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Entrevistas Estilo de Vida Mentalidade

FÊliz Com a Vida com Fernanda Neute

Por

A Fernanda Neute, do blog FÊliz Com a Vida, talvez seja a primeira mulher a falar sobre nomadismo digital no Brasil…

Apesar de estar trabalhando em uma das maiores agências de publicidade do Brasil e ser super bem sucedida profissionalmente, decidiu fazer uma virada de 360 graus em sua vida.

Isso aconteceu em um momento de reflexão no qual ela notou que o cargo acima do dela, naquele momento, não era onde ela gostaria de estar.

Ela decidiu se tornar uma nômade digital.

Deixou seu emprego e decidiu começar uma incessante pesquisa sobre como as pessoas podem ser muito mais felizes em suas vidas…

…Ela foi em busca do “segredo da felicidade”.

Hoje ela compartilha tudo que aprendeu e aprende em seu blog, o FÊliz Com a Vida. De nomadismo digital à felicidade, de minimalismo a indicação de restaurantes. Quem lê um texto da Fernanda, não consegue sair de lá sem ler mais.

Ela fala sobre felicidade através de uma abordagem científica, inclusive recomenda vários livros sobre o tema. Ou seja, segundo ela, a felicidade é algo que pode ser aprendida e praticada.

Seu Bate-Papo Sobre Felicidade Com Fernanda Neute:

Neste Bate-Papo #13, da nossa categoria de Bate-Papos & Entrevistas, gravado com a publicitária e nômade digital Fernanda Neute em Bangkok, Tailândia, você entenderá como foi o processo o seu processo de mudança, muitas dicas e insights de como ser uma pessoa mais feliz, e também sobre o que a motivou fazer essa pesquisa sobre felicidade.

Coloque esse vídeo no seu site (copie e cole o código HTML)

Os assuntos importantes que você aprenderá neste vídeo:

  • Você aprenderá que talvez você ainda não seja um nômade digital somente pelas suas desculpas;
  • Que a felicidade é uma ciência, uma habilidade. Sendo assim, ela pode sim ser aprendida e praticada;
  • A importância de ter referências de pessoas que já fazem aquilo que você deseja fazer, que já estão onde você deseja chegar;
  • A importância de viajar sozinho(a) de vez em quando;
  • Sobre como a morte do pai dela a fez uma pessoa muito mais feliz;
  • E muito mais…

A entrevista na íntegra e sem cortes, de 1 hora e 07 minutos, está disponível na área de Entrevistas PREMIUM aos assinantes do nosso Clube Libertação Digital.

Quais são suas desculpas?

Como eu citei na entrevista que você pôde assistir acima, já entrevistei a Elisa Doucette, escritora de uma coluna da revista Forbes e nômade digital, o casal Josh e Jill Stanton, e até mesmo uma família inteira de nômades digitais, os Kortman’s.

E ainda assim eu recebo com muita frequência emails e mensagens de leitores, e até mesmo de alunos meus, dizendo que não podem ser nômades digitais por esse ou aquele motivo.

As vezes é porque é solteiro ou solteira. Outras vezes é porque namora. Algumas pessoas não podem porque tem filhos, e outros porque tem cachorro ou gato.

As desculpas são muitas.

Te convido a refletir sobre a seguinte questão:

Quais são as desculpas que você precisa quebrar para construir o estilo de vida do seu sonho?

Quais são as crenças limitantes que te impedem de chegar no próximo nível?

O que te impede de ter a vida que sempre sonhou normalmente são suas desculpas.

Pense nisso.

O foco é sempre ser feliz…

Como a própria Fernanda citou na nossa entrevista, o foco do ser humano é ser feliz. Todas as decisões, todas as escolhas que fazemos, sempre queremos alcançar um nível mais alto de felicidade.

A grande questão – e é ai que a Fernanda entra – é que a felicidade é uma ciência, e você pode aprender sobre ela. Além disso, ela é feita de pequenos passos.

Talvez você pense que “ser feliz” é algo muito desafiador. A verdade é que a felicidade é construída de pequenos passos, de pequenas atitudes repetidas diariamente…

…Que levarão você ao próximo nível de felicidade na sua vida!

Agora eu tenho duas perguntas para você…

A primeira é: O que significa “felicidade” para você hoje na sua vida?

E a segunda pergunta é: Você tem alguma pergunta sobre felicidade direcionada para a Fernanda Nêute?

Deixe sua contribuição nos comentários abaixo.

Um forte abraço,

Marcus Lucas - Assinatura  

“Se você quer ser feliz por uma hora, tire uma soneca; Por um dia, vá pescar; Por um mês, case-se; Por um ano, herde uma fortuna; Pela vida inteira, ajude os outros.Provérbio Chinês

Sua Transcrição: Felicidade com Fernanda Neute

Marcus Lucas: Olá, pessoal! Eu sou o Marcus Lucas, fundador do Libertação Digital.com e nômade digital, e eu estou aqui com a Fê, do FÊliz com a Vida.

Fernanda Neute: Sim, muito feliz! In Bangkok!

Marcus Lucas: In Bangkok! E o legal é que eu vi um vídeo da Fê, em que ela fala do que é ser um nômade digital, tem mais de 5000 visualizações, e eu acho que ela é uma das primeiras mulheres brasileiras a fazer um vídeo sobre isto, o que eu acho fantástico.

Todo mundo me pergunta, pelo menos… Quando é mulher, fala assim:

“Eu sou solteira, fica mais difícil viajar.”

Quando é casal, tem namorada, “Ah, é muito mais difícil viajar quando tem alguém junto.”

Aí, tem familiares com filhos, também: “Ah, é muito mais difícil para mim.”

Então, Fe, por que é que inventou de viajar e fazer aquele vídeo?

Fernanda Neute: Eu, na verdade, sempre gostei de viajar, desde que eu comecei a ganhar dinheiro suficiente para fazer isto.

Marcus Lucas & Fernanda Neute: Risos.

Fernanda Neute: Foi minha primeira providência.

Eu falava: “Eu quero conhecer o mundo, eu quero conhecer culturas novas e tal.”

E a primeira viagem que eu fiz foi em 2005, para Buenos Aires, super longe do Brasil…

Marcus Lucas: Opa!

Fernanda Neute: Não tinha nem passaporte ainda, aquela coisa, e eu fiquei fascinada.

Falei: “É isto o que eu gosto de fazer, adoro, todo meu dinheiro, a partir de agora, vai ser gasto com viagem.”

E aí, quando eu tive contato, pela primeira vez, com este universo nômade digital, principalmente, o nômade que pode trabalhar, foi através do meu namorado, que já faz isto agora há 5 anos, e eu fiquei completamente fascinada.

Eu falei: “É isto o que eu quero fazer da vida. Se é possível, eu quero fazer.”

Porque eu sempre achei que só fosse possível viajar de férias, ou sendo milionário.

Fernanda Neute & Marcus Lucas: Risos.

Fernanda Neute: E desde então, quando eu fiquei sabendo que existia esta possibilidade, eu voltei toda minha energia para descobrir como fazer isto e colocar em prática. Eu coloquei em prática, mas ainda não sei o “como”! (Risos).

Estou aprendendo durante o percurso. Eu acho que é bem normal com a galera.

Marcus Lucas: Então, pessoal, o que eu mais achei legal da Fê, particularmente, foi que ela começou a estudar, também, sobre felicidade.

Porque a gente não tem uma universidade sobre vários tópicos importantes da nossa vida.

Não falam como é que a gente pode ser feliz, e eu vi que tu listaste uma série de livros sobre felicidade no teu blog: O blog FÊliz com a Vida.

Tem .br também, ou não?

Fernanda Neute: Não, só .com.

Marcus Lucas: Ah, não tem…

Fernanda Neute: Era mais barato. (Risos!)

Marcus Lucas: Tão pobre! (Risos!)

Fernanda Neute: Tão pobre! (Risos!)

O interessante disto, primeiro, é que não existe muita gente pesquisando isto, cientificamente, no Brasil.

E é engraçado, porque a brincadeira do blog do Feliz surgiu uma vez, eu fiz um treinamento na agência que eu trabalhava, eu trabalhava em uma agência que é americana e veio um cara dos Estados Unidos fazer um treinamento com a gente e tal…

E é engraçado, porque eu sou super extrovertida, mas ao mesmo tempo, eu sou tímida, o que as pessoas acham que são 2 coisas que não existem, mas existe.

E aí, teve uma hora em que a gente tinha que se apresentar lá, e eu pensava:

“Mas o que eu vou falar de mim?”

E sabe quando você trava?

Marcus Lucas: Aham.

Fernanda Neute: E eu falei: “Ah, eu sou feliz!” Aí, eu falei: “É isto: Fe liz!” (Risos!)

E aí, eu escrevi no papel, e quando o cara falou: “Ah, fala alguma coisa…”

Era para falar alguma coisa sobre você em 1 palavra.

E aí, à hora em que eu levantei a plaquinha do “feliz”, todo mundo rachou, e era, porque eu sou uma pessoa naturalmente feliz.

E aí, virou uma piada depois, a galera começou a me chamar de feliz e tal, e aí, quando foi para criar o blog, na verdade, eu não tive uma ideia do tipo: “Eu vou sair do Brasil, eu vou ter um negócio, e o negócio vai ser um blog de felicidade.”

O que aconteceu foi: “Eu quero fazer isto, eu não sei como, eu tenho conhecimento em várias coisas, o que pode ser bom e ruim?” Porque daí, você não foca.

Marcus Lucas: Aham.

Fernanda Neute: E é a primeira vez na minha vida, desde que eu comecei a trabalhar, com 16 anos, que eu vou ter tempo para fazer o que eu quiser, ou pelo menos para pensar sem ter que acordar para trabalhar no outro dia.

E aí, eu falei: “Eu amo o assunto, e eu gosto muito de desenvolvimento pessoal. Do assunto Desenvolvimento Pessoal.”

E no fundo, a felicidade é um goal que todo mundo tem. Não importa o que você faça na sua vida, eu acho que a grande maioria das pessoas visam ser mais felizes.

Todas as decisões e coisas que a gente toma na vida é sempre tentando ser mais feliz.

E eu falei: “E é um assunto que não tem muita gente falando, e por isto, também não tem muita informação para eu pesquisar, principalmente no Brasil.”

Fiz esta lista, que a maioria dos livros é em Inglês, inclusive, e falei: “Nada melhor do que eu compartilhar o que eu estou aprendendo.”

Este foi o grande objetivo do blog no começo. Eu falei: “Vou soltar os pensamentos.”

Uma outra coisa, também, é que eu sempre adorei escrever. Sempre tive o diário, aquelas agendas gigantes, contava a vida, e tentei fazer um blog para falar da vida em 2007.

Comecei a fazer, mas eu trabalhava muito, não dava tempo, e aí, teve um contratempo na minha vida, até foi muito importante para toda minha mudança como pessoa, que meu pai faleceu em 2008, e foi um momento muito… A minha vida mudou.

Eu até escrevi sobre isto, eu acho que é um dos posts mais populares do meu blog.

O título é ‘A Morte do Meu Pai me Fez Uma Pessoa Mais Feliz’, e eu conto o porquê…

Marcus Lucas: Isto é no outro blog?

Fernanda Neute: Não, não! Neste blog.

Marcus Lucas: Neste blog?

Fernanda Neute: É, porque é um título controverso, então, ele chama muito a atenção das pessoas, mas é verdade assim.

Foi um processo tão doloroso, mas ele me ensinou tanto, que hoje, eu sou uma pessoa mais feliz, graças a isto.

Então, tudo isto, com a morte do meu pai, eu tive que suportar minha família financeiramente, várias coisas aconteceram, e na minha cabeça, era assim:

“Ah, blog é coisa de menina rica. Eu não tenho tempo, não posso dedicar o pouco tempo que eu tenho a isto.”

Parei, desisti, é um dos grandes arrependimentos que eu tenho, porque é aquela coisa que estava sempre martelando. Toda vez em que eu via um blog bem sucedido, eu pensava:

“Ai, podia ser eu, se eu tivesse feito lá em 2007.”

Marcus Lucas: Risos!

Fernanda Neute: E aí, juntou tudo isto, e eu falei: “É isto! Vamos embora! Vou escrever, vou testando, vejo se as pessoas gostam do que eu escrevo, se ninguém vai ler, eu deleto depois, tenho só para mim…”

Marcus Lucas & Fernanda Neute: Risos!

Marcus Lucas: Isto é que é bacana na Internet, que tem esta opção.

Quem está começando um blog e vê que em um artigo, a gente colocou as palavras de uma forma meio errada, ou alguém se sentiu muito ofendido, ou várias pessoas se sentiram ofendidas, a gente pode deletar.

Fernanda Neute: É, exatamente.

E eu tenho muito isto, eu sou super perfeccionista, e eu também tinha aquela coisa: “Ah, mas eu não sei se eu sou boa em gramática, não sei se eu escrevo direito e tal…”

E eu acho que a grande surpresa para mim foi que eu criei um estilo muito particular e é o que os leitores mais falam assim, quem lê os meus textos fala:

“Parece que eu estou conversando com você. Do jeito que você escreve, eu consigo ver você falando.”

E quando eu gravei o vídeo, isto ficou mais evidente.

As pessoas falaram: “Nossa! Você é igual eu imaginava! Porque é exatamente como você escreve.”

Então, foi bacana para mim perceber que eu conseguia me expressar, sendo quem eu sou, através de texto, o que é bem mais difícil.

Marcus Lucas: Aham.

Fernanda Neute: E eu acho que hoje, este é o grande…

É o que faz as pessoas voltarem para o blog.

É muito o estilo que eu falo sobre o assunto e a forma leve também, porque querendo ou não, é um assunto que ainda é muito misterioso, não se fala muito sobre isto, e tem aquela coisa do não saber, do que é felicidade:

“Será que, então, tem que fazer o que ela fez, que é largar tudo e sair por aí, é casar, é ter filhos?”

E esta busca constante, ela é muito interessante, ela é muito rica de você trocar com as pessoas.

Então, eu amo. É um assunto que eu estou cada dia mais fascinada.

Marcus Lucas: Está. Então, a gente já vai falar um pouquinho mais sobre felicidade, até porque várias pessoas têm um perfil diferente e elas querem coisas diferentes. Então, a gente não ia falando, depois, que quem tem um emprego normal, que tenha!

E se gosta daquilo, é o que é o importante: Que é o gostar do que faz.

Então, Fe, conta um pouquinho para o pessoal, porque acredito que…

Eu já entrevistei mulher nômade americana:

A Elisa Doucette, que escreve para a Forbes, eu entrevistei um casal americano: o Josh e a Jill, que tem um site que é o ScrewTheNineToFive.com, e uma família nômade com 4 filhos, que estava em Chiang Mai, depois, foi para Bali, e eu recebo várias mensagens.

Todo mundo fala assim: “Marcus, eu sou mulher, é muito mais difícil para mim, então, não dá.”

Ou: “Marcus, eu tenho uma namorada e fica muito mais difícil para mim, então, não dá.”

Ou: “Tenho uma família, então, fica mais difícil, não dá.”

Então, fala um pouquinho dos teus medos iniciais antes de começar.

Em que ponto tu estavas na tua vida? Ela trabalhou com propaganda e marketing, não é?

Fernanda Neute: Isto! Eu trabalhava em uma das maiores agências do Brasil e chegou aquele momento do “30 anos, cheguei onde eu queria, e agora?”

Marcus Lucas: Chegou nos trintão, deu problema. Deu crise existencial na Fe! (Risos!)

Fernanda Neute: Exatamente. Fiquei velha. (Risos!)

Aí, acho que o grande ponto para miim foi:

Eu olhava para o próximo cargo depois do meu e eu achava que não era aquela pessoa que eu queria ser, embora eu admirasse a pessoa em si, mas eu via aquela posição e eu não me enxergava sendo feliz naquela posição.

O que me motivou, o que me fez dar o passo, a vontade sempre existiu de fazer alguma coisa diferente, principalmente viajar, o meu grande motivo decisor, assim, foi ter encontrado o meu namorado.

Não é que eu não faria isto sozinha, eu não sei se eu faria aos 30 anos.

E isto é uma coisa que eu paro para pensar, às vezes, e eu não consigo saber ao certo se eu faria uma loucura entre aspas como esta, de largar um emprego, uma carreira bem sucedida, um excelente salário, perspectivas de crescimento, para fazer isto completamente do nada, assim, sozinha.

O sozinha, para mim, não é o grande problema. Eu viajei sozinha várias vezes, adorava.

Eu acho que todo mundo deve fazer uma viagem sozinho na vida, mulheres ou homens. Eu acho super importante para o seu autoconhecimento, para passar tempo com você.

Eu acho que alguém só pode gostar de você mais se você próprio gosta de passar tempo com você mesmo, sabe?

Então, eu acho super importante viajar sozinho, por causa disto.

No meu caso, não foi nem pelo medo de fazer sozinha, eu acho que o que foi crucial de ter encontrado o meu namorado foi ter uma referência bem sucedida no assunto.

Marcus Lucas: Aham.

Fernanda Neute: Então, olhar para alguém que está fazendo isto há algum tempo, que sim, ganha dinheiro, que sim, fez uma carreira, foi o impulso que me faltava.

E você poder conviver com a pessoa e viver aquilo na prática também faz uma diferença muito grande, porque uma coisa é você imaginar, uma coisa é você assistir vídeos na Internet de histórias das pessoas bem sucedidas e tal.

Mas você estar, no dia-a-dia, convivendo com aquela pessoa, vendo os medos, vendo os problemas, vendo as coisas legais, vendo a liberdade, todas aquelas emoções juntas, te contagia de um jeito, que você fala:

“Não, eu também consigo. Se ele consegue, eu também consigo.”

Então, para mim, neste sentido, foi o grande impulsionador, mas muito mais por me trazer para tão perto esta realidade. Muito mais do que o medo, ou o receio de fazer isto sozinha.

Marcus Lucas: Muito legal, até porque eu tive vários insights quando tu falaste em ter uma referência.

Que no meu caso, também, eu fui a uma conferência na Lituânia, e nesta conferência é que eu consegui um mentor, um multimilionário, que ele mora em Ko Samui e estava me mentorando por 3 meses lá.

E só em estar junto, estar perto, conversar e ver que é possível dar um passo além, faz muita diferença.

Até o pessoal que está vendo este vídeo agora, por exemplo, para inspirar um pouco vocês, (Eu nem vou falar muito. Eu estou inspirado hoje.)

Quando eu estava na conferência que eu fiz em Campinas com o Anderson Chipak (Um abraço ao Anderson), no final da conferência, um dos alunos chegou para mim e falou assim:

“Caramba! O Marcus é tão retardado assim e conseguiu fazer isto!” (Risos!)

Fernanda Neute: Pois é…

Marcus Lucas: Só por estar junto assim… E é isto. É ver que… É claro, se estiver infeliz com o que está fazendo, tem livros, tem vídeos também, podem ajudar a dar um empurrãozinho, não é?

Fernanda Neute: Eu acho que é importante os brasileiros se unirem mais.

Eu vejo isto muito no meio dos gringos, todo mundo se ajuda muito, você tem estes grupos enormes, as pessoas trocam ideias, fazem os masterminds e tal, e eu não sei se eu que estou olhando para os lugares errados.

Mas eu vejo que no Brasil, porque tem pouca gente fazendo e porque a gente não tem esta cultura empreendedora tão grande como outros lugares, a gente acaba não tendo este tipo de contato tão próximo, eu acho.

Então, eu fiquei muito feliz! É uma das coisas de que eu mais sinto falta, vivendo este estilo de vida, porque eu sou uma pessoa que ama trocar ideias…

E conversar sobre os negócios, e sobre marketing, e sobre business, e você não tem um trabalho ali, todo dia, que tem o seu amigo sentado do lado e o seu chefe para lhe cobrar as coisas.

Faz muita falta ter alguém, então, eu estou ainda mais feliz por ter encontrado isto em você.

Marcus Lucas: Opa! Caramba, gente! Uma honra! Muito obrigado! Fantástica esta garota!

Fernanda Neute: Ah! (Risos!)

Marcus Lucas: Eu acho que é uma das primeiras a falar sobre ser nômade digital, acho que provavelmente, já é um ícone para várias pessoas, então, está aqui compartilhando com vocês a experiência.

Obrigado! E a você também, obrigado! Até mais!

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OSAKA, JAPÃO

Marcus Lucas, além de Mestre em Sistemas de Informações Globais e Telecomunicações pela Waseda University, Japão, é empreendedor digital nômade e autor, apaixonado por automação de negócios e lifestyle business.

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