não sabe criar uma página web, por exemplo, vai ter que desenvolver aquela habilidade ou conseguir que alguém faça isso por ela.

Então, esse treinamento, eu acredito que seja bem completo, e a gente começa com mentalidade empreendedora pra o pessoal alinhar a mentalidade e fazer parcerias, então, rola muita parceria dentro dessas minhas turmas, de alguém que tem uma ideia complementar à de outra pessoa, ou habilidades complementares, elas se unem pra montar alguma coisa juntas.

Então, mentalidade, e depois, a gente entra na geração de ideias, que eu sempre utilizo a geração de ideias num caderno, pra ver o que que eu posso lançar pra o mercado, depois, eu faço uma análise de interesse daquela ideia: “Será que tem pessoas interessadas mesmo no que eu quero oferecer?”

E se passa nessa análise de interesse, depois, eu valido a ideia, pra entender se tem outras pessoas querendo realmente, as que estão dispostas, realmente, a dar dinheiro em troca daquele valor oferecido, que pode ser um produto digital ou um serviço digital.

E depois disso, que a gente foca em criar o conteúdo, lançar pra o mercado, começar a melhorar o produto, e indo aumentar o preço dele. Depois, pode chegar num ponto em fazer lançamentos em turmas, mas eu quero focar em renda recorrente ao longo do tempo pra não ter todo esse estress de ficar abrindo turma, e dá apoio pra uma, e depois para outra.

Criar um produto em que a gente pode ter ele aberto recorrentemente, fazendo promoções relâmpago ao longo do tempo, também, com webinários, pra poder ter um pico de venda em meses específicos.

Vinícius Teles: É, muito bom. De qualquer maneira, eu botei o link em relação ao sorteio lá nos comentários também, e aí, a gente já está aqui há quase 2H, então, eu vou pedir pra o Jair pra ele dar uma palhinha também sobre o que que ele fez aí nessa área, porque ele também tem uma história que é, eu acho que bastante complementar, em termos do que ele vem oferecendo, em termos de produto digital.

Então, Jair, você pode contar um pouquinho pra a gente, por favor?

Rafael Incao: Eu acho que o Jair dormiu.

vinícius Teles: Risos! Jair?

Então, talvez o Jair esteja com problema lá na Internet, ou microfone, alguma coisa assim, então, vamos tocando aqui, e eu só vou aproveitar, porque eu tinha visto aqui uma outra pergunta, de repente, a gente pode meio que fechar com ela, que é uma pergunta que tem a ver com vistos e esse tipo de coisa, alguém perguntou essa questão de vistos, vistos aqui na Ásia.

E uma informação que muita gente não tem é que o passaporte brasileiro é um passaporte muito bom, muito melhor do que a gente possa imaginar, e a razão disso é porque a gente, com passaporte brasileiro, a gente pode entrar numa quantidade muito grande de países, sem que a gente tenha que pedir visto prévio pra entrar nesses países, ou seja, a gente chega lá, a gente simplesmente aparece no aeroporto, pousa e ganha, digamos assim, o visto na hora, lá na imigração do país.

Porque todo país, você ganha um visto quando você… pelo menos quando você chega nele. Você passa na imigração do país, você recebe uma permissão, que é esse visto, que deixa você ficar lá durante um determinado período de tempo.

Uma coisa muito interessante que acontece no caso da diplomacia brasileira é que o Brasil tem relações, tem acordos diplomáticos com muitos países e fazem com que o período de duração do nosso visto nesse país, muitas vezes, seja até melhor do que você teria, por exemplo, se você tivesse um passaporte europeu, ou um passaporte americano, e assim por diante.

Um exemplo bem claro disso é aqui na Tailândia mesmo. Aqui na Tailândia, se você for americano, se for europeu, australiano, neozelandês, e assim por diante, o tempo que você pode ficar aqui, quando você pousa, se eu não me engano, é um mês, e você pode meio que renovar por mais um mês, ou algo assim.

Então, assim, é um tempo relativamente curto. Agora, nós, como brasileiros, em função de acordo que a Tailândia tem com o Brasil, a gente pode ficar 90 dias. Então, assim, 90 dias, quando a gente conta isso pra eles aqui, eles caem pra trás: “Mas meu Deus, Teles! Você pode ficar 90 dias aqui?”

Isso é tudo o que eles queriam da vida, né?

Você pensa assim: “Ah, não parece uma diferença muito grande.” Mas quando você quer ficar num país por mais tempo, faz muita diferença, porque o que que acontece?

Quando o seu visto vence, aquele período ali, você tem que pelo menos fazer o que é chamado de um visa run, que é o quê? Você, por exemplo, sai do país e entra de novo. Quando você entra de novo, o passaporte é carimbado mais uma vez, você ganha mais outro período de tempo.

Claro que você pode fazer isso dentro de um certo limite, e eventualmente, se o governo vê que você faz isso sem parar, pode ser que uma hora, ele encrenque com você, mas tipicamente, isso funciona.

O problema é que assim: Se você tem 3 meses aqui na Tailândia, significa que ao longo de 1 ano, eventualmente, você vai ter que sair e voltar 4 vezes. Se você só tem um mês, amiguinho? (Risos!)

Você vai ter que fazer isso 12 vezes, e cada vez que você faz, obviamente, tem um custo. Você tem que sair do país, você tem que voltar, e assim por diante. Mas assim, enfim, resumindo: Quando você sai do país, não significa que você precise voltar para o Brasil. Significa apenas que você tem que ir para um outro país, e nesse outro país, você vai receber um determinado período que você pode ficar lá.

Então, por exemplo, aqui do lado, tem Miamá. Quando a gente sair daqui e quiser ir a Miamá, pode chegar em Miamá, vai ganhar um certo período lá. Se você for pro (palavra não entendida), vai ganhar um outro período.

Se for pra o Cambódia, outro, e assim por diante. Então, tem vários lugares aqui perto que você pode ir, e você pode inclusive passar a vida inteira só fazendo isso, porque a cada lugar que você vai, você vai ganhar um número de meses que você pode ficar.

No caso da Europa, é um pouquinho diferente, porque a Europa ocidental, sobretudo, ela tem um acordo entre todos, ou a maioria dos países da Europa, que é algo chamado de Acordo de Schengen.

E esse acordo, ele indica o seguinte: Que cada país da Europa que faz parte desse grupo, uma vez que você entre nesse bloco de países, você tem 3 meses que você pode ficar no bloco como um todo. Então, não é, por exemplo, cheguei na França, fiquei 3 meses, agora, se eu for pra a Alemanha, vou ganhar outros 3 meses.

Não. Porque esses países são ligados no bloco, que é tratado, do ponto de vista da imigração, como se fosse um único país. Então, no caso da área do Schengen, você tem 3 meses dentro de cada período de 6 meses. Então, por exemplo, você ficou 3 meses, então, vai ter que ficar 3 meses fora antes de você poder voltar e ficar 3 meses de novo. Porém…

Rafael Incao: Desculpa, só te interrompendo aí, Vini, mas eu tenho um vídeo que fala sobre isso, está no meu canal do YouTube. Quem quiser procurar, o título é: Como Ficar Mais de 90 Dias na Europa.

Vinícius Teles: Então, depois, a gente aproveita

Rafael Incao: Aham.

Vinícius Teles: É, a gente aproveita e coloca esse link lá também. E o que que acontece, tem um outro porém na Europa, que é o seguinte: Existem alguns países, especialmente do leste europeu, que na minha opinião, na verdade, são os países que a gente mais gosta, e são países que não fazem parte do acordo Schengen.

Então, são os países como a Bósnia, Sérvia, Croácia está entrando, mas enfim, Macedônia e outros, assim como Bulgária, Romênia, e a própria Turquia, que está ali perto também, nenhum desses países faz parte do Acordo de Schengen, o que é bom, porque você pode ficar nessa área do mundo, mudando de um país pra o outro, e a cada vez, você ganha 3 meses.

E o barato é que muitas das vezes, sair de um país pra o outro, nesse caso, como é muito pertinho, às vezes, significa uma viagem de 2, 3H e uma passagem de ônibus que custa, sei lá… 10 a 15 reais. Então, é muito fácil você ficar nessa região do mundo a vida inteira, se você quiser e além disso, tem também a própria Rússia, que é relativamente próxima, é um lugar sensacional, e o brasileiro tem 3 meses que pode ficar lá também.

E a Rússia é um lugar difícil de você ir, se você tem que pedir visto, é super chato, e todo mundo tem que pedir visto, europeu tem que pedir visto, americano tem que pedir visto, é um inferno, e a gente não tem, então, o nosso passaporte brasileiro é muito bom.

Rafael Incao: E eu estou indo pra lá em breve.

Vinícius Teles: Vai curtir pra caramba.

Rafael Incao & Vinícius Teles: Risos!

Vinícius Teles: Então, tá aí, também, essa questão do visto, é tranquilo, e cara, eu acho que a gente já está aqui há quase 2H, a gente vai começar a encerrar,

Rafael Incao: É, já deu 2H, né, cara?

Vinícius Teles: O pessoal no Brasil vai ter que começar a ir pra a cama e tudo mais, e a gente, por outro lado, tem que começar o dia de trabalho aqui, então…

Rafael Incao: Mentira, mentira, mentiríssima! Eu…

Todos: Risos.

Rafael Incao: Não, na verdade, a gente não só zoa, mas eu, particularmente, dá pra ver, pela minha cara de sono, que eu preciso dormir, então,

Vinícius teles: Risos! É, bom…

Rafael Incao: Pra ser bem sincero, até amanhã, eu vou dormir, eu estou indo dormir, essa é a grande verdade, mas eu ainda vou trabalhar hoje, mas no atual momento, eu vou dormir.

Vinícius Teles: O Marcus também vai dormir.

Marcus Lucas: Risos!

Rafael Incao: E eu quero é que o Vinícius, ele é o cara que mais tem disposição aqui nesse país, é impressionante!

Marcus Lucas: É, essa cara de lady boy aí, cara! Deixa eu só responder uma pergunta aqui, cara. A última, posso?

Vinícius Teles: Deve, claro!

Rafael Incao: Pode, pode!

Marcus Lucas: Aqui, o Gustavo Cardoso perguntou, óh, que ele trabalha com importação de produtos da China, e ele está começando a vida nômade. Ele tem pouco Inglês, e ele quer estudar barato Inglês em Chiang Mai ou em Dublin.

E Gustavo, baseado na minha experiência, obviamente, eu ainda não fui pra Dublin, mas eu sei que tem uma série de brasileiros que vão pra lá, em Chiang Mai, eu não recomendo necessariamente vir pra cá pra aprender Inglês, porque apesar de ter nômades digitais aqui, a quantidade não é lá grandes coisas.

Eu aprendi meu Inglês nas Filipinas, que o Inglês, ele é oficial, a língua oficial nas Filipinas, e também uma série de filipinos falam em Inglês. Obviamente, tem um sotaquezinho um pouquinho diferente do nosso, mas mesmo assim, a gente pode aprender um pouco mais o americano, falar com quem fala melhor, e também lá é muito barato e tem umas praias fantásticas.

A desvantagem é que, nas Filipinas, a Internet está uma bosta. Mas é fantástico. Se for solteiro, ainda, o estilo de vida vai ser além do que você imagina que seja capaz.

Vinícius Teles: Eu vou só fazer um aparte e discordar levemente do Marcus em 2 aspectos: 1 é que aqui em Chiang Mai, porque existe uma comunidade de despatriados e nômades muito grande, boa parte desse pessoal, na verdade, vem pra cá, porque, por exemplo, vem de um país onde a língua que se fala é Inglês, e às vezes, a pessoa não tem outra coisa pra fazer, e ela acaba virando professor de Inglês.

Então, assim: Tem muuuuuuuita gente aqui que é de país que fala Inglês disposta a ensinar Inglês, algumas dessas pessoas trabalham em escolas aqui, e outras dessas pessoas estão dispostas a ensinar dando aula particular.

E como o custo de vida aqui é fácil, elas têm, muitas vezes, interesse em ensinar, mesmo que você pague um valor baixo, porque elas precisam também ganhar dinheiro aqui e tudo mais, elas naturalmente têm o conhecimento, porque vêm de um país que fala Inglês, e como tem muita gente, tem muita concorrência, e você pode escolher facilmente.

E um outro ponto importante aqui é que existe bastante evento que reune os despatriados. Então, eu, por exemplo, vou a 2 eventos em particular toda semana, então, Quarta e Sexta, tem evento aqui, que são os encontros do (palavra cortada), onde nesses encontros, a maioria absoluta das pessoas que vão são pessoas que vêm de fora da Tailândia, e que na sua maioria, são de países que falam Inglês…

Então, assim, tem muita oportunidade pra você ficar conversando em Inglês assim pra caramba, se você vai nesses encontros. E acaba que às vezes, desses encontros, puxa um outro, e assim por diante, e você vai começando a conhecer pessoas de países que falam Inglês e vai convivendo com elas e vai usando facilmente.

Claro, se você vai, por exemplo, pra Dubling, lá, se fala o Inglês. Então, você vai ter uma imersão maior do que aqui, mas aqui, por outro lado, talvez o custo de vida seja muito mais baixo, e de repente, você tem uma vibe também muito boa de quem está trabalhando com empreendedorismo, e assim por diante.

Então, tem um pouco dos 2 lados enfim, o que o Marcus falou também é verdade. Aqui não é um país, por exemplo, onde a língua é Inglês, então, tem que levar esses fatores aí em consideração.

Marcus Lucas: Até algo a levar também em consideração é que aqui, tem universidades, né?

Vinícius Teles: Isso.

Marcus Lucas: Então, se quiser fazer algum tipo de curso em Inglês, não a língua inglesa em si, mas tem cursos ministrados em Inglês, como o MBA ou outro tipo de curso relacionado, e pode ser uma boa vir pra cá, já pega um visto de estudo e já aprende Inglês, enquanto faz alguma coisa mais produtiva.

Vinícius Teles: Exatamente. Exatamente. Então, eu acho que a gente, talvez, eu não tenha conseguido cobrir todas as perguntas que estão lá, mas de qualquer maneira, eu acho que foi bem bacana assim a primeira vez que a gente fez esse bate-papo aqui assim, e também, surgiu meio que no nosso almoço de ontem.

Então, bom, foi rápido, daí, a gente já fez uma coisa legal, e eu estou pensando até que a gente tem que fazer isso mais vezes, porque inclusive com pessoas que não necessariamente estão aqui em Chiang Mai, mas que estão aí, outros brasileiros, pelo mundo, vai agregar também…

Rafael Incao: Os convites estão abertos, né?

Vinícius Teles: É, vai agregar muito essa experiência aí. Então, Marcus, tem alguma palavra pra dizer pra o pessoal?

Marcus Lucas: Então, pessoal, eu acho bacana assim, quem gostou põe lá um hashtag gostei em nômades digitais, e quem não gostou põe lady boy do Rafael Incao. Daí, a gente sabe se vocês gostaram ou não gostaram. (Risos!) E quem sabe, a gente faz outras vezes essas reuniões de novo. (Risos!) Abraço, pessoal!

Vinícius Teles: Valeu, Marcus!

Rafael Incao: Bom, beleza! Finalizando, que a final, a gente também precisa dormir de vez em quando, eu só quero lembrar aqui, mais uma vez, a questão do fechamento da turma do Fórmulas de Passagens, quem está interessado em viajar o mundo provavelmente use muito avião, e o pessoal está economizando pra caramba e quem quiser aproveita…

O Vinícius vai colocar mais uma vez aí o link pra se cadastrar, e como eu falei, quem fechar isso ainda hoje, até meia noite, tem 2H aí, eu vou liberar esses bônus de alimentação e hospedagem e vai economizar pra caramba.

Não precisa ser multimilionário pra viajar o mundo e é isso que eu quero mostrar no Fórmulas de Passagens.

E eu quero agradecer o convite do Vini aqui, ele fez até um cafézinho da manhã pra a gente, muito simpático…

Vinícius Teles: Café da manhã gourmé.

Rafael Incao: É um café da manhã gourmé! Ovos mexidos, danone, cafézinho, show de bola…

Vinícius Teles: Nem eu ganho um café da manhã assim…

Rafael Incao: É, nem ele, né? Ele fez um café da manhã aqui… (palavra não entendida).

Marcus Lucas: O casal Partiu acorda com ovos mexidos, gente! O que é isso!

Todos: Risos!

Rafael Incao: Então, é isso aí! Um prazer e que a gente continue aí fazendo muito mais e que essa comunidade em Chiang Mai e no mundo cresça, e como eu disse, o que eu recomendo é que você siga as pessoas. Talvez você possa seguir alguém um pouco menos bobo, um pouco menos infantil do que a gente, mas se quiser seguir a gente também, a gente está à disposição pra ajudar você, tá bom?

Muito obrigado a você que dispôs seu tempo, nós estamos aí com mais pessoas do que começamos, depois de 2H, isso é um prazer enorme, então, vamos que vamos! Faremos isso mais vezes, com certeza! Vinícius, obrigado! E você finaliza aí. Não se esquece de colocar o link de novo.

Vinícius Teles: Obrigado, obrigado a você, obrigado ao Marcus, e na verdade, eu não falei aqui, obrigado a você, especialmente por ter atendido nós com as passagens.

Tem um detalhe importante que eu acho que vale a pena comentar, que às vezes, a gente fala assim: “Ah, porque você pode economizar na compra de uma passagem.”

E não é exatamente verdade. Depois, eu me dei conta, obviamente que já foi na segunda passagem, tem coisas que quando você aprende um determinado conhecimento, você vai levar pra a vida inteira, então, ao longo da sua vida, eventualmente, você vai economizar um monte de vezes, todo ano, por exemplo, se você fizer uma viagem de férias e economizar, sei lá, 500 dólares, naquela viagem, no final das contas, a economia é totalmente absurda.

Eu já tive 2, que foram essas 2 grandes passagens que eu comprei de dezembro pra cá, então, assim, pra o resto da minha vida, vai ter uma diferença enorme. Então, obrigado (risos!) Por me ensinar essas coisas aí, a manha total.

E galera, muito obrigado a todos vocês que participaram aí com a gente! De novo, é uma coisa que a gente não tinha planejado bem, então, a gente não tinha uma palta bem definida…

Rafael Incao: Mas as suas piadas foram boas também…(Risos!) Vai fazer um strip da próxima vez, e tal,

Vinícius Teles: Risos! Isso que é legal.

Marcus Lucas: Mas foca numa, né?

Vinícius Teles: Mas isso é um pouco do que a gente faz no dia-a-dia aqui, vai almoçar, acaba falando um monte de besteira, mas a gente aprende um com o outro, e o que a gente queria era trazer esse mesmo clima pra cá e tentar, no meio dessa conversa, colocar algumas coisas úteis.

Eu acho que a gente podia fazer melhor na próxima, talvez colocar com mais antecedência e inclusive já pedir pra as pessoas mandarem as dúvidas que tenham já com mais antecedência, até pra que a gente possa se organizar e falar sobre essas coisas de uma maneira mais organizada do que a gente fez aqui.

Eventualmente, se tiver links de livros, de coisas que a gente tenha que colocar, a gente já coloca até lá à disposição. Mas enfim, isso a gente pode fazer aí, nas próximas semanas e também, obviamente, envolver outras pessoas, porque felizmente, especialmente esse ano, a gente está tendo muito mais conhecimento sobre nômades digitais brasileiros que estão espalhados pelo mundo, e a gente tem que trazer essas pessoas e as experiências delas pra contar pra quem está começando.

E quem está a fim de entrar nisso, eu acho que vale a pena dizer que obviamente, é uma vida muito legal, a gente que já está nessa há alguns anos, a gente não tem a menor intenção de parar, ou de voltar pra o Brasil, ou de parar em qualquer lugar que seja, porque realmente é uma vida bacana e, cara, eu desejo de verdade que você encontre o caminho…

A gente vai estar, eu acho que todos nós, sempre à disposição pra ajudar no que a gente puder, pra que você encontre esse caminho e que você possa, em breve, encontrar com a gente aí na estrada.

Vai ser muito legal, como está sendo muito legal todo esse encontro de todos nós aqui!

Rafael Incao: Tudo o que a gente quer é que tenha mais gente.

Vinícius Teles: Exatamente.

Rafael Incao: Vocês não sabem o barato que é a gente se reunir aqui, e você que vier pra a Tailândia, você que… mesmo que seja de passagem, que não seja nômade digital, pô, entra em contato com a gente, o Vinícius já prometeu aqui que ele vai até pagar uma cerveja pra todos aqueles que vierem, e sejam todos bem-vindos. E é isso aí, galera!

Todos: Risos!

Marcus Lucas: Oh, e eu não vi essa cerveja ainda, cara! Ah, e agradecer ao Jair Rebello ali, óh, e que é um sinal que a Internet dele está uma bosta, que aqui é um lugar bom.

Vinícius Teles: Viu, Jair? (Risos!)

Marcus Lucas: Eu lembro que você deu a dica lá.

Vinícius Teles: Ah, e continua mudo, cara! Isso é…

Marcus Lucas: Deu problema no microfone.

Rafael Incao: Ah, ele está brincando de vaca amarela…

Vinícius Teles: Risos! É isso aí! Obrigadão, brother!

Rafael Incao: Obrigado, Jair!

Vinícius Teles: É uma pena que a sua Internet tenha ficado assim, mas na próxima, vamos fazer com que você possa participar com mais voz nessa conversa, né?

Marcus Lucas: Com voz, né?

Vinícius Teles: Ham?

Marcus Lucas: Com voz, né?

Vinícius Teles: Com voz.

Rafael Incao: Tem que ser voz ativa, já que a voz ativa é valente.

Todos: Risos!

Rafael Incao: Grande abraço, galera!

Vinícius Teles: Valeu!

Marcus Lucas: Risos! Abraço! Até mais!

Vinícius Teles: Tchau!

Marcus Lucas: Tchau! Tem que dar o logoff aí. Tchau! Tchau! Tchau!

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OSAKA, JAPÃO

Marcus Lucas, além de Mestre em Sistemas de Informações Globais e Telecomunicações pela Waseda University, Japão, é empreendedor digital nômade e autor, apaixonado por automação de negócios e lifestyle business.

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