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Como Conquistar Sua Liberdade Financeira com Rafael Seabra

Por

Existe uma grande diferença entre querer algo e de fato lutar por este algo para conquistá-lo. Esta frase pode ser aplicada em várias esferas de nossas vidas, inclusive na busca pela liberdade financeira.

Se você está lendo este artigo é, muito provavelmente, porque é uma pessoas insaciável por conhecimento e que busca maiores possibilidades, o que inclui lidar de forma mais inteligente com as finanças.

O mais interessante é o nosso cenário atual. Ao olharmos ao nosso redor podemos constatar que uma grande quantidade de pessoas que diz querer ter liberdade financeira, mas que continua com hábitos que vão no caminho contrário deste objetivo.

Na palestra dada no TEDxUFABC, falei um pouco a respeito da “nova cultura” da ostentação e de como ela pode afetar nossos filhos, ou novas gerações, de forma negativa.

Seu Bate-Papo Sobre Liberdade Financeira Com Rafael Seabra:

Neste Bate-Papo #10, da nossa categoria de Bate-Papos & Entrevistas, gravado com o educador financeiro Rafael Seabra em Railay Beach, Tailândia, você será introduzido a alguns conceitos-chave sobre como atingir a sua liberdade financeira (ou independência financeira).

Coloque esse vídeo no seu site (copie e cole o código HTML)

Você também aprenderá O QUE fazer e o que NÃO fazer para ir na direção correta para atingi-la, sendo os principais tópicos abordados os seguintes:

  • Minimizar o orçamento e estilo de vida como ferramenta para potencializar o alcance mais rápido da sua liberdade financeira;
  • Como o consumismo pode estar afetando sua vida financeira;
  • Como uma vida mais simples pode ser a sua melhor opção para liberdade plena;
  • Como encontrar o ponto ideal entre minimalismo e produtividade;
  • Como os custos ‘embutidos’ no tempo de vida de bens materiais podem acabar com a sua carteira (e com a sua sanidade mental);
  • A aposentadoria realmente sempre oferecerá liberdade financeira?;
  • Uma dica matadora sobre como conseguir ter mais tempo livre e poder finalmente se preocupar com o que REALMENTE importa;
  • Diferença crítica entre frugalidade e avareza;
  • E muito mais

No mundo moderno, muitos não têm culpa por não saber lidar com o dinheiro, já que não é algo que aprendemos na escola ou na faculdade e, muitas vezes, nem mesmo aprendemos dentro de casa.

No entanto, é de nossa responsabilidade buscarmos o conhecimento correto sobre o dinheiro e os processos de enriquecimento que o norteia, sendo esta uma das grandes diferenças entre as pessoas que estão indo em direção às suas independências financeiras e as que continuam patinando.

Se você também realmente quer trilhar o seu caminho para a independência financeira, recomendo que você leia o Como Investir Dinheiro do Rafael Seabra.

Agora eu tenho uma pergunta para você…

Você tem alguma opinião diferente ou algo complementar sobre a liberdade financeira?

Deixe sua contribuição nos comentários abaixo.

Um forte abraço,

Marcus Lucas - Assinatura  

“É a sua responsabilidade buscar conhecimento sobre educação financeira e riqueza para aprender a trilhar seu caminho para a independência financeira.”
– Rafael Seabra

Sua Transcrição: Como Conquistar A Sua Liberdade Financeira

Marcus Lucas: Olá, pessoal! Eu sou o Marcus Lucas, fundador do Libertação Digital, e eu to aqui com o Rafael Seabra, que ele é o fundador do Quero Ficar Rico.com, ele já lançou produtos digitais como o Tríade de Dinheiro, o e-book Como Investir Dinheiro, e nesse vídeo, a gente vai conversar um pouco sobre lifestyle, minimalismo, economizar, como investir… e trocar um pouco de experiências com vocês também. Então, é um prazer enorme estar com o Rafael!

Rafael Seabra: Prazer!

Marcus Lucas: Aqui em Railay Beach, na Tailândia, que ele falou que: “Não, vou dar umas viajadas”. Tá viajando mais que eu, né?

Vamos compartilhar algumas informações sobre esta psicologia de consumo e minimalismo, né? Porque muitas pessoas acham que têm que mostrar, têm que comprar um carrão pra mostrar que têm dinheiro pros outros e acabam se endividando, e não aplicam os conceitos que ele passa também no livro e na Tríade do Dinheiro, né?

Então, passa um pouco desse conhecimento pra gente.

Rafael Seabra: É. Eu acho… a grande questão aqui, Marcus, é a importância de você buscar a independência financeira, né? Então, muita gente não entende bem esse conceito de independência financeira.

E aí, as pessoas acham que independência financeira tá ligado a você ficar rico, ou você acumular muito dinheiro. E na verdade, independência financeira é você ter uma quantidade de ativos ou de patrimônio, que a rentabilidade daquele patrimônio banque seu estilo de vida.

Então, se você tiver um estilo de vida bem baixo, se tiver um padrão de vida bem baixo, você consegue atingir a independência financeira com bem menos patrimônio do que você precisaria se você tivesse um estilo de vida muito alto, um padrão de vida muito alto.

Então, explicado este conceito de independência financeira, então, quão mais baixo for seu padrão de vida, e ao mesmo tempo, ele estiver bancando suas necessidades básicas, mais rápido você vai atingir isso e mais rápido você vai ter liberdade.

E à medida que você alcança essa liberdade financeira através da independência financeira, você consegue tomar decisões muito mais focadas na… no que realmente importa pra você, porque se você para pra pensar, a compra de bens materiais, ele… por mais que ele traga um prazer imediato, dificilmente esse prazer é duradouro.

Ele geralmente… a gente até conversou rapidamente sobre isso, mas você compra um carro, você fica super empolgado naquela primeira semana, depois, aquilo já passa a ser uma coisa normal. Por mais… assim… por melhor que seja aquele carro, com uma semana, ou talvez um mês, já começa a achar que aquilo é normal.

Você compra um apartamento muito legal, foi o sonho da sua vida, aquele… sei lá… primeiro mês, ou até primeiro… primeiros meses, você continua… toda vez que você entra lá, você… “Meu Deus! Realizei um grande sonho!” e tal, mas depois, ele começa a fazer uma coisa… ser um pouco normal aquilo ali.

E o que geralmente é duradouro, e eu… pelo menos essa é a minha opinião, são as experiências.

Então, as experiências estão muito voltadas ao que realmente importa pra você. Seja você viajar, se você gosta de viajar, seja você passar um momento muito… muito legal com a sua família ou com as pessoas que você ama, ou seja, seu cônjuge, ou seus amigos… então, assim… tá muito mais ligado a isso.

E eu acho que o que as pessoas têm que buscar são muito mais experiências, ou pelo menos entender o que realmente importa pra elas, pra poder focar todas as energias dela em estar conquistando aquilo, ao invés de estar todos os dias comendo fora de casa e gastando o maior dinheiro com isso, comprando muitas roupas, indo pra shopping, pagando caro em todo tipo de roupa… coisas que… por mais que você… naquele momento que você comprou, você tenha uma sensação boa, aquilo é muito rápido. Aquilo é muito efêmero. Depois, fica lá aquela dívida pra você pagar no cartão de crédito.

Marcus Lucas: Cara, muito… muito legal! Até eu tive uma conversa, um bate-papo, com um amigo meu que ele é da África do Sul, e ele tem um produto também, sobre Jiu-jitsu, e ele entrevistou o Tim Ferriss no canal London Real, do YouTube.

E eu conversando com ele, eu comecei a fazer um monte de perguntas, e daí, não sei por que ele inventou de querer me perguntar coisa também, né?

Rafael Seabra: Aham.

Marcus Lucas: E eu tava conversando com ele sobre um livro, e eu vou tentar colocar o link do livro, de um indiano, que ele nasceu na Índia, depois foi pros Estados Unidos. **

** Link: The Dream: How I Learned the Risks and Rewards of Entrepreneurship and Made Millions

Rafael Seabra: Tá.

Marcus Lucas: E ele vendeu uma empresa pro Yahoo! por quatrocentos milhões de dólares. Depois, ele criou outra empresa, vendeu por trezentos milhões de dólares, e ele foi na Oprah, e ele comprou uma lamborghini, né? Pra se sentir mais poderoso e tal…

Rafael Seabra: Sim, sim, claro!

Marcus Lucas: E a Oprah perguntou pra ele assim óh: “Como é que foi o sentimento de comprar a lamborghini?” Daí: “Cara, foi ótimo, sensacional, mas depois de alguns meses, eu nem dava valor mais”. Porque não era aquilo ali que tava fazendo ele feliz naquele momento.

Rafael Seabra: Sim, sim!

Marcus Lucas: Então, eu acredito que muitas pessoas, elas buscam no consumismo uma sensação… essa sensação agradável, mas que ela passa.

Rafael Seabra: Sim.

Marcus Lucas: E continuam consumindo mais e pode ser uma doença.

Rafael Seabra: Exatamente.

Marcus Lucas: Né? E pode afetar muito a independência financeira da pessoa.

Rafael Seabra: Exatamente. Exatamente. E fica… é uma coisa que ela faz meio… faz parte… meio que um ciclo desse consumo. Então, você é tão incentivado ao consumo, que pra você ver, uma coisa que pra mim é muito estranha, mas que as pessoas começam a achar normal, é que as pessoas… os fabricantes, eles estão fazendo até produtos de menos qualidade, pra que eles durem menos, e você consiga trocar de mais tempo em mais tempo.

Então, se você conversa, sei lá, com seu pai ou seu avô, você vai ver que ele vai dizer que “ah, um sapato, antigamente, durava cinco anos, dez anos; O carro passava dez anos, quinze anos, e não dava problema.”

Hoje em dia, o pessoal troca de carro todo ano. O pessoal compra uma camisa nova todos os meses, ou usa uma camisa três, quatro vezes e deixa de usar, seja porque ela não tá tão boa, ou porque já usou muito e não pode repetir.

Então, assim… a psicologia do consumo tá tão entranhada na cabeça das pessoas, que as pessoas estão consumindo sem sentir. E estão achando que o fato de você continuar consumindo é o que vai trazer felicidade pra você, quando não tem nada a ver.

E esse exemplo da lamborghini é muito bom, porque você compra um carro que todo mundo sonha, todo mundo almeja em ter, e o cara diz: “Cara, isso além de não estar me fazendo feliz, depois de um mês, aquilo tava um carro normal.”

Então, se ele tivesse comprado simplesmente um bom carro, ou um carro com itens de segurança e tal, mas um bom carro, ao invés daquela lamborghini, e sei lá, alugado a lamborghini por uma semana, ele ia ter gastado menos dinheiro, teria tido a experiência de vivenciar aquela lamborghini e ainda assim, teria um bom carro no final das contas, sem precisar ser aquela lamborghini.

Então, assim… usando… é claro, esse é um exemplo relacionado a carro, mas você pode usar isso pra muitas coisas na sua vida. Você pode… se você quer muito experimentar um bem de consumo, em vez de você comprar um apartamento muito grande, um carro muito grande, sei lá, aluga.

Vai pra um hotel muito top durante uma semana! Ou pega um carro de luxo por três dias, quatro dias, ou um dia mesmo.

Faz, experimenta aquela sensação, mas como uma experiência. E não precisa ter ele e ficar… ter que arcar, depois, com os custos pra manter ele, ter que arcar, depois, com os custos do financiamento, caso você não tenha comprado à vista, ou se tiver comprado à vista, com custo de oportunidade, porque você imobilizou aquele dinheiro todo naquele bem, quando poderia estar investindo, rendendo juros pra você.

Então, eu acho que essa é a grande questão.

Marcus Lucas: Fora, ainda, seguro, e se der algum problema, manutenção…

Rafael Seabra: Fora todo… todo… tudo… todos os custos que envolvem, né? Então, todos os custos que envolvem. Então, assim… quanto menos bens você tiver, menos custos fixos vai ter. Custos de manutenção, tá entendendo?

E isso é muito bom. E você pensar, se você vai comprar um bem, pensar algo que você realmente… seja o que você precisa, e não o que você quer, ou o que cabe no seu bolso.

As pessoas acham: “Ah, não. Se eu ganho três mil, eu gasto três mil. Se eu ganho cinco, eu gasto cinco, se eu ganho dez, eu gasto dez.” E não é assim, sabe? Não é assim que deveria ser. Você tem que estabelecer um padrão de vida que seja aceitável pra você e aproveitar qualquer aumento de renda que você tiver, não como uma oportunidade pra gastar mais, mas como uma oportunidade pra você conseguir poupar mais e alcançar ainda mais rápido sua independência financeira.

E quando eu falo em independência financeira, às vezes, a pessoa vincula ela à aposentadoria e não é isso. A independência financeira não é a oportunidade que você tem de parar de trabalhar, mas de simplesmente, você poder deixar o seu emprego e focar seus esforços em trabalhar no que realmente lhe dá prazer.

Porque no começo, pode ser até que não lhe dê dinheiro, mas a minha experiência mostra que quando você trabalha exclusivamente no que você gosta, seja na área de artes, ou na área de empreendimento, ou qualquer que seja a área, quando você foca todas as suas energias em fazer aquilo que você gosta, o que você mais sabe, você tem uma grande chance de conseguir até, depois de algum tempo, ter uma renda até maior do que você tinha antes, porque você faz aquilo com muito prazer. Você faz aquilo com sangue no olho!

Então… e você entrega o seu melhor fazendo o que você realmente gosta. Então, eu acho que essa é a grande sacada de você alcançar a independência financeira.

Não é a aposentadoria, é ter liberdade pra fazer o que você quiser na hora que você quiser, seja trabalhar, seja viajar, seja estar vivendo experiências, então, acho que essa que é a grande sacada.

Marcus Lucas: É, até porque a aposentadoria, a inflação pode comer ela, e depois, a gente não ter mais poder aquisitivo pra se manter também.

E o legal é que quando a gente conversou sobre bens de consumo, a gente tá falando em bens de consumos que não vão virar uma renda passiva muito tempo, né? Também.

Rafael Seabra: Claro, claro, claro!

Marcus Lucas: Porque tem os bens que a gente pode adquirir, como imóvel, que é possível transformar em agente passivo pra gente, de renda.

Rafael Seabra: Sim. Óbvio! Sem dúvida!

Marcus Lucas: E outra coisa também interessante é que até na minha palestra do TED e uma no Afiliados Brasil, eu mostrei duas mochilas que eu tenho, né? Eu tenho uma mochila com roupas, material de higiene, e eu tenho uma pra utilizar meus equipamentos. Então, eu utilizo o minimalismo muito extremo pra algumas pessoas.

Até me chamam meio de louco, mas é porque quanto menos a gente tem, mais a gente pode focar a energia em aflorar a criatividade, a criar empreendimentos, a viajar e estar com pessoas que a gente gosta, né? Então, isso que é bacana: Começar a remodelar um pouco sobre como a gente lida com o consumismo, e também como a gente tem mais tempo pra fazer negócios e alguns negócios digitais também, né?

Rafael Seabra: Aham.

Marcus Lucas: Baseados no estilo de vida e nos propósitos que a gente tem.

Rafael Seabra: É, acho que a grande mensagem não é você: “Ah, não. Eu vou ter, agora, só uma mochila, como o Marcus tem.” Acho que não é essa. É você mostrar que é possível você viver com o mínimo possível, e é claro, se você tem uma casa, não vai dar pra você colocar tudo o que você tem dentro do apartamento numa mochila, porque você vai ter sofá, vai ter outros bens.

Mas assim… você tentar viver com o mínimo possível, que quanto menos você tem, você menos precisa se preocupar com aquilo ali e mais tempo livre você tem pra se dedicar ao que realmente importa. Eu acho que essa que é a grande sacada.

Se você para pra pensar e você for agora no seu guarda-roupa, você certamente vai encontrar lá uma camisa, ou uma calça, e quando eu digo uma, é só para dar um exemplo, mas vão ser várias camisas, calças, roupas, sapatos, que você não usa há pelo menos seis meses.

Então, assim… por que é que aquela roupa tá ali? Sabe, ela poderia ser doada e ela ia fazer muito mais… ia ser muito mais útil pra uma outra pessoa. Então, isso é só um exemplo, mas pode ter várias coisas entulhadas.

Você pode ter aquele quartinho lá atrás da sua casa, que tem várias coisas que você acha que vai usar em algum dia, então, você deixa lá guardado… É melhor doar pra quem tá realmente precisando, e se por acaso, algum dia, você vier a precisar, você compra aquilo pontualmente.

Então, a gente tem mania muito de tentar acumular o máximo e com coisas que não são boas. Se você tentasse acumular o máximo de ativos bons, o máximo de dinheiro, isso é bom, mas assim… de roupas, de coisas de casa, você compra uma coisa nova, mas vai lá, guarda aquela coisinha velha, porque você acha que em algum momento da sua vida, você vai poder… precisar, isso não é legal.

Isso prejudica até seus hábitos, porque se você tem esse tipo de hábito com bens de consumo, você vai ter esse tipo de hábitos com outras coisas piores.

Então, você praticar esse minimalismo não quer dizer que você vai viver feito um pobre. Não é isso! Às vezes, as pessoas vinculam aí e não tem nada a ver. É você viver com extremamente o necessário pra lhe fazer feliz, sem ter que você estar fazendo algum tipo de ostentação, ou ter que estar consumindo, consumindo, consumindo… estar sempre comprando… “ah, faz mais de seis meses que eu não compro uma calça nova.” “Faz mais de três meses que eu não compro uma camisa nova…”

Não se deixar levar por esse tipo de coisa, porque é isso que a sociedade… é isso que foi colocado na cabeça das pessoas, esse incentivo à psicologia do consumo, e ele fica entranhado de tanta forma, que se você começa a colocar em prática o minimalismo, você começa a ser criticado até pelos seus pares, pelas pessoas que estão ao seu redor.

E você também tem que ter força, não necessariamente pra se debater com as pessoas, mas pra você segurar: “Não, mas essa é a minha posição. Eu acho que é isso que vale a pena.” Porque é isso que vai fazer a diferença no final.

Marcus Lucas: Não só é interessante essas informações, mas eu queria finalizar, esta conversa já tá com três minutos, em que a gente tava conversando em relação a minimalizar, né? Que muitas pessoas querem agora: “Não, eu vou ter duas mochilas, que nem o Marcus, e sair pelo mundo pra minimalizar.”

Mas também tem a questão de minimalizar e obviamente, investir em algumas coisas que podem virar uma peça no seu empreendimento de renda paciva. Por exemplo, o pessoal tá falando assim: “Ah, ele é minimalista, mas tá num hotel bacana agora, com uma visão de frente pro mar.” né?

Rafael Seabra: Aham.

Marcus Lucas: Mas é sempre bom pensar que pode virar um investimento de forma inteligente então. Por exemplo, este vídeo que a gente tá criando pode ser uma peça que, ao longo do tempo, vai gerar valor pra pessoas, milhares de pessoas. Então, sempre pense, quando for fazer algum tipo de investimento, tenta utilizar de uma forma que beneficie também outras pessoas e, talvez, você no futuro.

Então, é uma forma muito interessante de… até o debate que a gente tava tendo antes, que eu to num lugar em Chiang Mai, que eu to pagando quatrocentos reais de aluguel, tem uma piscina bacana, mas não é tão bom pra eu gravar vídeos dentro.

Rafael Seabra: Aham.

Marcus Lucas: Então, talvez aquele investimento de viver no mínimo possível, ou numa renda muito baixa, talvez seja compensado eu utilizar um lugar maior, que vire investimento ativo pra produção de vídeos, pra aumentar a produtividade, e ao longo do tempo, também, ter mais… um faturamento maior.

Então, é sempre bom balancear o quão minimalista você quer ser e aplicar isso na sua vida, mas é sempre bom começar uma coisa pequena. Pode ser uma roupa que não usa há três meses no guarda-roupa. Tenta doar pra alguém e vê o sentimento gostoso que é fazer isso.

Rafael Seabra: Acho que assim… só pra gente fechar, é importante deixar claro a diferença entre ser frugal e ser avarento.

Então, avarento é aquela pessoa que ela é mão de vaca, é mão fechada pra tudo. Ela não quer gastar com nada, e aquilo ali inclusive faz mal pra ela, porque ela não gasta com nada, inclusive com coisas que fariam ela feliz. E a diferença entre avarento e frugalidade é isso, porque na frugalidade, você tenta gastar o mínimo possível com as coisas que não são tão importantes pra você, pra que você consiga gastar mais pras coisas que realmente importam.

Então, se por exemplo, se pra você não é importante ter uma roupa super cara, ou estar comendo sempre fora de casa, ou ter o melhor carro, o carro mais caro, o carro do ano, então, você pare de gastar com essas coisas, você vai ver o quanto vai sobrar de dinheiro pra você, e você pode investir nisso em quê?

Ah, quando você estiver de férias, em vez de você procurar aquele hotel mais chechelentozinho, você procura um bom hotel, porque vai dar uma experiência boa, não só, pra você passar um bom período ali, mas se você for com sua família, seus filhos vão curtir, sua esposa também vai gostar, ou… seu esposo, seu cônjuge de uma forma geral.

E isso é que é o mais legal. A frugalidade tá justamente em gastar o mínimo possível com coisas que não importa, pra você ter… sentir muito mais à vontade, muito mais livre pra gastar um pouco mais com as coisas que realmente importam pra você.

E a grande reflexão que fica pra o final desse vídeo é: O que é que realmente importa pra você? É ter o melhor carro, ter a melhor roupa? Ou você vivenciar grandes experiências relacionadas a viagens ou seu bem-estar ou o bem-estar da sua família?

Pensa um pouquinho sobre isso e muda o teu comportamento de consumo a partir dessa reflexão. Eu acho que essa é uma boa mensagem final.

Marcus Lucas: E também conhecimento.

Rafael Seabra: Sem dúvida.

Marcus Lucas: Investimento em conhecimento.

Rafael Seabra: Sem dúvida. Essa daí é o mais essencial: É você investir em conhecimento, porque é isso daí que vai mudar a sua vida. Então, não só conhecimento na área da educação financeira, na área de investimentos, que isso vai fazer com que você consiga não só poupar mais, mas fazer com que aquele dinheiro poupado, ele renda mais pra você, mas conhecimento de uma forma geral mesmo, assim…

No desenvolvimento seu, no desenvolvimento do seu negócio, caso você queira abrir um negócio, e não só o conhecimento. O conhecimento, ele é essencial, mas ele só é essencial se você colocar ele em prática, então, você tem que também agir.

Então, não tente comprar vinte cursos e estudar todos eles. Adquira um, dois, no máximo. Três, talvez, mas foque depois em aprender aquilo e colocar em prática. E é aquilo que vai fazer a diferença: É a ação que faz a diferença no final das contas. É você agir baseado no conhecimento que você adquiriu e não só adquirir o conhecimento pelo conhecimento.

Marcus Lucas: Ótimo!

Então, se gostou desse vídeo, dá o joinha (risos), inscreva-se no canal, e também comente abaixo o que que aprendeu nesse bate-papo, e também façam perguntas, que talvez a gente crie mais vídeos pra vocês.

Rafael Seabra: Bacana! Ia ser legal!

Marcus Lucas: Fechado?

Rafael Seabra: Claro!

Marcus Lucas: Então, pergunta lá em baixo sobre estilo de vida, negócios e investimentos, minimalismo, viagens, negócios digitais. Um forte abraço!

Rafael Seabra: Até mais, pessoal! Tchau tchau!

Marcus Lucas: Até mais!

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OSAKA, JAPÃO

Marcus Lucas, além de Mestre em Sistemas de Informações Globais e Telecomunicações pela Waseda University, Japão, é empreendedor digital nômade e autor, apaixonado por automação de negócios e lifestyle business.

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