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BANGKOK, TAILÂNDIA

Marcus Lucas, além de Mestre em Sistemas de Informações Globais e Telecomunicações pela Waseda University, Japão, é empreendedor digital nômade e autor, apaixonado por automação de negócios e lifestyle business.

Entrevistas Estilo de Vida Mentalidade

A Incrível História de Superação da Refugiada de Guerra e ex-Agente do FBI Meyung Robson

Por

Muitas vezes é fácil viver do passado, ficar relembrando de tempos e ocasiões negativas, e se deixar permitir que aqueles momentos remotos nos assombrem ainda hoje.

Como se fossem fantasmas guardados no nosso armário de lembranças

Isso pode se dar em algum relacionamento mal sucedido, uma tentativa de negócios que não deu certo, ou em vários outros campos das nossas vidas.

No entanto, é sempre importante lembrar que o passado não nos define. Não define quem você é hoje, ou a versão aprimorada que você mesmo quer ser.

Por estes motivos que é sempre motivador conhecer, e poder compartilhar, pessoas e histórias como essa.

Histórias de pessoas que podem nos inspirar para abraçarmos novos recomeços, de forma que eles sejam algo empolgante, e não uma fonte de medo.

Seu Vídeo sobre a História de Superação de Meyung Robson, Ex-Refugiada de Guerra:

Neste bate-papo você vai conhecer o Meyung Robson, Miss Saigon de 1970, refugiada Vietnamita (durante a II Guerra Mundial), que perdeu o seu país e teve que partir em um barco, com sua família, para os Estados Unidos.

Coloque essa entrevista no seu site (copie e cole o código HTML)

A Meyung acabou sendo a primeira mulher asiática da história a se tornar uma agente especial do FBI.

Desta forma, ela pôde colaborar com o novo país – por ter lhe dado um teto – e ao mesmo tempo ajudar refugiados vietnamitas que pudessem estar correndo algum perigo.

Atualmente ela é empresária, dona do restaurante Xuan Mai em Bangkok, nome dado à flor nacional vietnamita (e mesmo nome dado à sua filha), onde pude ter o prazer de entrevistá-la…

E que, agora, estou tendo o prazer de compartilhar com você.

Alguns ensinamentos muito valiosos compartilhados neste bate-papo:

  • A história fantástica de adaptação da Meyung Robson;
  • Como utilizar a perda como uma fonte de motivação para recomeçar;
  • Como ser mais aberto para tentar coisas novas, e sair da zona de conforto;
  • A principal vantagem de ser o pioneiro, independente do ramo ou área de atuação;
  • Uma dica muito valiosa sobre parcerias e sociedades de negócio;
  • Como ela lidou com mudanças, desde ser Miss Saigon, refugiada, ex-agente do FBI até ser empresária;
  • Um excelente ensinamento sobre empreendedorismo, relacionado com a área ou nicho em que você quer atuar;
  • A importância do history telling, da sua história pessoal, para alavancar publicidade gratuita (e o seu negócio);
  • E muito mais

E você…

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Agora tenho algumas perguntas para você…

Sabia que suas histórias negativas e inseguranças do passado podem ser as suas armas mais poderosas para impactar positivamente o mundo?

E já pensou em como melhor estruturar a sua história, de forma a ampliar a sua mensagem ao mundo (e ampliar o seu negócio)?

Ao se dar conta disso, a sua vida e o seu negócio irão para o próximo nível!

Um forte abraço,

Marcus Lucas - Assinatura  

“Procure a sabedoria e aprenda a escrever os capítulos mais importantes de sua história nos momentos mais difíceis de sua vida.” – Augusto Cury

Sua Transcrição: História de Superação com Ex-Agente do FBI

Marcus Lucas: Oi, pessoal! Eu sou Marcus, e eu estou aqui com uma pessoa muito especial, o nome dela é Meyung, e ela tem histórias incríveis, e eu a conheci em uma conferência, e ela é de uma das melhores apresentações.

Isto se deve à sua história, e ela nos pode ensinar tantas coisas sobre empreendedorismo, sobre a vida. E ela foi Miss antes.

Como isto aconteceu?

Meyung Robson: Bom, primordialmente, muito obrigada por tirar tempo para vir e possibilitar-me contar um pouco de minha história.

E saudações de Bangkok.

Marcus Lucas: A história dela é fascinante, pois ela era uma agente do FBI, e agora ela tem um restaurante em Bangkok. E isto pode parecer estranho para muita gente. É difícil acreditar, por isto, é tão fascinante.

Então, qual foi o ano em que você se tornou Miss no Vietnã?

Meyung Robson: Bom, vamos voltar a fita um pouco e contar um pouco de história então. O básico da história, para que as pessoas possam entender melhor.

Eu nasci e me criei no Vietnã, e meu pai era um general muito bem conceituado. No exército do sul vietnamita. E general diretor da polícia vietnamita.

Então, eu tive uma criação bastante privilegiada. Tendo crescido no Vietnã, nossa família tem 3 irmãs e 2 irmãos. Nós todas, as irmãs, fomos matriculadas em uma faculdade de francês bastante exclusiva.

Então foi em meu último ano de faculdade, e uma de minhas professoras, ela era… em primeiro lugar, nós aprendemos francês, então toda nossa educação era em francês.

Marcus Lucas: Toda a educação? Tudo?

Meyung Robson: Sim, em francês. Então, em outras palavras, aprendi sobre História, Geografia, Política, tudo sobre a França, mas não sobre o Vietnã.

Então, algumas horas por semana, tínhamos aulas de Vietnamita, como uma segunda língua.

Então aconteceu de minha professora ser organizada, organizadora de um concurso de beleza. O primeiro no Vietnã, pois estávamos no meio da guerra.

E então, ela disse, “Por que você não participa do concurso de beleza?” e mal sabia eu que estava sendo convidada pela esposa do primeiro ministro.

Marcus Lucas: Então, isto surgiu do nada?

Meyung Robson: Do nada. Bom, ela era professora de economia doméstica, então, ela nos ensinou a costurar vestidos vietnamitas. e ela disse: “Simplesmente venham e vejam como é.”

Eu simplesmente, tipo pra refrescar a cabeça, simplesmente, deixe-me ir e me divertir.

Então, eu tive muita sorte.

Marcus Lucas: Isto explica muito, porque a maioria das pessoas têm tantas barreiras na mente delas em fazer coisas diferentes, e parece que sua vida foi assim.

Miss, depois você passou a ser agente do FBI, como aconteceu esta transição para você?

Meyung Robson: Bom, sabe, a maioria dos acontecimentos em minha vida foram quase por acaso. E um acaso muito feliz então, em 1975, a guerra acabou. De forma de falar, entre o norte e o sul, então, deixamos o Vietnã, em um barco, e nos tornamos barqueiros. Minha família inteira.

Então, acomodamo-nos em Long Island, Nova York, em 1979. Graduei-me na faculdade, na Universidade Estadual de Nova York e concluí meu curso de Ciência Política.

Então, trabalhei lá por 5 anos, e em 1984, entrei no FBI.

Marcus Lucas: Uau! E como?

Meyung Robson: Exatamente assim.

Marcus Lucas: E como aconteceu? Alguém a convidou?

Meyung Robson: Bom, aconteceu… eu estava como que entre eu diria, a primeira leva de barqueiros vietnamitas. Por um tempo, eu realizava trabalhos de tradução… Traduzindo, tipo revistas…

Então, eu realizava um trabalho de meio expediente naquela época, enquanto eu também trabalhava na universidade estadual, como secretária, e um amigo meu apresentou-me a alguém, e disse: “Você sabe fazer traduções do Vietnamita para o Inglês?”.

E então, conheci esta pessoa e tornei-me agente do FBI em Nova York. E nossa amizade só cresceu.

E foi simplesmente como um curso natural, e depois, em 1981, 3 anos antes de eu entrar no FBI, ele me perguntou, “Ficaria feliz em trabalhar regularmente como tradutora/intérprete no FBI?”

Eu disse: “Ah! Parece bom!”.

Que daí, de certa forma poderei retornar a gentileza do povo americano, o qual me concedeu um teto, quando eu não tinha um lar. E eu também pretendia ajudar os vietnamitas nos EUA.

Na época, tínhamos no mínimo um milhão de vietnamitas lá, então, pensei que alguns pudessem correr perigo e necessitar de ajuda. E eu seria um porta-voz a fazer diferença e ajudar meu povo, e a servir o povo americano ao mesmo tempo.

Então, candidatei-me para ingressar no FBI. E eu tive de esperar por 3 1/2 anos e nada acontecia, devido ao meu caso, porque nasci e me criei no Vietnã.

Eu não tinha provas concretas para provar e também, você precisa ser cidadão americano, então eu simplesmente consegui minha cidadania americana, e eu disse: “Bom, vou tentar algo novo e candidatar-me a intérprete.”

Então, 3 1/2 anos se passaram, nada aconteceu, ninguém me telefonou, daí pensei: “Ok, cansei de esperar. Vou conferir as vagas e ver a que posso candidatar-me.”

Candidatei-me ao cargo, havia uma vaga para agente especial do FBI, eu não tinha ideia do que implicava ser um agente especial.

Então eu desisti da ideia e eu disse: “Será que há outra função em que eu me encaixe?”

Eles disseram: “OK. Somos agentes do FBI.”

Eu disse: “OK, testem-me para a função.” Então, um mês mais tarde, chamaram-me para ingressar.

Marcus Lucas: Provavelmente você foi um dos primeiros vietnamitas a trabalhar no FBI naquela época.

Meyung Robson: A primeira pessoa.

Marcus Lucas: A primeira pessoa de todas?

Meyung Robson: Considerando homem e mulher, a entrar no FBI como agente especial.

Marcus Lucas: O que é muito interessante sobre você, porque você tenta ser a pioneira a fazer as coisas, derrubando a primeira barreira, fazendo com que outros se inspirem em você.

Meyung Robson: Sim, então, quando saí do escritório do FBI em Minnesota, para tornar-me a primeira asiática a trabalhar como diplomata na embaixada do FBI dos EUA, embaixada americana em Bangkok.

O Pine Press, que é um dos jornais mais antigos dos EUA, simplesmente destacou-me como agente do FBI desbravando o próprio caminho.

Parece que em tudo o que faço, eu sou sempre a primeira, o que por um lado é bom, pois assim, não preciso seguir os passos de nenhum herói.. E também porque, caso contrário, eu não estaria aqui. Não posso ser comparada a ninguém, então.

Marcus Lucas: Incrível! Como você passou de Miss, agente do FBI, a dona de um restaurante em Bangkok?

Meyung Robson: Certo. Bom, então, na verdade, passei 20 anos no FBI.

Então eu decidi: “Bom, vou aposentar-me quando for a hora.”, e eu queria experimentar outra coisa. Eu não tinha intenção de abrir este restaurante.

Logo que me aposentei, a Target Corporation nos EUA criou uma nova posição para mim em Bangkok. Como gestora de segurança para os escritórios de 18 países na Ásia.

Então eu era encarregada de todas as questões de segurança na Ásia. Eu estava feliz por um lado, e aí alguém me falou em investir em um pequeno restaurante. E então, minha ex-parceira seria a principal chefe de cozinha, e eu, a empresária.

E eu investi todo meu dinheiro e tivemos uma longa briga na noite de inauguração, e a chefe foi embora, e eu fiquei sozinha. Então eu deveria gerenciar meu próprio negócio ou perder meu dinheiro.

Então, na época, eu ainda trabalhava em tempo integral para a corporação, daí, alguns meses mais tarde, tivemos o primeiro artigo no jornal The Nation. e aí em diante, o resto é história.

Marcus Lucas: Nacional aqui, em?

Meyung Robson: No The Nation, o jornal de Bangkok. E quando o artigo saiu, dizia: “Recomendado pelo FBI”.

E meu Deus! Nós tínhamos pessoas fazendo filas nos restaurantes esperando para entrar, e eu na cozinha, quase sem fôlego, porque eu realmente não sabia o que fazer e aí, isso passou a ser muita coisa.

Então, tive de sair do trabalho na corporação e ser chefe em tempo integral.

Marcus Lucas: É incrível, porque vemos muitas lições na sua história. E é legal compartilhar isto.

Uma delas é não se assustar ou sentir medo de ser o primeiro.

Meyung Robson: O que eu quero compartilhar, quero passar aos ouvintes, tendo sido uma refugiada, no sentido de perder toda a sua identidade, ou perder seu país, perder tudo que é importante para você, é como um novo começo.

E então, você é tão aberta a transformações, tipo, relocação, a coisas novas, e isso simplesmente muda toda a mentalidade de alguém.

E eu acho que, de certa forma ao perder a cultura do meu país, perder minha identidade, lar e tudo mais, eu ganhei esta perspectiva.

Sim, algumas pessoas, por exemplo, como meus pais, são da geração antiga. Eles perderam seu país, mas não conseguiram se recuperar e ficaram presos ao passado.

Mas para muitos de nós, jovens, isso vem como uma grande motivação. Eu não recomendaria a ninguém perder seu país, mas começar a viver no exterior foi uma grande motivação.

E isso me ensinou muito por um lado, que, em tudo o que faço, devo dedicar-me ao máximo, pois posso não ter outra chance de fazê-lo. Eu acho que é uma grande lição para vocês.

Marcus Lucas: Posso dividir um pouco de minha história com você? A primeira vez em que viajei para o exterior…

Eu nasci no Brasil, eu estava nas Filipinas e tomava banho em um balde com água fria. E eu digo às pessoas que eu estava tomando banho, era muito frio, mas eu devia fazê-lo.

E meus amigos dizem… “Você é louco?”

Eu disse… “Não, foi uma grande experiência.”

Pois agora, se eu não tiver quase nada, poderei lidar com essa situação. E tentar sair da zona de conforto e esforçar-me, como você disse.

Meyung Robson: Isto o forçou a sair da sua concha. E você não é nem medroso, por exemplo, eu saí com minhas crianças dos EUA para vir a Tailândia em 1995.

E, sozinha, eu tinha muito trabalho a fazer na embaixada dos EUA. E trouxe junto minhas crianças, e não sabíamos Tailandês. Não falávamos uma palavra em Tailandês quando viemos para cá.

E olha, meus filhos são os mais saudáveis que você pode ver agora. E então, eles permanecem gratos à mãe por eu ter feito tudo isto por eles. Então, isto é ótimo! Tente ver se você consegue sair da redoma e experimentar algo novo.

E isto é tão empolgante, pois o mundo não se encontra apenas entre as quatro paredes de sua casa. Vá além e o descubra.

Marcus Lucas: E viaje. Penso ser esta uma das dicas: Viajar e adquirir experiência.

Meyung Robson: Não tenha medo de experimentar algo novo.

Marcus Lucas: Um de meus amigos próximos diz: “Ah, Marcus! Mas parece fácil para você!”

Não é assim. Foi bastante arriscado, e tive de fazer muita coisa que outros não fariam.

Meyung Robson: Exatamente.

Marcus Lucas: Então apenas saia de sua zona de conforto. Ela sabe disso.

Meyung Robson: Sim, sou uma prova viva.

Tente e ganhe! Por vezes, você não ganha, você perde, mas sempre aprenderá algo positivo, tirando as perdas e falhas.

Marcus Lucas: E uma coisa que você estava dizendo, que você e sua parceira brigaram, e você ficou sozinha.

Tenho alguns alunos e amigos que possuem negócios e um dos maiores erros é confiar muito em um parceiro que você não conhece ou cujo grau de responsabilidade você não sabe.

Eu sempre digo às pessoas: “Tenham um plano B, tenham outro plano, ou faça por si, apenas faça acontecer.”

O que você tem a compartilhar sobre isto?

Meyung Robson: Este é meu grande conselho para todos que começam, quem pensa em fazer um novo negócio, um novo empreendimento ou algo do gênero, por exemplo, se você quer ter restaurante, certifique-se de que sabe cozinhar.

Ou de que sabe dirigir a cozinha, ou o negócio em si, pois terá de responder pelas pessoas que você contratar.

Então, um dia elas saem, como o caso de minha parceira, e que sorte a minha que eu sabia cozinhar. Desde pequena…

Marcus Lucas: E é delicioso.

Meyung Robson: Não é um hobby. Então, eu usei este recurso e me salvei.

Então, isto é muito importante. Se você diz que você vai abrir uma loja, ou o que for, por exemplo, uma loja de informática, você precisará saber alguma coisa sobre computadores.

Se quiser abrir um restaurante, terá que entender disto também, ou irá a falência.

Marcus Lucas: Sim, até parceiros podem roubar de você, dependendo do seu país.

País de terceiro mundo, o Brasil, eu tenho uma amiga do Quênia, e ela estava dizendo: “Cheque duas vezes os seus parceiros nesses países.” Pois você precisa ser suficientemente forte para lidar com tudo.

Meyung Robson: Meu Deus! Eu tenho a história de um amigo meu que era realmente um chefe renomado em Bangkok. E ele foi para outro país e abriu um restaurante vietnamita, e o restaurante foi a falência dentro de 2 anos.

Pois este chefe, ainda que fosse executivo e tivesse bom preparo, o tipo de culinária que ele sabia não era vietnamita. E nem todo mundo realmente sabe preparar a culinária étnica que quer vender. E os clientes conhecem.

Marcus Lucas: E eu quero te fazer uma última pergunta. Poderíamos ficar aqui conversando por horas, pois é tão agradável conversar com ela. Como você fez para conseguir tanta publicidade (PR)? **

** Matéria da Meyung na CNN Travel: http://www.LibertacaoDigital.com/blog/xuan-mai-cnn

Meyung Robson: Bom, como eu disse, o primeiro artigo foi no The Nation…

Marcus Lucas: Você fez algum esforço para ter esse artigo publicado, ou foi de boca-a-boca, o que aconteceu lá?

Meyung Robson: Bom, posso dizer que estive neste negócio por 8 anos. Eu nunca pedi que alguém colocasse uma nota de publicidade para mim.

Então começou só de boca, e então o primeiro artigo, a moça que veio me entrevistar, em vez de me perguntar sobre a comida, indagou-me sobre minha história com o FBI.

Então, o título diz tudo ‘Recomendado pelo FBI’. E daí em diante, as mídias de notícias liam umas às outras, e é como uma reação em cadeia.

E agora, posso dizer que tenho uma reputação que se estende além da Tailândia.

Marcus Lucas: O que você diria sobre a importância de contar suas histórias para alavancar a publicidade do seu restaurante? Foi o que alavancou, certo?

Tipo tudo desde o começo… Claro, a comida é deliciosa. Mas a história é o que deixa tudo mais mágico, não é?

Meyung Robson: Exatamente. Em primeiro lugar, você deve ter o produto.

Se o produto não for bom, não importará se você tem um chefe executivo famoso, ou que quer que seja, mas se o produto não vender, não há nada que você possa fazer.

Eu tive muita sorte de ter uma base tão especial, refúgio vietnamita, e quem sabe, boa com as leis dos EUA, e voltei, e por isto, minha história é tão interessante. E é um ponto de vendas muito bom para o meu negócio, eu diria. Então, eu sou grata.

Marcus Lucas: Vou te fazer mais algumas perguntas. Eu não quero tomar muito do seu tempo.

E a primeira vez que a encontrei, ela é uma pessoa tão amigável, tão boa e é muito interessante, pois muitas pessoas são tão cabeça fechada, e elas têm tanto ego, no meu caso, eu tenho mais de mil clientes, e nós precisamos ser amistosos uns com os outros, não?

Você acredita nesta energia de ajuda, e outras pessoas também ajudarão você?

Meyung Robson: Eu diria, seja você mesmo. Seja você mesmo e, quanto mais as pessoas se julgam grandes, mais inseguras elas são.

Conheça-se primeiro. E então, apenas seja você mesmo, e o que quer que faça, se você acha que está ascendendo, sempre terá uma forma de cair. Uma vez que você se conheça, então, a vida é um ciclo.

Então, nunca tenha certeza de nada, nunca tenha, por exemplo, sua riqueza, ou sua reputação de renome por certo, pois somos apenas um grão de areia.

Então, eu aprendi uma grande lição em minha vida, e eu espero que agora eu não venha a ser cabeça fechada, ou ou a ter muito ego, ou o que for, como eu disse, ser amigável não dói. Um sorriso não custa nada, apenas sorria.

Marcus Lucas: Eu gostaria de agradecer a ela, mas antes, é um pouco difícil eu pronunciar o nome do restaurante.

Meyung Robson: Xuan Mai é uma flor da primavera, é quase como que uma flor nativa do sul do Vietnã.

Então, é uma flor amarela, e também é o nome de minha filha, por isto, dei o nome de Xuan Mai ao meu restaurante.

Marcus Lucas: Então, pessoal, se vierem a Bangkok, está mais do que recomendado. Venham aqui. A comida é uma delícia, eu já experimentei. E ela é amável. Ela conversará com vocês quando puder.

Meyung Robson: Bom, se eu tiver tempo, se eu não tiver que tomar conta dos clientes.

Marcus Lucas: Muito obrigado, eu adorei!

Meyung Robson: Obrigada, obrigada, Marcus! Obrigada pelo seu tempo!

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