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Empreendedorismo Digital e Tópicos Aleatórios com Bruno M. Picinini

Por

O início da jornada de qualquer empreendedor digital pode ser muito solitária.

Algumas vezes taxados de ‘loucos’ pela sociedade e até mesmo ente-queridos pelo fato de estarem buscando uma liberdade maior.

No entanto, você não está sozinho

Por este motivo que, após um ano e meio da gravação desta conversa, finalmente estou a compartilhando com você.

Existem mais pessoas como você e eu, que dão um salto de fé, buscam mais informações, se aperfeiçoam, implementam estratégias e ações…

E, principalmente, visam impactar positivamente o mundo e nossas comunidades.

Seu Bate-Papo Sobre Empreendedorismo Digital Com Bruno M. Picinini:

No Bate-Papo #7, da nossa área de Bate-Papos & Entrevistas, você vai conhecer, ou rever, o Bruno M. Picinini, fundador de projetos online, e que, em 2013, visitou 12 países, 48 cidades e pegou 39 vôos diferentes.

Coloque essa entrevista no seu site (copie e cole o código HTML)

Enquanto visitava algumas das mais belas ilhas do sudeste asiático, fiz questão de hospedá-lo em Bangkok e em Koh Samui.

Mesmo durante todas essas viagens, este empreendedor digital continuou a expandir e aumentar seus negócios.

Tópicos importante abordados neste bate-papo:

  • Simplificação da mochila e mala do empreendedor digital;
  • Forma mais eficiente para levar livros na estrada;
  • Liberdade para horários e cronogramas;
  • O livro que abrirá sua mente sobre liberdade de tempo, dinheiro e mobilidade;
  • Como lidar com o empreendedorismo através da metáfora do curso de apneia;
  • Importância do poder pessoal e de novas experiências;
  • Por que não dar atenção à opinião das massas;
  • E muito mais

E você… quando vai vir fazer uma visita? 🙂

Impulsione sua vida e o seu negócio irão para o próximo nível.

Tenho uma pergunta pra você…

Qual o seu maior desafio atual em desenvolver o seu negócio digital?

Deixe seu comentário nas discussões abaixo.

Um forte abraço,

Marcus Lucas - Assinatura  

“O caminho dos preguiçosos é cheio de obstáculos, ao passo que o do deligente não tem quaisquer embaraços.” – Benjamin Franklin

Sua Transcrição: Bruno Picinini Sobre Empreendedorismo Digital

Marcus Lucas: Eu to aqui com o Bruno Picinini, que ele é o criador, o fundador do Empreendedor-Digital.com – no meio, Empreendedor-Digital.com.

Bruno Picinini: Exatamente.

Marcus Lucas: Isso é interessante. Então, esses nossos episódios, que a gente… vamos tentar criar o máximo possível, né? Vai tratar sobre negócios online, viajar, poder ter um lifestyle design, que é um projeto de vida diferente, que muitas pessoas acham que não é possível.

Então, nós estamos mostrando pra várias pessoas também, a gente tem amigos empreendedores que fazem o mesmo e cada vez mais com acesso à Internet, com mais ferramentas disponíveis, é realmente possível viajar e curtir um estilo de vida diferente.

E cara, eu queria te fazer uma pergunta. (Porque ele é muito mais móvel que eu, então, ele consegue empacotar as coisas dele numa mochila só, o que é fenomenal!)

Bruno Picinini: Duas agora, porque tem uma pra… uma pras roupas, e a outra, agora é uma mochila, na verdade, que é o que eu chamo de “O Escritório”, que é o meu laptop, microfone, aquelas coisas… que acabam…

Marcus Lucas: Vamos fazer uma listinha, cara? Porque a próxima vez que eu viajar, eu também quero fazer isso.

Bruno Picinini: é.

Marcus Lucas: Né? Deixar o mais compacto possível o escritório virtual.

Bruno Picinini: Pra viagem? É… o que eu tenho, basicamente, até na minha página, você viu que tinha lá a foto, a gente pode incluir depois, tinha… era… basicamente, na minha mochila, como eu vou agora tá viajando pelo Sudeste da Ásia, que é praticamente… só… região… tropical, não chega a ficar muito frio, por exemplo, agora, é inverno e…

Marcus Lucas: Ajuda bastante.

Bruno Picinini: Uma temperatura boa, então, só o fato de eu não precisar carregar muita calça, blusão, jaqueta, a mochila já fica pequena. Então, no meu caso, na minha mochila, eu tenho uma calça Jeans e um blusão, que é pro frio, e eu nem uso.

Marcus Lucas: Risos.

Bruno Picinini: Tá no fundo da mochila, porque não precisa. E… de… o resto, eu tenho cerca de duas, três bermudas, umas cinco camisetas, cueca e dois pares de meia, porque também acaba não usando tênis… só pra viagem mesmo que eu coloco, um par de tênis, e é basicamente isso.

E claro, daí, questões de higiene, tem… uma nécessaire, que chamam, (não sei, pra lá, não sei se chamam igual, mas em fim…) com as questões de higiene, e aí, a outra mochila, que eu tenho o meu laptop, microfone, fone, carrego também, às vezes, livro, ou o Kindle, no meu caso, que eu uso…

Marcus Lucas: Ótimo! Ótima dica essa aí!

Bruno Picinini: Quem não conhece o Kindle é pra… é pra… é um leitor digital da Amazon, no caso. Eles tão agora no Brasil, também entrando, quem tá acompanhando, e ele é muito bom pra ler, porque ele não tem… não é como uma tela de laptop, que… digamos… fere… fere não, não sei se é a palavra certa, mas ele é ruim pro olho, se fica muito tempo olhando, porque ele emite luz.

Ele não emite luz. Então, é bom, e ele dura… a bateria dura um mês, posso carregar… quantos livros eu quiser, acho que cabe dez mil, vinte mil livros…

Marcus Lucas: Fenomenal!

Bruno Picinini: Pra ti conseguir ler tudo isso um dia, olha, você é um cara bastante inteligente!

Marcus Lucas: Esse foi um erro meu, né? Que quando eu vim pra cá, a minha ideia era trazer todos meus livros, que eu não tinha Kindle, né?

Bruno Picinini: Sim.

Marcus Lucas: Eu estava no interior do Rio Grande do Sul, em que não tem… obviamente, tem tecnologia, mas não tem muitos gadgets disponíveis. Então, eu trouxe dez livros na mala, que é um saco, cara! Alfândega… é pesado de mais!

Bruno Picinini: É muito pesado, bicho!

Marcus Lucas: Então, dica pra quem quer viajar também e ter vários livros só num lugar, o Kindle…

Isso que eu vejo uma tendência, cara, no futuro, que vai ser em relação a… as pessoas acham: “Ah, ganhar algum dinheiro pela Internet pra ‘superaumentar’ a renda.”, mas tem as pessoas, também, que querem simplificar a vida e poder viajar.

E eu vejo uma tendência muito grande das pessoas pararem um pouco de… quem fizer negócio digital parar de migrar pra as capitais e ir pro interior.

Bruno Picinini: Porque fica mais tranquilo.

Marcus Lucas: Porque fica mais fácil, fica mais tranquilo,

Bruno Picinini: Menos tráfego…

Marcus Lucas: O custo de vida é menor também.

Bruno Picinini: Então, claro! Se você quiser vir aqui pra Tailândia e nos acompanhar, a gente promete que a gente paga uma cerveja…

Marcus Lucas: Só uma. (Risos)

Bruno Picinini: Quando chegar. Só uma, só uma. Não vamos deixar…

Marcus Lucas: Não, não! (Risos)

Bruno Picinini: Se não, o pessoal vai abusar.

Marcus Lucas: É, demais!

Bruno Picinini: Mas também, não… não é… até… no nosso caso, por exemplo, eu, agora, comecei esta viagem aqui pela… pela Ásia, o Marcus já tava morando há um tempo fora, tava morando em Bangkok, ainda mora, na verdade…

Marcus Lucas: Vim fazer trabalho voluntário, né?

Bruno Picinini: Fez trabalho… foi fazer trabalho voluntário lá, só que tem muita gente também que, às vezes… não é questão de… a gente tá… quer que as pessoas viagem. Isso é… cada um faz o que quiser. Por exemplo, tem gente que tem filhos, ou tá assim bastante cansado de pegar tanto tráfego, tipo no Brasil é… tá só piorando. Imagina na copa, como diria…

Marcus Lucas: Eu tenho amigos, cara, que levam duas, três horas pra… pra ir pro trabalho.

Bruno Picinini: Então, às vezes, a pessoa só quer poder ficar em casa mais tempo com… com a família, ou poder fazer seus próprios horários, que… por exemplo, eu não acordo… eu não gosto de acordar tão cedo. Até acordo relativamente cedo comparado…

Marcus Lucas: Mais do que eu! (Risos)

Bruno Picinini: Com o pessoal que trabalha online, tipo eu… às vezes, tem horário até… bastante… a gente sabe que o pessoal gosta de trabalhar de noite, e eu obviamente acordo umas oito, nove horas, um horário bom pra mim, mas eu posso escolher o horário que eu me sinto mais confortável de trabalhar e que eu tenha melhor energia, que realmente faz muita diferença.

Marcus Lucas: Com certeza!

Bruno Picinini: Porque tem aquela coisa… forçada… tá lá no escritório: “Ah, to cansado e eu tenho que fingir que eu to aqui digitando…”

Marcus Lucas: Isso que é triste.

Bruno Picinini: E é complicado!

Marcus Lucas: E o que a gente tava conversando a última vez também em relação aos gatinhos no Facebook: “Sexta-feira, to super feliz!” e “Ah, Segunda-feira, que merda!”

Tipo… nesse modelo de vida diferente, não tem mais isso. Porque tipo… todo dia pode ser Sexta, todo dia pode ser Segunda! A gente cria o momento que a gente quer!

Bruno Picinini: Aham.

Marcus Lucas: E até, hoje é… que dia?

Bruno Picinini: Hammmmmmmm…

Marcus Lucas: Eu não sei…

Bruno Picinini: Quinta? Quarta?

Marcus Lucas: Eu não sei, eu não sei mesmo, cara. Tu tem o telefone aí?

Bruno Picinini: Tenho, mas…

Marcus Lucas: Mas não dá pra pegar.

Bruno Picinini: É Quinta, é Quinta ou Quarta-feira, mas geralmente, viajando, acaba acontecendo isso, porque daí, ao mesmo tempo que… às vezes, fim de semana… a gente tá trabalhando Sábado e Domingo, que não faz diferença que é Sábado e Domingo, a gente esquece que é… não tem mais aquela diferença: Cinco dias de trabalho, dois dias de descanso. Simplesmente vai… acontece…

Marcus Lucas: É, tem vezes que é. Até quando eu tava no Brasil no carnaval, eu trabalhei, cara.

Bruno Picinini: Trabalhou uns dias?

Marcus Lucas: Porque eu não queria… é, eu não queria fazer. Não tava empolgado, sabe? Então, cada vez muda as prioridades e necessidades das pessoas.

Bruno Picinini: É, é que acaba ficando bem mais flexível, talvez. Agora, a gente tá numa ilha… numa ilha chamada Koh Phangan (Wiki), tem uma ilha aqui perto que se chama Koh Tao (Wiki), e lá, tem uns cursos de mergulho fantásticos, assim, sabe? Realmente muito legais, a visibilidade é ótima.

E aí, era uma Terça e uma Quarta-feira, e eu tava fazendo curso de mergulho o dia inteiro, os dois dias.

Marcus Lucas: Aham.

Bruno Picinini: E aí depois, trabalhei no fim de semana, Sábado e Domingo, porque… porque daí, foi os dias que sobrou, eu tava ali, que tinha que fazer… a gente ainda trabalha. A gente não fica só (Risos) fazendo videozinho não…

Marcus Lucas: Só vadiando. (Risos)

Bruno Picinini: Numa praia, vadiando, não. A gente trabalha. Até o pessoal aqui do bar veio nos perguntar o que que… por que diabos a gente tava tanto tempo no computador (Risos) na frente da praia.

Marcus Lucas: A mulher falando ali: “Ah, isso é um blog de viagem! O que que tão fazendo?”

Bruno Picinini: É, ela achou que era mais sobre viagem e tal, que… é mais comum, né? Porque a gente tá…

Marcus Lucas: É bem mais comum.

É, então, se tiver também mais brasileiros fazendo isso, que a gente… a gente conhece muitos brasileiros, mas na verdade, é turista, não é… pra realmente… ficar na cultura, aproveitar, trabalhar ao mesmo tempo, conhecer pessoas relacionadas no ramo, então, se tiver mais brasileiros aí fora,

Bruno Picinini: Estamos abertos!

Marcus Lucas: É, comentem abaixo. Talvez tenha um… uma caixa de comentário abaixo, que eu ainda não sei como é que vai ser disponibilizado, mas, se tiver…

Bruno Picinini: Não, vai estar aqui em algum lugar.

Marcus Lucas: Da tela.

Bruno Picinini: (Risos) Aqui em algum lugar.

Marcus Lucas: (Risos)

Bruno Picinini: Procure. Procure. É, e até a gente deixa quem quiser nos encontrar nos pagar uma cerveja, sem problemas… não…

Marcus Lucas: Vamos trocar umas ideias…

Bruno Picinini: Ah, uma ou duas, né? Depende…

Marcus Lucas: No máximo! (Gargalhadas)

Bruno Picinini: No máximo, tem que… pra gente manter ainda… um nível de seriedade…

Marcus Lucas: É.

Bruno Picinini: No nosso papo.

Marcus Lucas: É, então… Bruno, como é que tu começou? Fala mais da… da tua história, como é que foi. Os desafios e… de onde é que veio a ideia de fazer negócios online?

Bruno Picinini: De fazer? Eu comecei, acho que, de base, até foi parecido contigo, que o primeiro livro que realmente me abriu a mente, assim, pra fazer, era o livro que é do Tim Ferriss, pra quem conhece, é o livro… acho que em Português é “A Semana de Quatro Horas de Trabalho”… é alguma coisa assim.

Marcus Lucas: “Trabalhe 4 Horas por Semana”.

Bruno Picinini: E que foi realmente o que abriu essa ideia de ter… digamos… um empreendimento, um negócio online e as possibilidades que isso oferecia de… e até… é um pouco engraçado, mas nos primeiros… acho que seis meses… que eu troquei de profissão, como eu não queria ninguém…

Porque às vezes, é complicado, até… tipo… a pessoa quer tentar algo novo, aí, familiares, amigos, dizendo… não que eles não confiem em ti, ou de repente, até, não confiam, mas eles têm medo assim… que… por exemplo, eu tava arriscando todo um estudo que eu tive de cinco anos na faculdade, pra fazer algo novo, que de repente não ia dar certo, como qualquer ideia.

Mas eu… assim… eu sabia que era aquilo que eu gostava e que eu queria tentar. Então, eu demorei acho que uns seis meses até contar pros meus amigos, família, que eu tinha… digamos… trocado de profissão.

E foi seis meses… não vou dizer que foi difícil, mas era… obviamente que eu tava… com medo, porque eu não sabia se ia funcionar, eu tava abandonando toda uma outra área que eu já tinha de estudo, que podia tá fazendo algo, pra arriscar algo diferente que eu acreditava.

Eu trabalhei boa parte dos primeiros anos com mercado americano, eu trabalhei bastante com Adsence Afiliados, até era uma época que o Google tava… digamos… mais fácil de…

Marcus Lucas: Mais tranquilinho de manipular.

Bruno Picinini: De manipular, mas não que fosse, digamos, o mais certo, mas funcionava, basicamente, e me dava a liberdade que eu queria de poder viajar, fazer, fazer o que eu quisesse, e depois daquilo, eu fui expandindo mais. Fui aperfeiçoando os conhecimentos, estudando mais sobre o marketing em si e realmente entendendo como funciona…

Marcus Lucas: Isso que é o interessante, né? A gente só vai encaixando todas as peças do quebra-cabeça, no início, a gente acha que sabe muito (e sabe), e a tecnologia vai mudando, e as formas de fazer negócio também mudam.

E dois anos atrás, a cabeça que eu tinha era bem diferente de agora, cara. Em relação a tu entender… a criar parcerias, que não tem inimigos na nossa lista, né? Todos são amigos e querem que os outros cresçam. A parte mais interessante do negócio é que depende muito de cada pessoa. Como a gente começou com os mesmos livros, né?

O do Tim Ferriss, que abriu a nossa cabeça, eu… naquele tempo, também conversava com amigos meus, e eu falava pra eles: “Ah, lê esse livro, que é interessante!”

E eu lembro que um dos amigos só falou mal do livro. Falando mal mesmo! Tipo: “Ah, isso aqui é… não vai funcionar.” “Isso aí é sacanagem.” tãrãrã… e como duas pessoas podem ter o mesmo recurso e seguirem caminhos completamente diferentes, né!

Então, tem pessoas que… que nem o… Confúcio… aquele… chinês,

Bruno Picinini: Sim, o chinês!

Marcus Lucas: Que ele fala: “Se você acredita, ou se você não acredita, ambas as vezes tá certo.” Porque você condiciona a sua mente ao que você quer.

E até eu falei pra ele: “Ah, daqui a dois anos, eu vou tá na Tailândia, tomando uma margarita na beira da praia.”

Bruno Picinini: Só faltou a Margarita. (Risos)

Marcus Lucas: (Risos) No próximo vídeo.

Bruno Picinini: (Risos) No próximo vídeo!

Marcus Lucas: É, eu até me arrepio falando isso, cara!

Bruno Picinini: É!

Marcus Lucas: Eu falei: “Em dois anos, vou tá lá, e tu vai tá no teu trabalho, ainda, reclamando da vida.”

Bruno Picinini: Gente, é… é engraçado pensar, porque… quando a gente olha, digamos, do início, esse é até um dos problemas, que às vezes o pessoal vai começar, eles tentam já olhar, digamos, pro topo da montanha, que parece impossível chegar. Mas na verdade, não precisa! Olha só o… o…

Marcus Lucas: O passo-a-passo.

Bruno Picinini: O próximo passo. E até, um exemplo que eu tava… esses dias, eu tinha comentado contigo, que eu fui fazer um curso de… acho que é… Free Dive… acho que… deve ser Mergulho Livre, em Português, que é basicamente mergulhar em profundidade, sem tanque de ar nem nada. Então, é só na base da apneia (Wiki), segurar a respiração.

E uma dica que o cara que era meu instrutor dava pra ter um melhor resultado, porque tem que desacelerar o coração pra não gastar muito oxigênio.

Se eu olhasse pra onde eu… aonde eu tinha que chegar, como era fundo, ou quando eu tinha que voltar pra cima, se eu visse quão longe era, aquilo ia fazer o meu coração acelerar, porque parecia que não ia dar tempo, que a sensação é realmente…

Marcus Lucas: Poderia dar desespero, né?

Bruno Picinini: É estranho, porque tu tá a vinte metros de profundidade. Vinte metros de profundidade é cerca… foi o que eu cheguei, cara, à minha primeira vez.

Marcus Lucas: Hmm.

Bruno Picinini: É cerca de um prédio com térrio e mais cinco, seis andares. Então, imagina tu tá lá em baixo, olha pro quinto, sexto andar, era essa a sensação. A superfície tava lá em cima, e eu já sentindo as contrações, que é o que dá quando tu fica sem respirar.

Então, ele falava: Não olha lá pra cima, que vai te… isso vai… é ruim pra ti. Olha fixo na corda (que a gente tinha uma corda pra fazer a imersão e voltar.) Olha só pra ela e vai indo, que quando tu ver, tu vai chegar.” Que é o melhor jeito. Tu não precisa olhar lá na frente! Vai parecer muito, muito grande a distância de onde tá pra onde chegar.

É muito mais fácil olhar qual que é o próximo passo, e depois, e… tomando um passo por vez, quando ver, vai ter conquistado muita coisa e não vai ficar causando aquela emoção de: “É muito longe, eu não vou conseguir, pode dar muito problema…” Faz o próximo passo, um de cada vez, com tempo, vai fazendo, que aos poucos, tudo vai se encaixando e fazendo sentido.

Óbvio, espere, às vezes, ter uns… retrocessos. É normal, isso é mais do que esperado, mas com calma, dá pra evoluir bastante.

Marcus Lucas: E não recomendamos fazer o Free Diving sem um profissional.

Bruno Picinini: (Risos) É, é verdade. Aqui…

Marcus Lucas: Não inventem história, pessoal. Não…

Bruno Picinini: Aqui, são todos profissionais do esporte, foi tudo…

Marcus Lucas: (Risos)

Bruno Picinini: Não, mas é verdade. Eu fiz com… tinha instrutor, tava sempre do lado ali, mergulhava junto, pra não ter problema.

Marcus Lucas: É…

Bruno Picinini: Porque é, realmente é um…

Marcus Lucas: Porque tem isso, né? De empreendedor querer muitas experiências novas, né? Como empreendedor, tu tem risco calculado, por isso, sempre procurem pessoas qualificadas em qualquer área que tiver…

Bruno Picinini: É! Até isso… tu tava falando de empreendedor buscar experiências novas, uma amiga minha… eu falei pra uma amiga que eu ia fazer curso de mergulho, e ela perguntou: “Ah, mas tu precisa fazer isso?” E eu falei: “Precisar eu também não preciso.”

Tipo a gente não precisa fazer nada. Eu não preciso viajar pra Tailândia, eu não preciso jogar futebol. A gente não precisa disso, só que ao mesmo tempo, é justamente por eu fazer isso que eu tenho vontade de trabalhar, de dar o meu melhor, pra me proporcionar isso.

Marcus Lucas: Em relação a experiências novas, eu acho que cada experiência nova e interessante abre uma possibilidade.

Bruno Picinini: Quando eu tomei a decisão, obviamente que eu tomei com o melhor dos interesses, com a informação que eu tinha, aquilo era o que parecia a opinião certa. (A opção certa0). Hoje, eu vejo que de repente, não foi a certa, mas naquela época, parecia certa e não tem… não tem porquê eu me arrepender, até porque com dezessete anos, quem é que sabe o que quer fazer da vida?

Marcus Lucas: É difícil.

Bruno Picinini: Então, então, realmente eu fiz uma escolha, foi quase como… fechar os olhos e “pufff!” Não foi tanto assim, mas não foi tão longe, e no final, acabei numa área diferente.

Mas não me arrependo. Agora foi, não vou ficar chorando,

Marcus Lucas: É que tem várias coisas…

Bruno Picinini: E bola pra frente.

Marcus Lucas: Várias coisas que são aproveitáveis também, né? Como o Steve Jobs, ele acabou… não finalizou a faculdade, mas falou: “A cadeira mais importante foi a de caligrafia.” Que tem toda a caligrafia no Mac e que bombou.

Bruno Picinini: É.

Marcus Lucas: Então, todas as coisas, mesmo não usando diretamente, alguma coisa, diretamente, tu pode usar.

Bruno Picinini: Sim. É, ele até falava que é aquela história que de algum jeito, tem que acreditar, que é o que a gente falou antes, da fé, né? Acreditar que o que tá fazendo agora, no final, vai fazer sentido, porque depois, é fácil olhar pra trás e falar: “ah, aquilo… ainda bem que eu fiz aquilo…”

Marcus Lucas: Conectar os pontos. **

** Discurso de Formatura em Standford do Steve Jobs, YouTube:

Bruno Picinini: Conectar os pontos, e agora, faz sentido. Tu tem uma mensagem pra deixar para os nossos nobres… ouvintes?

Marcus Lucas: Telespectadores!

Bruno Picinini: Ouvintes e telespectadores?

Marcus Lucas: Cara, acredita no sonho, né? Da próxima vez, eu vou contar um pouco mais da minha história, mas acredite… e no poder pessoal, né? Cada um faz, trilha o seu caminho. Não tem como… “Ai, a vida não… As pessoas não acreditam em mim!” Não, não importa. Faça o melhor pra si mesmo, e depois, você ajuda as pessoas também.

Bruno Picinini: Ah, eu acho que acreditando no que cada um faz, se você acredita na sua ideia, como foi o que eu falei… que eu larguei da faculdade de Arquitetura, se você acredita que o que você tem de ideia é uma, e mais importante que informação ou qualquer coisa, faça algo.

Que muita gente acaba se tornando estudante profissional…

Marcus Lucas: É, eu conheço vários desses.

Bruno Picinini: E só estuda. Chega um ponto que tem que parar e

Marcus Lucas: E focar.

Bruno Picinini: E colocar em prática.

Marcus Lucas: É, então, comentem abaixo, se tiver comentário,

Bruno Picinini: Vai aqui ou na página…

Marcus Lucas: É, em volta, (Risos), e compartilhem também pra passar a mensagem pra mais pessoas. Espero que tenham gostado.

Bruno Picinini: Enviem pros seus amigos por e-mail, Facebook, Twitter, e se comentarem aqui, a gente vai ter o maior prazer em responder.

Nós vamos… os dois vamos estar olhando… convidando alguns outros amigos também pra responder, qualquer dúvida, a gente tá aí pra ajudar, a gente sabe que não é fácil no início, então, a gente vai ter o maior prazer em ajudar e responder as suas dúvidas.

Marcus Lucas: Até mais!

Bruno Picinini: Aqui, eu e o meu amigo Marcus Lucas, autor e fundador do clube Búfalos, uma das melhores plataformas do Brasil de empreendimentos online. E aqui…

Marcus Lucas: Igualmente, né, cara! Obrigado!

Bruno Picinini: Não! De nada, cara!

Marcus Lucas: Eita nós! Quanto tempo já foi?

Bruno Picinini: Não consigo ver o tempo, cara! Esse Mac é uma merda mesmo!

Marcus Lucas: Vamos, que se não vai cair o bagulhetes aqui. E compartilhem. Eu já falei pra vocês pra compartilhar?

Bruno Picinini: Já, já falamos pra ir compartilhando.

Marcus Lucas e Bruno Picinini: Mas compartilha mais ainda então!

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OSAKA, JAPÃO

Marcus Lucas, além de Mestre em Sistemas de Informações Globais e Telecomunicações pela Waseda University, Japão, é empreendedor digital nômade e autor, apaixonado por automação de negócios e lifestyle business.

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